Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Pesquisa Marketing Digital 2013: Táticas

No questionário da “Pesquisa Marketing Digital 2013: o papel das Agências e Consultorias”, a questão 5 se referia às ferramentas (táticas) de marketing digital adotadas pelas empresas para atingir seus objetivos. Confra as respostas no gráfico 1.

Gráfico 1 - Pergunta 5: "Quais das seguintes ferramentas de marketing digital sua empresa utiliza atualmente? Fonte: Géssica Hellmann & Cia (2013).

Gráfico 1 – Pergunta 5: “Quais das seguintes ferramentas de marketing digital sua empresa utiliza atualmente? Fonte: Géssica Hellmann & Cia (2013).

Entre as muitas informações interessantes nessa lista de táticas de marketing, gostaríamos de destacar as seguintes:

  1. Predominância absoluta do Facebook. Este dado não chega exatamente a constituir uma surpresa, já que se trata da rede social mais “badalada” pela imprensa na atualidade. A própria visibilidade do Facebook já lhe garantiria predominância sobre outras mídias. Entretanto, a presença de recursos publicitários cada vez mais interessantes para os anunciantes de todos os portes é um chamariz adicional para explicar o seu sucesso.
  2. Destaque para o Linkedin. Este resultado pode ser creditado, ao menos parcialmente, ao fato de que a nossa amostra de respondentes foi contactada através da própria rede social Linkedin. Entretanto, o crescimento do Linkedin no Brasil tem sido notícia constante na imprensa brasileira. Esse fator de visibilidade, ao lado da própria familiaridade crescente dos executivos com a ferramenta, dá uma dimensão melhor do potencial que essa rede social representa hoje para as empresas brasileiras. Não por acaso, o número de citações do Linkedin foi, em nossa pesquisa, 10 pontos percentuais maior do que a média entre os executivos ativos em empresas B2B.
  3. SEO pela metade. A tática “SEO On Page” foi a terceira mais citada, com pouco mais de 40%, enquanto a tática “SEO Off Page” ficou em um modestíssimo décimo-segundo lugar, com pouco mais de 10% das citações. Incrivelmente, parece que boa parte do mercado ainda acha que SEO é algum tipo de código que se coloca nas páginas do site, ignorando completamente a necessidade do serviço de divulgação da páginas do site em sites de terceiros, atividade conhecida como “link building” ou “SEO Off-Page”.
  4. Email marketing. As respostas de nossa amostra deixam-nos bastante otimistas quanto à evolução desta tática: embora o e-mail marketing (com opt-in) esteja em quarto lugar com mais de 40% das citações, menos de 10% admitem apelar à compra de listas de e-mails para envio de mensagens não autorizadas (spam).
  5. Twitter e Blog. A posição de destaque ocupada pelo blog corporativo e pelo Twitter, praticamente empatados no quinto e sexto lugares com cerca de 40% das citações, à frente da publicidade de banners e outras formas de marketing digital, pode ser interpretada ao menos parcialmente como reflexo de uma preocupação crescente com o uso de técnicas de marketing de conteúdo entre as empresas brasileiras.
  6. Publicidade PPC e o resto. Há um abismo entre o número de citações da Publicidade PPC, em 11º lugar com quase 30%, e o do SEO off-page, em 12º lugar com pouco mais de 10% das citações. Neste “terceiro time” de técnicas menos citadas, há de tudo um pouco, desde tecnologias tradicionais a caminho do desuso até táticas bastante recentes em franco crescimento. Vale observar o baixíssimo número de citações da tática de “compras coletivas”, em último lugar, com apenas 1 citação.

Na média, cada empresa declarou a utilização de um mix com 6,05 ferramentas de marketing digital, deixando claro que a aposta é no efeito agregado das diferentes ferramentas, em busca de sinergia na produção de resultados.

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Pesquisa: cada compartilhamento vale quase 2 dólares

Estudo conduzido pela EventBrite, empresa criadora de um sistema de comercialização e divulgação de eventos nas redes sociais, investigou o valor médio em dólares gerado a cada vez que uma pessoa compartilha com seus amigos uma mensagem promocional de um evento. Confira a seguir os principais resultados desse estudo.

Retorno financeiro do compartilhamento em redes sociais (em dolares-americanos) - Fonte: EventBrite - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Retorno financeiro do compartilhamento em redes sociais (em dolares-americanos) – Fonte: EventBrite – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Mais dinheiro. O rendimento médio de cada compartilhamento varia de acordo com a rede social. No Facebook, esse valor é de 2,52 dólares. No Twitter, US$ 0,43; no Linkedin, US$ 0,90. O valor obtido com compartilhamento via e-mail é bastante alto, chegando a US$ 2,34. A média de todos os canais é de US$ 1,87 por compartilhamento.
  • Mais visitas. Os compartilhamentos nas redes sociais tendem a se tornar fontes de audiência cada vez mais importantes, superando inclusive a visibilidade nos buscadores. Segundo a Event Brite, cada compartilhamento no Facebook rende em média 11 visitas extras. Na média de todas as redes sociais, o retorno é de 7 visitas por compartilhamento.
  • O porte do evento não faz diferença. O estudo mostra que a taxa de compartilhamento de um evento é independente do seu porte, com resultados semelhantes para eventos com 10 ou 10 mil pessoas. Os temas de eventos que atraem mais compartilhamentos são Aulas, Oficinas, Networking, Coleta de doações, Conferências e Eventos Musicais.

Esse simples resultado sugere que o chamado “social commerce”, entendido como o conjunto de transações de compra e venda iniciadas a partir de compartilhamentos nas mídias sociais, é uma tendência irresistível, que inevitavelmente ocupará uma posição de crescente importância nas estratégias de marketing empresarial.

Ao unificar a recomendação social com a finalização da transação, o desafio das vendas na internet é se torna mais do que um simples ato de “produzir e divulgar”. Cada vez mais, será preciso conquistar confiança e credibilidade junto aos consumidores para obter recomendações que se converterão em vendas.

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Marketing em mídias sociais B2B longe da maturidade

Uma fatia significativa das empresas no segmento B2B ainda não está aproveitando o potencial do marketing em mídias sociais, diz estudo publicado pela empresa Eloqua. Confira a seguir os principais resultados dessa pesquisa.

Objetivos do marketing B2B nas midias sociais: 25% das empresas pesquisadas dizem não saber quais são os objetivos da empresa. Fonte: Eloqua - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Objetivos do marketing B2B nas midias sociais: 25% das empresas pesquisadas dizem não saber quais são os objetivos da empresa. Fonte: Eloqua – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Taxa de adoção. Apenas 64% das empresas pesquisadas afirmaram fazer uso do marketing em mídias sociais, sendo que 40% acreditam que não estão aproveitando o potencial dessa ferramenta.
  • Responsabilidade difusa. Entre as empresas que usam o marketing em mídias sociais, 26% o deixam a cargo do departamento de Relações Públicas, 11% encarregam a equipe de manutenção do website da empresa, 23% compartilham a responsabilidade entre diversos departamentos e 23% não definem um departamento específico para exercer essa função.
  • Objetivos. Entre os objetivos atribuídos à política de marketing em mídias sociais nas empresas B2B, 83% buscam criar consciência da marca, 56% procuram incentivar o compartilhamento de conteúdo para ampliar o seu alcance, 55% desejam aumentar a confiança na marca através de seguidores e “curtidas”, 32% desejam ampliar a demanda e 22% pretendem entender melhor a percepção da marca.
  • Geração de demanda. 53% das empresas pesquisadas não usam o marketing em mídias sociais como parte de seus processos de geração de demanda. Quando indagadas sobre o motivo, 43% afirmaram não ter uma estratégia definida para incorporar o marketing em mídias sociais à geração de demanda.
  • Benefícios esperados. Entre as empresas que afirmam usar as mídias sociais para geração de demanda, 50% esperam aumento do alcance e da consciência da marca, 35% esperam gerar oportunidades de vendas (leads) para aumentar receitas e 28% pretendem causar impacto mensurável na demanda ou na receita.
  • Plataformas utilizadas. 80% afirmaram usar o Facebook, contra 78% para o Twitter e 50% para o Linkedin, embora o Linkedin seja apontado como 3 vezes mais eficiente na geração de leads do que o Facebook e o Twitter no segmento B2B.

Em resumo, podemos dizer que a abordagem do marketing em mídias sociais pelo segmento B2B ainda está longe de atingir um estado de maturidade. O que se vê são empresas em diferentes estágios de experiência na utilização dessas mídias, sendo algumas já bastante adiantadas enquanto outras ainda engatinham. Esse contexto representa uma excelente oportunidade de conquistar um espaço duradouro nessas mídias para as empresas que adotarem imediatamente uma abordagem agressiva, altamente profissionalizada do marketing em mídias sociais, capaz de deixá-la vários passos à frente dos competidores.

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Impacto do Twitter e do Facebook sobre as visitas a seu site

No artigo intitulado “Mais conteúdo traz mais visitas e mais clientes, diz estudo” apresentamos a primeira parte de uma pesquisa do Hubspot junto a 7000 empresas sobre o impacto do marketing de conteúdo sobre o número de visitas ao site da empresa e sobre a quantidade de oportunidades de vendas geradas por essas visitas. Nesse primeiro artigo, o foco foi nos dados sobre o número de páginas do site e nas publicações do blog da empresa. Neste artigo, veremos a segunda parte do relatório do Hubspot, em que são apresentados os dados sobre o impacto do Facebook e do Twitter.

A principal consideração sobre o Twitter é o número de seguidores. Sites de empresas com 51 a 100  seguidores recebem 106% mais visitas do que sites de empresas com 25 seguidores ou menos. A vantagem cresce conforme aumenta o número de seguidores, chegando a 600% no segmento B2B e a quase 1800% no segmento B2C.

Já quanto ao Facebook, também há uma relação direta entre o número de “curtidas” (cliques no botão “Curtir”) da página da empresa no Facebook e o número de visitas ao site, embora a curva se comporte de forma curiosa: até o limite de 1000 “curtidas”, o crescimento das visitas ao site é bastante suave. Porém, ao ultrapassar esse limite, observa-se um salto abrupto que se aproxima de 1400% (veja o gráfico a seguir).

Facebook e o impacto das curtidas sobre as visitas ao site. Fonte: Hubspot

Facebook e o impacto das curtidas sobre as visitas ao site. Fonte: Hubspot

Segundo o próprio Hubspot: “A empresa média experimentou um crescimento de 185% na audiência após cruzar a linha das 1000 curtidas no Facebook”.

Enfim, a conclusão fundamental que emerge desses dados é a de que, sim, todo o esforço legítimo para construir uma base de seguidores no Twitter e fãs no Facebook é realmente compensador do ponto de vista do número de visitas experimentadas pelo site da empresa.

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Yahoo! Respostas: existe vida além do Facebook e do Twitter

Nas Mídias Sociais o congestionamento aumenta o custo e reduz o resultado

Se você for julgar o marketing de conteúdo em mídias sociais somente pelo que dizem os órgãos de imprensa, provavelmente chegará à conclusão de que “mídia social” é uma maneira de se referir a Facebook, Twitter e Linkedin.

Na verdade, como alertávamos já em abril de 2008 no artigo “O que é mídia social?“, a expressão descreve tanto uma miríade de ferramentas tecnológicas de comunicação online quanto o fenômeno da participação crescente do usuário no processo de produção, intervenção e disseminação do conteúdo.

Assim, o marketing em mídias sociais não se limita às redes sociais mais populares, mas pode incluir blogs, fóruns, podcasts, bookmarks, comunidades, wikis, videologs, entre outras ferramentas.

De fato, considerando toda a badalação em torno de Facebook, Twitter e Linkedin, podemos esperar que essas ferramentas se tornem cada vez mais congestionadas por empresas concorrentes, o que tornará cada vez mais cara e trabalhosa a tarefa de obter visibilidade nessas mídias.

Além disso, você precisa pesar na balança a questão da segmentação de mercado. Como a maioria dos perfis empresariais é aberta, temos visto muitos perfis com grande número de “fãs” e “seguidores” que simplesmente não têm a mínima chance de pertencer ao público-alvo pretendido pela empresa.

Serviços sociais de perguntas – conheça o Yahoo! Respostas Brasil

Será que não existe uma mídia alternativa que seja menos congestionada e mais fácil de direcionar para o seu público-alvo?

Claro que sim! Por exemplo, uma categoria de mídia social muito popular e com potencial de marketing pouco explorado no Brasil é a dos serviços sociais de perguntas e respostas, entre os quais destacamos o Yahoo! Respostas.

Yahoo Respostas Brasil: Excelente opção de marketing de conteúdo em mídias sociais

Yahoo Respostas Brasil: Excelente opção de marketing de conteúdo em mídias sociais

No Yahoo! Respostas, os participantes fazem perguntas em público e todos os demais participantes podem oferecer suas respostas. A pessoa que formulou a pergunta pode, então, escolher a melhor resposta ou deixar que a comunidade escolha a melhor resposta através de votação.

O Yahoo! Respostas tem um sistema de classificação dos usuários por “pontos” que são concedidos conforme a quantidade e a qualidade da participação de cada um.

O sistema de pontos do Yahoo! Respostas Brasil premia os usuários mais assíduos e com participação de melhor qualidade

O sistema de pontos do Yahoo! Respostas Brasil premia os usuários mais assíduos e com participação de melhor qualidade

Quanto mais pontos tiver um usuário, mais credibilidade terão suas respostas e maior acesso ele terá a recursos do sistema.

A segmentação de público no Yahoo! Respostas é extremamente simples. Graças a um poderoso sistema de buscas e a uma ampla classificação por categorias e subcategorias, os usuários rapidamente encontram as comunidades onde se sentirão mais à vontade para perguntar e responder perguntas. Uma excelente maneira de chegar ao seu cliente com a resposta que ele procura no momento em que está buscando por ela!

O Yahoo Respostas Brasil classifica as perguntas em categorias que abrangem uma grande variedade de públicos e mercados potenciais.

O Yahoo Respostas Brasil classifica as perguntas em categorias que abrangem uma grande variedade de públicos e mercados potenciais.

Além da opção de ingresso gratuito no sistema, as empresas dispõem da possibilidade de participação em um “Programa de Especialistas”.

Opção de Marketing de Conteúdo para empresas no Yahoo Respostas Brasil: Programa de Especialistas

Opção de Marketing de Conteúdo para empresas no Yahoo Respostas Brasil: Programa de Especialistas

Os especialistas do Yahoo! Respostas compartilham seu conhecimento com o público, obtendo um ganho inestimável em termos de credibilidade e imagem positiva para a marca, já que a empresa estará disponibilizando conhecimento útil para pessoas que precisam dele. Esteja certo de que a fixação da marca com essa estratégia é muito mais profunda do que um preguiçoso clique em um botão de “curtir”!

Exemplo de empresa que se beneficia do Programa de Especialistas do Yahoo! Respostas Brasil é a marca de ração animal Pedigree

Exemplo de empresa que se beneficia do Programa de Especialistas do Yahoo! Respostas Brasil é a marca de ração animal Pedigree

Destacamos os principais benefícios do Programa de Especialistas, nos termos do próprio Yahoo:

“Um Especialista do Yahoo! Respostas pode mencionar seus produtos ou serviços numa resposta desde que essa informação seja relevante e respeite as Regras da Comunidade. Os Especialistas ativos receberão uma etiqueta de perfil do Programa de Especialistas, um avatar customizado no Yahoo! Respostas, um link para o seu website e um destaque rotativo nesta página”.

Enfim, o Yahoo! Respostas é uma poderosíssima ferramenta de marketing de conteúdo em mídias sociais, de alcance ainda pouco explorado pelas empresas brasileiras. Aproveite agora em que o caminho está livre para ocupar o seu espaço!

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