Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Linkedin: o papel do evangelista da marca no marketing B2B

Como sua empresa pode marcar posição no Linkedin, fortalecendo o relacionamento com os principais influenciadores e tomadores de decisão? A chave está em aliar estrategicamente as duas grandes forças da comunicação de marketing na internet: o Marketing de Conteúdo e o Marketing de Relacionamento com clientes atuais e futuros.

Linkedin: estratégia de marketing B2B - imagem por Géssica Hellmann

Linkedin: estratégia de marketing B2B – imagem por Géssica Hellmann

O Linkedin é, mundialmente, a maior rede profissional da Internet. Lá você encontrará os executivos de todas as empresas da Fortune 500. Só no Brasil, já somos mais de 13 milhões de usuários ativos.

O Linkedin é uma excelente rede para ampliar a visibilidade de sua marca, fortalecer o seu relacionamento com os clientes atuais e interagir com os principais tomadores de decisão nos mais diversos segmentos. Deste modo, trata-se de uma ferramenta preferencial para todos os que estejam engajados no desafio de conquistar e manter clientes no mercado B2B.

No Linkedin, como em todas as suas outras ações de comunicação, você deve ter como foco o seu público-alvo. Seu objetivo é apresentar conteúdo relevante para atender às necessidades de informação dos diferentes estágios de prontidão para compra em que cada cliente se encontre.

Um fator fundamental para um eficiente  Marketing de Relacionamento a que poucas marcas têm dado a devida atenção é a definição de quem será o evangelista de sua marca. O evangelista é a pessoa responsável por gerenciar e monitorar as conversações estabelecidas nas mídias sociais – incluindo o Linkedin – que envolvam a sua marca, os seus produtos e o seu mercado de atuação.

Lembramos também que a participação do evangelista, em sua posição como “defensor da marca”, deve ir além da interação ou da publicação do conteúdo  na página oficial da empresa no Linkedin. O evangelista precisa também estar ativo onde o seu público se faz presente, zelando especialmente pela participação em grupos e comunidades. Veja a seguir alguns exemplos, extraídos de casos reais:

  • Em uma indústria de lingerie, o papel do evangelista é garantir a presença da marca através de um comportamento participativo/contributivo em grupos de varejo de moda.
  • No caso de uma indústria de equipamentos para construção civil, o papel do evangelista foi participar em grupos voltados a discussões sobre infraestrutura, engenharia e construção civil.
  • O evangelista de uma empresa do segmento contábil deve estar preparado para participar de grupos que reúnam CEOS, diretores e gerentes financeiros.

Desenvolvendo um trabalho de marketing de conteúdo direcionado aos diferentes públicos-alvo e interagindo de forma programada e direta com os tomadores de decisão, o evangelista de sua marca oferecerá a você a oportunidade de fortalecer o relacionamento com clientes atuais, informando e oferecendo soluções, reforçando a lembrança da marca, coletando feedback e, acima de tudo, influenciando diretamente o tomador de decisão.

No Linkedin, você não precisa passar por gatekeepers (telefonista, pela secretária, estagiários, assistentes) sem poder de decisão antes de finalmente chegar ao tomador de decisão.

O Marketing de Relacionamento no Linkedin soma-se ao Marketing de Conteúdo para ampliar as oportunidades de vendas, tornando-se o processo como um todo mais simples e rentável. Afinal, o evangelista da marca desempenha a importantíssima função de “preparar o terreno” para o contato direto de sua equipe de vendas, o tomador de decisão receberá seus vendedores de uma forma muito mais positiva. Após um cuidadoso trabalho de preparação no Linkedin, o seu vendedor não será apenas o “Fulano de Tal, vendedor”, mas o bem vindo representante de uma marca que o tomador de decisão já conhece e admira.

O evangelista da marca interage em nome da empresa nas redes sociais tem o papel de facilitador, de abrir caminho, fortalecendo o relacionamento entre a marca e os tomadores de decisão.

A pessoa responsável pelo gerenciamento da marca nas redes sociais, além de ser boa comunicadora, deve ter excelente habilidade em relações humanas.

Nunca é demais lembrar que as empresas são compostas por pessoas.

Entre em contato pelo formulário abaixo e comece já a implementar uma estratégia vencedora de Marketing de Relacionamento e Marketing de Conteúdo para influenciar os principais tomadores de decisão, abrindo incríveis oportunidades para que sua equipe comercial conquiste novos clientes e detecte um mundo de oportunidades de novos negócios.







Gerenciando sua carreira nas redes sociais – Palestra por Géssica Hellmann ao INESA

Na última terça-feira, dia 10 de setembro, tive a honra de proferir uma palestra em comemoração à semana do Administrador no auditório do salão nobre da ACIJ para os acadêmicos do curso de Bacharelado em Administração do Instituto de Ensino Superior Santo Antônio – INESA .

Chegando lá fui muito bem recebida pela coordenação do evento. Agradeço profundamente a extrema cordialidade e simpatia dos professores  Marcelo Pezzi, Decio Manoel Duarte Filho, Sandro Luis Decker e Maria Terezinha Niedziewski Devegili. Um muito obrigado também ao Professor Aldérico Silvio Gulini por haver sugerido à instituição o tema da palestra.

Palestra Gerenciando sua carreira nas redes sociais - por Géssica Hellmann

Palestra Gerenciando sua carreira nas redes sociais – por Géssica Hellmann

Durante 60 minutos, apresentei ideias sobre como “Gerenciar a sua carreira profissional nas Redes Sociais”. Durante a palestra, reforcei a importância do desenvolvimento de habilidades, da valorização do conhecimento e do envolvimento intencional para projetar com sucesso sua imagem profissional nas redes sociais.

Após a palestra, recebi muito feedback positivo. Quero destacar especialmente o reconhecimento recebido dos estudantes, com destaque para Maiara Angelo, Luiza Oliveira, Andreza Nebel, Rodolfo Garcia Junior, Cleiton Schulz, Jairo Storckmann Junior, Gislaine Knies e Joce Prado por sua iniciativa de me convidar a participar de suas redes de contatos profissionais nas redes sociais Facebook e Linkedin.

Enfim, é sempre um prazer compartilhar conhecimento com quem deseja aprender. A todos, desejo muito sucesso!







Como fazer marketing de moda nas redes sociais

Um estudo conduzido pela Netbase junto a 1005 mulheres americanas com perfil em pelo menos uma rede social investigou a influência das mídias sociais sobre o comportamento de compra das mulheres interessadas em informações sobre moda. Confira a seguir os principais resultados.

O marketing de moda requer conteúdo - ilustração por Géssica Hellmann

O marketing de moda requer conteúdo – ilustração por Géssica Hellmann

  • Os estudo identificou dois segmentos de consumidoras cujo comportamento de compra é mais fortemente influenciado pelas mídias sociais.
  • O primeiro é o das “Fashionistas“, representando 28% do total. Este grupo é composto pelas mulheres que “concordam fortemente” com esta afirmação: “Moda e beleza são extremamente importantes para mim”.
  • O segundo grupo é o das “Compradoras sociais“. Representando 15% do total, este grupo é composto pelas mulheres que concordam fortemente com a seguinte afirmação: “As marcas e produtos que meus amigos usam influenciam minhas decisões de compra”.
  • Influência do Facebook. As fashionistas e as compradoras sociais têm maior probabilidade de manter um perfil no Facebook do que em qualquer outra rede social. As fashionistas também procuram inspiração em blogs e fóruns. O Facebook inspira decisões sobre moda em pelo menos uma categoria de produtos para 72% das compradoras sociais e 56% das fashionistas.
  • Blogs e Fóruns. 62% das fashionistas e 64% das compradoras sociais consultam blogs ou fóruns antes de tomar uma decisão de compra.
  • Pinterest. Cerca de metade das fashionistas e das compradoras sociais procuram inspiração no Pinterest, que influencia 27% das decisões de compra das fashionistas relativas a roupas para ocasiões especiais, joalheria e roupas para uso informal (casual wear).
  • Instagram. 42% das mulheres no grupo entre 18 e 29 anos são influenciadas pelo Instagram na decisão de compra em pelo menos uma categoria de produtos de moda.
  • Twitter. Embora 75% das compradoras sociais e 66% das fashionistas mantenham perfis no Twitter, esta mídia não exerce influência significativa sobre os padrões de compra dessas consumidoras.

Consequências para as empresas brasileiras

O estudo é bastante claro quanto à estratégia a ser adotada pelas marcas de moda. Em primeiro lugar, é preciso estar presente de verdade nas redes sociais, com uma sólida base de conteúdo informativo para atrair as consumidoras fashionistas e compradoras sociais. Uma abordagem ao estilo “meninas, vejam só que lindo” tende a resultar ineficiente por soar artificial e não se dirigir especificamente às necessidades de informação dessas consumidoras.

Numa abordagem por mídia, o Facebook surge como uma importante fonte de informação sobre as consumidoras, o local perfeito para reunir informações de inteligência: detectar preferências, tendências, comportamentos, necessidades.

Os blogs e fóruns, duas mídias que, segundo nossas observações, têm sido muito mal utilizadas pelas empresas brasileiras, representam o local ideal para conhecer e influenciar as líderes de opinião em seu mercado através da participação direta da empresa em comentários e discussões.

Já as mídias visuais, como Pinterest e Instagram, devem ser usadas intensamente, já que a moda é uma indústria visual por natureza. Assim, a produção e compartilhamento incessante de conteúdo visual nessas mídias assume importância estratégica.

Se a sua empresa atua no mercado da moda e pretende vencer nas mídias sociais, entre em contato pelo formulário a seguir para conhecer nossas ideias e estratégias.







Pesquisa Marketing Digital 2013: Táticas

No questionário da “Pesquisa Marketing Digital 2013: o papel das Agências e Consultorias”, a questão 5 se referia às ferramentas (táticas) de marketing digital adotadas pelas empresas para atingir seus objetivos. Confra as respostas no gráfico 1.

Gráfico 1 - Pergunta 5: "Quais das seguintes ferramentas de marketing digital sua empresa utiliza atualmente? Fonte: Géssica Hellmann & Cia (2013).

Gráfico 1 – Pergunta 5: “Quais das seguintes ferramentas de marketing digital sua empresa utiliza atualmente? Fonte: Géssica Hellmann & Cia (2013).

Entre as muitas informações interessantes nessa lista de táticas de marketing, gostaríamos de destacar as seguintes:

  1. Predominância absoluta do Facebook. Este dado não chega exatamente a constituir uma surpresa, já que se trata da rede social mais “badalada” pela imprensa na atualidade. A própria visibilidade do Facebook já lhe garantiria predominância sobre outras mídias. Entretanto, a presença de recursos publicitários cada vez mais interessantes para os anunciantes de todos os portes é um chamariz adicional para explicar o seu sucesso.
  2. Destaque para o Linkedin. Este resultado pode ser creditado, ao menos parcialmente, ao fato de que a nossa amostra de respondentes foi contactada através da própria rede social Linkedin. Entretanto, o crescimento do Linkedin no Brasil tem sido notícia constante na imprensa brasileira. Esse fator de visibilidade, ao lado da própria familiaridade crescente dos executivos com a ferramenta, dá uma dimensão melhor do potencial que essa rede social representa hoje para as empresas brasileiras. Não por acaso, o número de citações do Linkedin foi, em nossa pesquisa, 10 pontos percentuais maior do que a média entre os executivos ativos em empresas B2B.
  3. SEO pela metade. A tática “SEO On Page” foi a terceira mais citada, com pouco mais de 40%, enquanto a tática “SEO Off Page” ficou em um modestíssimo décimo-segundo lugar, com pouco mais de 10% das citações. Incrivelmente, parece que boa parte do mercado ainda acha que SEO é algum tipo de código que se coloca nas páginas do site, ignorando completamente a necessidade do serviço de divulgação da páginas do site em sites de terceiros, atividade conhecida como “link building” ou “SEO Off-Page”.
  4. Email marketing. As respostas de nossa amostra deixam-nos bastante otimistas quanto à evolução desta tática: embora o e-mail marketing (com opt-in) esteja em quarto lugar com mais de 40% das citações, menos de 10% admitem apelar à compra de listas de e-mails para envio de mensagens não autorizadas (spam).
  5. Twitter e Blog. A posição de destaque ocupada pelo blog corporativo e pelo Twitter, praticamente empatados no quinto e sexto lugares com cerca de 40% das citações, à frente da publicidade de banners e outras formas de marketing digital, pode ser interpretada ao menos parcialmente como reflexo de uma preocupação crescente com o uso de técnicas de marketing de conteúdo entre as empresas brasileiras.
  6. Publicidade PPC e o resto. Há um abismo entre o número de citações da Publicidade PPC, em 11º lugar com quase 30%, e o do SEO off-page, em 12º lugar com pouco mais de 10% das citações. Neste “terceiro time” de técnicas menos citadas, há de tudo um pouco, desde tecnologias tradicionais a caminho do desuso até táticas bastante recentes em franco crescimento. Vale observar o baixíssimo número de citações da tática de “compras coletivas”, em último lugar, com apenas 1 citação.

Na média, cada empresa declarou a utilização de um mix com 6,05 ferramentas de marketing digital, deixando claro que a aposta é no efeito agregado das diferentes ferramentas, em busca de sinergia na produção de resultados.

Precisa de ajuda para otimizar o mix de táticas de comunicação em sua empresa? Entre em contato pelo formulário abaixo!







Brasileiros são recordistas em consumo de mídia online

O US Media Consulting realizou uma ampla revisão de pesquisas diversas fontes sobre consumo de mídia no Brasil que contém dados fundamentais para a formulação de estratégias de comunicação em nosso contexto de negócios. Vamos conferir alguns dos principais resultados.

Onde o brasileiro faz pesquisa na web? Fonte: comScore/US Media Consulting (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia/Infogr.am

Onde o brasileiro faz pesquisa na web? Fonte: comScore/US Media Consulting (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia/Infogr.am

  • Segundo estudo da KPMG, os brasileiros gastam 15 dólares por mês na mídias tradicionais contra 6 dólares por mês em mídia digital.
  • Mais brasileiros leem notícias online do que em jornais.
  • Os brasileiros consomem mais mídia digital do que as pessoas em outros mercados de grande porte, inclusive os EUA.
  • 57% dos brasileiros assistem a TV e usam a internet para atividades não relacionadas às mídias sociais.
  • 37% assistem à TV ao mesmo tempo em que acessam as mídias sociais.
  • Os 3 hábitos de consumo de mídia online mais frequentes entre brasileiros são visitar sites de redes sociais (77%), acessar notícias online (70%) e acessar mapas (57%).
  • As 3 atividades mais frequentes dos brasileiros nas mídias offline são assistir a TV (85%), ouvir rádio (61%) e ler jornais (57%).
  • A verba publicitária alocada na internet já é superior ao montante investido na mídia jornal, segundo dados do IAB Brasil.
  • Estudo divulgado pela comScore revelou que a audiência de vídeos online cresceu 18% entre os brasileiros em dezembro de 2012 na comparação com dezembro de 2011.
  • Os hábitos brasileiros de pesquisa na internet são os seguintes, em número de buscas por usuário por mês:
  1. Google: 129
  2. Mercado Livre: 11,8
  3. Bing: 8,6
  4. Yahoo: 5,9
  5. Facebook: 4,6
  • Os sites que estão apresentando o maior crescimento são os de saúde com crescimento de 18% em 2012 e os de estilo de vida, que cresceram 17%.
  • Os brasileiros gastaram 579 minutos por usuário por mês nas mídias sociais em dezembro de 2012, sendo que 93% desse tempo é gasto no Facebook. A segunda rede em que os brasileiros gastam mais tempo é o Ask.fm, com 2,1%.
  • Estudo da McKinsey identificou 7 segmentos fundamentais entre os consumidores brasileiros de mídia online:
  1. Comunicadores digitais (26%). Neste segmento, 61% são mulheres, 67% de classe média superior, com idade média de 30 anos e gastam mais tempo nas mídias sociais do que outros grupos.
  2. Vídeo Digerati (20%). Consomem mais vídeos do que a média dos brasileiros. 55% são homens, com idade média de 30 anos e 51% são de classe média.
  3. Tradicionalistas (15%). Esta categoria tem mais mulheres (55%) do que homens, tem idade média de 33 anos e 45% são de classe média. Este grupo gasta menos tempo do que a média em redes sociais.
  4. Trabalhadores a caminho (13%). A maior parte deste grupo é composta por mulheres (60%), majoritariamente de classe média (55%), com idade média igual a 32 anos. Este grupo gasta mais tempo usando seus telefones celulares do que o consumidor médio.
  5. Viciados em mídia digital (13%). Público predominantemente masculino (63%), idade média de 26 anos. 47% são de classe média.
  6. Profissionais (8%). A idade média deste grupo é de 37 anos, 56% são homens e 71% de classe média superior.
  7. Gamers (5%). 52% são homens e de classe média e a idade média deste grupo é de 26 anos.

Consequências para as empresas brasileiras

Embora as mídias offline reinem supremas entre os brasileiros, as mídias online estão rapidamente conquistando espaço, o que gera a necessidade de uma distribuição estratégica entre as mídias on e offline para atender a diferentes públicos e atingir os objetivos desejados de cobertura e frequência no target.

Cada vez mais, a atividade de programação de mídia no Brasil requer amplo acesso a dados confiáveis sobre consumo de meios e veículos, sejam eles on ou offline. Em especial, é preciso acompanhar o comportamento dinâmico do consumidor online, para programar o melhor mix e otimizar o seu investimento publicitário.

Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário a seguir.