Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Efeito viral no vídeo marketing de conteúdo: 3 dias críticos

A Unruly Media realizou uma análise de dados dos 200 vídeos de marcas mais compartilhados em 2012 nas mídias sociais. Essa análise, de importância central para as empresas envolvidas com produção de conteúdo para vídeo marketing, foi consolidada no gráfico 1.

Gráfico 1: Curva de difusão de vídeos na web social (efeito viral). Fonte: Unruly Media (2013) – O download do original em resolução mais alta (951×597 pixels) pode ser feito, na data da publicação deste artigo, em http://www.unrulymedia.com/sites/default/files/Unruly_Social_Diffusion_Curve_2013_PDF.jpg.

Gráfico 1: Curva de difusão de vídeos na web social (efeito viral). Fonte: Unruly Media (2013) – O download do original em resolução mais alta (951×597 pixels) pode ser feito, na data da publicação deste artigo, em http://www.unrulymedia.com/sites/default/files/Unruly_Social_Diffusion_Curve_2013_PDF.jpg.

O gráfico articula as variáveis “Dias a partir do lançamento do vídeo” (eixo X) e “Número de compartilhamentos por dia” (eixo Y). O primeiro resultado que salta aos olhos é que os primeiros 3 dias são fundamentais para estimar o alcance potencial do vídeo. Diz a legenda em inglês: “Há forte correlação entre os compartilhamentos obtidos nos dias 1 a 3 (R²=0,59) e 1 a 6 (R²=0,87) e o total de compartilhamentos no período total estudado”.

O gráfico também traz observações sobre a distribuição dos compartilhamentos ao longo do tempo.

  • 10% dos compartilhamentos ocorrem no segundo dia.
  • 25%, nos primeiros 3 dias.
  • 50% nas primeiras 3 semanas.
  • 66%, nos primeiros 6 meses.

Os executivos da Unruly ressaltam dois pontos principais a partir desses dados:

  1. As empresas podem avaliar o potencial de “compartilhabilidade” de seus vídeos simplesmente acompanhando o número de compartilhamentos obtidos na primeira semana de lançamento.
  2. A empresa interessada em obter o máximo efeito viral de suas campanhas de vídeo marketing deve se ocupar em obter o maior número possível de visualizações e compartilhamentos durante a primeira semana, para obter um efeito viral com efeitos a longo prazo.

Consequências para as empresas brasileiras

De fato, o que o estudo diz é que todo o conteúdo de vídeo criado e publicado com a intenção de se tornar viral deve receber intenso apoio de publicidade em seu lançamento, uma regra que se aplica também a todo tipo de conteúdo publicado na web.

Por mais que tenha sido criada toda uma mitologia em torno do “efeito viral espontâneo”, em que um único sujeito produz um vídeo caseiro que alcança milhões de pessoas, o fato é que, todos os dias, milhões de pessoas e empresas publicam vídeos com os mais variados graus de qualidade… Que quase ninguém vê.

Uma empresa não pode contar com a “sorte”, nem praticar um “marketing de esperanças”, isto é, jogar uma garrafa ao mar na esperança de que alguém a encontre e se interesse em verificar o que há dentro dela.

A empresa que quiser obter os benefícios do efeito viral precisa produzir um conteúdo da mais alta qualidade possível – de preferência, aprovado em pesquisas junto ao público-alvo – e divulgá-lo em seu lançamento com a maior qualidade que puder.

Agindo assim, a empresa conseguirá obter o desejado efeito de levar sua mensagem a milhões de pessoas a um custo total muito mais baixo.

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O mapa da mídia no Brasil – Parte 2 – E-commerce e Mídias Sociais

Neste artigo, apresentamos a segunda parte do relatório divulgado pela empresa US Media Consulting sobre mídia no Brasil e na América Latina. O foco deste artigo será nos principais dados relativos aos hábitos do consumidor brasileiro com relação a e-commerce, mídia social, vídeo online e mídias móveis.

Os brasileiros e as mídias sociais: a escolha certa para fazer compras. Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Os brasileiros e as mídias sociais: a escolha certa para fazer compras. Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

E-commerce: estamos na internet para comprar

  • O e-commerce no Brasil atingiu 11 bilhões de dólares em 2012 e projeta-se que chegará a 14 bilhões de dólares em 2013.
  • As principais categorias de produtos comprados por brasileiros nas lojas online são Eletrodomésticos (15% das vendas), Computadores (12%), Eletrônicos (8%) e Moda & Acessórios (7%).
  • 79% dos brasileiros possuidores de smartphones usam seus telefones celulares para auxiliá-los em alguma etapa de seu processo de compra.
  • 72% dos brasileiros têm cartão de débito ou crédito.

Mídia social: brasileiro, sociável por natureza

  • 97% dos usuários brasileiros de internet estão nas mídias sociais.
  • 77% dos brasileiros que têm uma conta no Facebook interagem com alguma marca online.
  • 58% dos brasileiros que usam Twitter leem posts de suas marcas favoritas.
  • 61% dos brasileiros com acesso à internet pesquisam informações sobre produtos em sites de mídia social antes de comprar.
  • 42% dos consumidores brasileiros entre 25 e 44 anos já fizeram alguma compra após receber uma mensagem promocional em uma rede social.
  • Além do Facebook, outras redes também apresentaram crescimento explosivo. O Linkedin atingiu 10 milhões de usuários em outubro de 2012.

Vídeo online: o brasileiro sempre de olho na telinha

  • O Brasil tem 42,9 milhões de espectadores de vídeos online.
  • Os brasileiros assistiram a 5,4 bilhões de vídeos online em agosto de 2012, um aumento de 74% em relação a agosto de 2011.
  • Os anunciantes que usam apenas a TV convencional (offline) perdem até 30% da cobertura de seu target. Usando o vídeo online em conjunto com a TV, é possível recuperar 16% da cobertura efetiva.
  • O Brasil é o sexto maior mercado mundial para o Youtube em termos de número de visualizações.

O Brasileiro é móbile

  • A penetração dos telefones celulares no Brasil é de 130%. Já a penetração dos smartphones chegou a 14% em 2012, totalizando 27 milhões de pessoas.
  • As vendas de smartphones no Brasil cresceram 77% em 2012 em relação a 2011.
  • 55% dos telefones celulares no Brasil têm acesso à internet.
  • Em 2015, 57% dos celulares vendidos no Brasil serão smartphones.
  • Os principais efeitos dos smartphones sobre os hábitos de consumo dos brasileiros são os seguintes:
    1. 80% pesquisam produtos ou serviços em seus telefones.
    2. 94% reparam em anúncios móveis.
    3. 66% visitam a empresa pesquisada em seus smartphones após obter a informação.
    4. 75% fazem uma pesquisa em seus smartphones após ver um anúncio.
    5. 31% já fizeram uma compra usando seu smartphone.
  • As vendas de tablets atingiram 3,1 milhões de unidades em 2012, um crescimento de 400% em relação a 2011.
  • Os tablets respondem por 42% do tráfego de internet que não é de computadores.
  • 60% dos brasileiros das classes AB acessam a internet através de celulares. Na classe C, esse número é 36%.
  • Em 2016, 21% de todo o tráfego de internet no Brasil será feito a partir de dispositivos móveis.

Conclusões

O consumidor brasileiro mergulhou de corpo e alma na internet, reconhecida cada vez mais como uma poderosíssima ferramenta para otimizar suas compras. Usando seus smartphones, tablets, notebooks ou PCs desktop, o brasileiro vê com cada vez mais confiança a experiência de consumo online, vencendo os antigos receios e transformando a web em uma extraordinária oportunidade para fazer bons negócios. Cada vez mais, a mídia certa para vender para o brasileiro será a internet e a vantagem estará nas mãos das empresas que dominarem as técnicas e as linguagens das mídias online.

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Fatores de sucesso de uma campanha de vídeo marketing

Pesquisa global conduzida em 2012 pela Conviva a partir da análise de 22,6 bilhões de exibições de vídeo via “streaming”, cobrindo a audiência de 150 entre os principais sites de vídeo online em mais 190 países, expôs os principais fatores de sucesso de uma campanha de marketing de conteúdo através do vídeo marketing. Confira a seguir os principais resultados.

Fatores de impacto sobre as exibições de vídeo em 2012 - Fonte: Conviva (janeiro de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Fatores de impacto sobre as exibições de vídeo em 2012 – Fonte: Conviva (janeiro de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Má qualidade de vídeo causa prejuízo bilionário. Em 2012, as marcas mais atuantes no vídeo marketing deixaram de faturar 2,16 bilhões de dólares americanos devido à má qualidade da transmissão de vídeo. Até 2017, estima-se que o prejuízo acumulado chegará a 20 bilhões de dólares.
  • O público não tem paciência para esperar o “buffer”. A paciência do espectador de vídeo online está cada vez mais curta. Em 2011, um acréscimo de 1% no tempo de parada para recarregar o “buffer” resultava em uma perda de 3 minutos na audiência de conteúdos de longa duração. Em 2012, essa perda subiu para 8 minutos. Por outro lado, os espectadores que nunca têm de esperar pelo “buffer” assistem 226% mais vídeos do que os demais.
  • O vídeo tem que começar imediatamente. O tempo máximo que os espectadores online estão dispostos a esperar pelo início de um vídeo é 2 segundos. A partir desse tempo, o número de pessoas que desistem de assistir ao vídeo aumenta 140% no caso transmissão ao vivo e 400% no caso vídeo sob demanda.
  • A qualidade da imagem é decisiva. Espectadores que recebem vídeos com maior resolução (“bitrate”) assistem vídeos por um  tempo 25% maior.
  • 3 problemas de grande impacto. 63% das exibições de vídeo sofreram o impacto da baixa resolução, 39,3% tiveram problemas com recarregamentos de buffers e 4% falharam na tentativa iniciar o vídeo.
  • Os sites vencedores reduzem o buffer e o tempo de início e aumentam a qualidade da imagem. A taxa de falhas para iniciar o vídeo nos sites vencedores é de 0,02%. O bitrate médio é de 2516kbps e a taxa de paradas para recarregar buffers é de 0,05%.
  • Tempo perdido é dinheiro perdido… E vice-versa. Em 2012, o tempo perdido em paradas para recarregar buffers somou 124,8 bilhões de minutos, ao custo de 2,16 bilhões de dólares. Por outro lado, a melhoria na qualidade pode aumentar as receitas em até 20% para o provedor de vídeo ao vivo.
  • A receita dos vencedores. Os sites vencedores são os que se adotam uma política em trẽs frentes:
    1 – Monitoramento e mensuração contínua da experiência do espectador, em tempo real.
    2. Ajuste dinâmico do fluxo (stream), permitindo decidir a qualidade em tempo real baseada em uma otimização multi-bitrate e multi-CDN (=Content Delivery Network=Rede de Distribuição de Conteúdo).
    3. Mapeamento da qualidade da rede baseada em dados locais e globais para identificar congestionamentos e implementar ajustes preventivos no streaming.

A conclusão desses dados é que o vídeo marketing, embora seja uma ferramenta poderosa, exige investimento em qualidade. Quanto mais os grandes provedores de conteúdo investem na qualidade da produção e da transmissão de seus vídeos, menos o público se dispõe a aceitar iniciativas amadorísticas, baseadas na improvisação de pessoal não qualificado com equipamento de má qualidade. Além disso, a infraestrutura para transmitir o conteúdo de vídeo deve garantir que as três variáveis cruciais identificadas pela Conviva estejam otimizadas para o máximo desempenho.

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Notícias online e o declínio do noticiário da TV

Um levantamento publicado recentemente pela AYTM revela uma grande mudança sobre os comportamento do consumidor de notícias por parte do público americano, registrando um declínio acentuado no consumo do noticiário de TV a cabo concomitante a um forte crescimento no consumo de notícias online. Os principais números são os que se seguem:

Frequencia de consumo de noticias online nos EUA. Fonte: AYTM (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Frequencia de consumo de noticias online nos EUA. Fonte: AYTM (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • 37% afirmam gastar menos tempo hoje assistindo noticiário na TV a cabo do que 5 anos atrás.
  • 81% afirmam ler notícias online pelo menos uma vez por semana, sendo que 39% o fazem diariamente.
  • 45% disseram ter assistido online vídeos de notícias curtos e pré-gravados, 19% assistiram transmissões de notícias ao vivo via streaming e 14% assistiram a programas de notícias completos.
  • Apenas 39% afirmaram jamais ter assistido a vídeos de notícias online.
  • Os consumidores que afirmaram assistir a notícias via TV a cabo diariamente têm maior probabilidade de assistir a vídeos de notícias online.

Essa mudança no comportamento de consumo de notícias é mais do que um fenômeno localizado, mas uma tendência que tende a se ampliar conforme mais consumidores ao redor do mundo experimentam a conveniência, a variedade e a confiabilidade das fontes de informações e notícias online.

Para as empresas, isso significa que o foco de sua política de marketing deve se deslocar cada vez mais para a produção de conteúdo relevante sobre o mercado em que atuam, incluindo notícias e artigos segmentados em seus próprios blogs corporativos e em outras áreas de seus websites voltadas para informações e notícias.

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