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Off-Page SEO via Troca de Links: será que isso funciona?

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Autor: Alex Oliveira | Data: 28/06/2008 |


Em diversas ocasiões aqui neste blog, reafirmamos a importância da estrutura de links no processo de SEO. Uma vez que se tenha procedido à otimização on-page, o trabalho do SEO consiste em criar grande quantidade de links de alta qualidade em sites de temas relacionados para atingir a dois objetivos principais:

1 – Acelerar a indexação de seu site, o que levará à detecção mais rápida das mudanças e atualizações que você implementar e,

2 – Melhorar gradativamente seus rankings nas páginas de resultados dos buscadores.

Os métodos empregados pelos profissionais de SEO para atingir esses objetivos são os mais variados e, muitas vezes, primam pelo exagero. Quando esses métodos ultrapassam os limites do bom senso, acabam sendo penalizados pelo Google que, em mais de uma ocasião, afundou toda uma indústria emergente para evitar manipulações em suas páginas de resultados orgânicos.

Como boa parte do que se diz sobre SEO carece de metodologia científica, esta passou a ser uma indústria movida a hypes – histeria, em uma palavra. Assim, em um dia, um método de link-building entra na moda e começa a ser vendido como o santo graal do rankeamento rápido. No dia seguinte à penalização pelo Google, a solução mágica se transforma em peste e todos começam a dizer que aquele método é fraudulento, que não dá resultados, que é black-hat, um exagero atrás do outro.

De fato, o que o Google faz é monitorar os exageros e reduzir a pontuação de métodos que não refletem o comportamento médio do internauta. Na nova versão de sua página institucional sobre tecnologia, o grande G diz claramente qual é o seu método de trabalho:

“Nós sempre adotamos uma abordagem pragmática para ajudar a melhorar a qualidade das buscas… Nossa tecnologia usa a inteligência coletiva da web para determinar a importância de uma página”.

Assim, se um profissional de SEO exagerar na ansiedade gerar resultados rapidamente serviço, adotando uma política que seja muito discrepante daquilo que é considerado o comportamento normal do usuário web, esse desvio certamente será detectado e ocorrerá o risco de penalização.

Vejamos o caso do título, as políticas de trocas de links, o famoso link exchange. Durante muito tempo apontado como a solução mais prática para o link building, hoje tem má reputação. Onde está a verdade?

Os sistemas automatizados de link exchange, aqueles em que bastava cadastrar seu site – e pagar uma quantia em dinheiro – para que o link fosse adicionado a todos os demais, morreram no mesmo dia em que o Google decretou o seu fim.

O grande problema desses serviços não é a troca de links em si, mas a baixa qualidade das páginas criadas para adicionar esses links! Em geral, eles geram páginas muito ruins, sem conteúdo relevante, apenas uma lista de links com textos de âncora otimizados e descrições dos respectivos sites. Em boa parte dos casos, o webmaster, com razão, não gosta sequer de criar links internos para essas páginas.

Outro grande problema é que, para conseguir uma quantidade de links recíprocos nessas páginas de baixa qualidade que seja capaz de influenciar positivamente os seus rankings, você precisa trocar links com alguns milhares de sites. Como você provavelmente não vai conseguir boas trocas se adicionar todos os links em uma página só – em geral, você não deveria adicionar mais de 50 links por página de link recíproco, nem aceitar trocas com sites que adicionem seu link a páginas lotadas de outros links – seu site, muito rapidamente, estará recheado com dezenas de páginas de link exchange… E antes que você perceba, o principal conteúdo de seu site serão as páginas de links para outros sites!

Assim, você deve ou não usar os serviços de link exchange? Na opinião de quem já usou esses serviços, acredito que eles talvez eles ainda possam ser uma boa solução para sites iniciantes, ainda em processo de construção de popularidade. Não tenho dúvida de que é possível conseguir alguns resultados positivos com a adição de 500 links via link-exchange.

[Atualização em 10 de dezembro de 2012 – Mantivemos o parágrafo acima apenas por razões históricas, já que o artigo foi originalmente publicado em 28 de junho de 2008. Hoje em dia, nossa posição é radicalmente contrária a qualquer serviço automático de troca de links, sob qualquer pretexto. Nós só consideramos saudável e recomendável, nesta data, a troca de links espontânea entre blogueiros e editores de conteúdos relacionados]

Mas essa política não deve constituir o centro da sua estratégia: o melhor caminho para a conquista de links externos continua sendo a criação de conteúdo atualizado, relevante e de alta qualidade, aliado a intensivo investimento na promoção desse conteúdo para que o internauta adicione espontaneamente links para as páginas de seu site.

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