Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Indicadores de sucesso de campanhas publicitárias: diagnóstico e soluções

Em toda campanha de publicidade ― ou, em termos mais amplos, de comunicação de marketing ― seja online ou em qualquer outra mídia, o anunciante se depara com o desafio de definir indicadores confiáveis para medir o desempenho. Nesse contexto, multiplicam-se as sugestões e debates sobre o significado de “sucesso” e “fracasso” de uma campanha, em que cada parte defende sua posição com argumentos nem sempre incorretos, mas quase sempre incompletos.

Os indicadores de desempenho de campanhas publicitárias se sucedem em cadeia - e o elo mais importante é o gestor! - Imagem: "Businessman In The Chain" por David Castillo Dominici em Freedigitalphotos.net

Os indicadores de desempenho de campanhas publicitárias se sucedem em cadeia – e o elo mais importante é o gestor! – Imagem: “Businessman In The Chain” por David Castillo Dominici em Freedigitalphotos.net

Neste artigo, vamos propor a adoção de um conjunto básico de indicadores de sucesso de campanhas de propaganda, esclarecendo sua origem e finalidade, seu real significado e qual sua contribuição para o diagnóstico e solução de problemas em sua campanha.

Indicadores de sucesso: definições

Os indicadores de sucesso propostos são resultado de uma simples razão matemática entre variáveis comuns, acessíveis ao anunciante através do painel de seus sistemas de controle. Assim, decidimos expressar as variáveis com letras do alfabeto latino e, os indicadores, com as letras do alfabeto grego α (alfa), β (beta), γ (gama), δ (delta) e ε (épsilon).

O primeiro indicador, α, é o mais simples de todos, expresso pelo número bruto de exibições dos seus anúncios. Como quem aparece mais, vende mais, este número é o primeiro indicador das possibilidades de sucesso de sua campanha.

O segundo indicador, β, é a razão entre o número de reações (r) ao seu anúncio e o número bruto de exibições (α). Por exemplo, no caso de campanhas em regime de “custo por clique”, uma “reação” é um clique em seu anúncio. Assim, β = r / α, expresso em termos porcentuais.

Por exemplo, caso seu anúncio tenha sido exibido 1000 vezes e gerado 20 cliques, teremos β = r / α = 20 / 1000 = 2%.

O terceiro indicador, γ, é a razão entre o número de leads e o número de reações. A definição do que é um lead pode variar conforme o modelo de negócio. Por exemplo, em uma loja online, um lead é uma pessoa que dá início a um processo de compra ao incluir um produto no carrinho e preencher o cadastro de usuário. Em uma empresa de serviços, um lead pode ser uma pessoa que entra em contato solicitando um orçamento ou a visita de um representante. Um lead também pode ser um visitante que faz download da versão trial de seu software ou que se cadastra para receber um e-book onde você explica em detalhes o funcionamento de sua oferta.

Seja qual for a manifestação específica em seu negócio, entenda que os leads são sempre definidos como oportunidades de vendas, como o início de um processo de vendas. Sem leads, simplesmente não existe possibilidade de vender!

Deste modo, γ = l / c, onde l é o número de leads. Assim, se sua campanha gerou 1000 cliques que resultaram em 20 leads, γ = l / c = 20/1000 = 2%

O quarto indicador, δ, é a razão entre os negócios fechados e o número total de leads. Observe que, finalmente, estamos falando de receitas, de entradas de caixa, de retorno sobre o investimento em marketing! Portanto, não há dúvidas de que este é o indicador de maior interesse para todos os anunciantes e empresários, o objetivo maior de todas as campanhas publicitárias e de todo o seu programa de marketing.

Logo, δ = f / l, onde f corresponde ao número de fechamentos, independente do valor individual de cada negócio fechado, do tíquete médio ou outros indicadores de desempenho financeiro.

Finalmente, dependendo do negócio, pode haver um indicador negativo ε, referente a negócios desfeitos devido a desistências de compras, devoluções de mercadorias, conflitos contratuais, etc. Algebricamente, ε = d / f, onde d é o número de desistências.

Uso dos indicadores de sucesso para diagnóstico e solução de problemas

De posse dos indicadores, o anunciante pode efetuar um diagnóstico da eficiência de sua campanha, obtendo pistas sobre onde deve procurar as causas de eventuais problemas. Vejamos quais são os principais problemas que dão origem a valores insatisfatórios nos diversos indicadores.

1 – Valor de α. Um número muito baixo de exibições de sua marca indica, quase na totalidade dos casos, a ocorrência de erros na programação de seus anúncios ou problemas técnicos no veículo publicitário escolhido. Você deve conferir se os números de audiência em que você baseou seu plano de mídia estão corretos ou se o veículo não está encontrando problemas para se manter no ar. No caso de campanhas que pagam por clique, uma causa comum é a definição de um valor excessivamente baixo para o lance de palavras-chaves competitivas.

2 – Valor de β. Um número muito baixo de reações ao seu anúncio provavelmente indica um problema de criação. Basicamente, seu anúncio não está despertando o interesse dos seus clientes. Experimente mudar o anúncio, testando diferentes combinações de títulos e textos e, quando for o caso, imagens ou vídeos. Faça testes A/B para avaliar competitivamente o desempenho de cada anúncio, descartando as versões menos eficientes e aperfeiçoando progressivamente as melhores versões.

Outra causa a ser investigada é o mau posicionamento do anúncio, o que pode incluir desde um outdoor pouco visível até um banner localizado no rodapé de uma página web.

3 – Valor de γ. Uma taxa excessivamente baixa de geração de leads por clique sugere a ocorrência de um ou mais problemas fundamentais na sua oferta. A solução é rever item por item do seu marketing mix. Basicamente, quando os anúncios atraem clientes potenciais mas nenhum deles se interessa em iniciar uma compra, você pode estar tendo problemas como os seguintes:

  • Seus produtos não agradam aos clientes. Os clientes entram em sua loja ou site, olham tudo, não gostam do que veem e vão embora.
  • Falta variedade. você não está oferecendo os modelos, cores, tamanhos, sabores, ou qualquer outra característica que os clientes estejam procurando.
  • Preços muito altos ― ou inacreditavelmente baixos. Um preço alto demais afasta clientes, mas um preço baixo demais também gera desconfiança.
  • Comunicação inconsistente. Textos confusos, quantidade excessiva de imagens, excesso ou falta de informações sobre os produtos, poluição visual, elementos decorativos não informativos, ambiente visualmente desagradável, linguagem rude ou sem emoção, apelos de venda contraditórios, todos esses fatores contribuem para reduzir o número de leads.
  • Limitações na oferta. Exigência de quantidades mínimas, recusa em aceitar certos meios de pagamento, prazos muito longos para entrega, custo elevado de frete, imposição de regras que grande número de pessoas considere excessivas ou injustas.

Enfim, se você está enfrentando problemas com baixo valor de γ, a solução pode variar desde ajustes em fatores individuais à base da tentativa e erro, até uma ampla pesquisa de mercado para detectar o conjunto de problemas e resolvê-los todos de uma vez.

4 – Valor de δ. Um baixo índice de fechamentos em face de um número satisfatório de leads deve dirigir sua atenção aos seus sistemas de vendas propriamente ditos. As instruções são claras e inteligíveis? Os sistema de pagamento está funcionando de forma adequada? A sua equipe de atendimento está respondendo às solicitações dos leads em tempo hábil? As respostas estão bem redigidas, de forma persuasiva e cortês? Os seus representantes estão se mostrando capazes de detectar as reais necessidades dos clientes e apresentar soluções adequadas para cada caso?

5 – Valor de ε. Um valor excessivamente alto de desistências sugere problemas graves na qualidade dos produtos ou serviços vendidos, ou em qualquer outro fator no pós-venda. De fato, o que você está proporcionando à maioria dos clientes é uma grande decepção em vez de satisfação. Procure conversar com os desistentes e entender seus motivos, e seja rápido na implementação das correções dos problemas detectados.

A relação entre investimento e resultado

É evidente que cada um desses indicadores terá valores ideais e valores típicos diferentes em cada segmento de mercado. Por exemplo, uma empresa de consultoria empresarial tenderá a apresentar um índice δ menor do que uma empresa de varejo de bens de consumo especializada itens de compra por impulso.

Por outro lado, cada empresa em cada segmento terá de acumular experiência, realizando ajustes com bases nos resultados obtidos até que disponha de uma amostra de dados ampla o suficiente para realizar previsões de desempenho confiáveis.

Sejam quais forem os números reais para sua empresa e seu segmento, você precisa observar que esses indicadores mantêm entre si uma relação de sucessão em cadeia. Ou seja, não é sequer possível extrair conclusões sobre o valor de β sem ter atingido um valor mínimo aceitável para α! Ou seja, você precisa resolver os problemas no primeiro elo da cadeia antes que seja possível examinar com exatidão os problemas do elo seguinte.

Outro fato importante a ser lembrado é que cada elo da cadeia de indicadores representa apenas uma fração do elo anterior. Sendo assim, ao estabelecer uma meta de vendas para uma campanha (δ), você está necessariamente estabelecendo uma meta mínima de investimento em exibições de anúncios! Veja um exemplo na tabela a seguir.

Relação entre indicadores de desempenho e o nível de investimento em campanhas publicitárias. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Relação entre indicadores de desempenho e o nível de investimento em campanhas publicitárias. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

No caso acima, o anunciante deseja fechar 20 negócios ao final da campanha e a proporção entre cada variável é constante em 2%. Assim, para fechar 20 negócios, esse anunciante precisa gerar 1.000 leads. Mas, para gerar 1.000 leads, ele precisa garantir cerca de 50.000 cliques em sua campanha. Em síntese, esse anunciante precisará investir em uma campanha com 2.500.000 exibições para gerar os 20 fechamentos.

Note que é simplesmente impossível descobrir a relação entre essas variáveis antes de começar. A capacidade de previsão virá com o tempo, conforme você for fazendo experiências e medindo resultados.

Concluímos que a publicidade não é um jogo que possa ser facilmente vencido no curto prazo com baixos orçamentos. Você precisa dispor de uma quantia substancial para arriscar em testes e pesquisas antes que seja capaz de ter uma visão mais precisa de suas possibilidades de retorno. Caso contrário, é melhor nem começar.

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Como pedir um orçamento de serviços de marketing online

Boa parte dos contatos que recebemos através deste site envolve um pedido de “orçamento”. Basicamente, a pessoa nos informa que tem uma empresa, um site, um perfil no Facebook, e quer saber “quanto custam” nossos serviços.

Nossa primeira reação diante de todas as mensagens recebidas é sempre dizer “muito obrigado pelo contato“. Sim, nós queremos que você entre em contato conosco esclarecendo qual é o seu problema e como podemos ajudar você a resolvê-lo.

O segundo passo é anexar à mensagem o arquivo atualizado de apresentação da nossa empresa, no qual você encontrará uma descrição resumida e bastante objetiva dos nossos serviços de Consultoria, Auditoria, Treinamento e Assessoria, com algumas ideias de situações em que cada serviço é aplicável.

Sim, é claro que podemos produzir conteúdo para seu blog, seus perfis no Twitter e no Facebook. Sim, também podemos produzir conteúdo para seu Flickr, Instagram, Youtube, Pinterest. Sim, podemos divulgar sua marca no Linkedin, no Twitter, Foursquare. Sim, podemos gerenciar perfis no Yahoo Respostas Brasil, no Dihitt, gerenciar campanhas publicitárias, criar promoções, desenvolver sites e sistemas de e-commerce, entre muitas outras atividades típicas de uma empresa de consultoria e assessoria de comunicação e marketing online.

Observe, no entanto, que nossos serviços são personalizados para cada cliente. Desta forma, não dispomos de uma “tabela de preços”, nem podemos enviar um “orçamento” ou “proposta comercial” sem saber exatamente qual é a sua empresa, o que você pretende pretende conseguir e quanto pretende investir para produzir o resultado desejado.

De fato, nosso principal “produto” é, na realidade, um “plano de investimento em marketing online“, em que explicamos para você qual a melhor maneira de investir a sua verba para atingir o seu objetivo.

Caso você não tenha definido uma verba – situação de 99,9% das empresas que nos procuram – nós podemos orientar você quanto aos valores mínimos para realizar seus objetivos de marketing online.

Caso você não tenha definido objetivos de comunicação precisos – situação muito comum, já que nem sempre é fácil decidir quais objetivos de comunicação são adequados aos objetivos de marketing de cada empresa – nós também podemos prover orientação nesse sentido.

Perceba que a decisão mais importante de todas é decidir o que você quer conseguir dentro de quanto tempo. O resto é consequência.

Tendo esclarecido esse ponto, o seu próximo passo é preencher o formulário abaixo, informando seu nome, sua empresa, seu website, seu telefone/endereço Skype e um resumo do seu problema.

Nossa política é responder a todos os contatos no máximo até o primeiro dia útil após o recebimento da mensagem. Na nossa resposta, você receberá nossa avaliação prévia resumida sobre a situação e, se for o caso, ofereceremos 3 opções de horários para efetuarmos uma reunião via Skype. Caso esteja disponível em um dos horários que oferecermos, você responderá ao nosso email confirmando sua presença no horário escolhido.

Durante os 30 minutos de nossa reunião por Skype, vamos procurar esclarecer os detalhes do seu problema, definindo objetivos claros dentro de uma faixa de orçamento compatível com a realidade de sua empresa.

Caso você esteja em dúvida sobre o caminho a seguir e quanto ao orçamento a investir, você poderá contratar nosso serviço de consultoria, em que discutiremos juntos as possíveis soluções para seu problema e consolidaremos todas as ideias em um plano escrito detalhado, com cronograma de execução, aplicações mensais de orçamento por mídia e métodos de mensuração do desempenho.

Caso você já tenha uma visão mais clara do problema, poderemos passar logo ao desenvolvimento de uma solução nas modalidades Assessoria, Treinamento, Auditoria ou Sistemas de Marketing Online para Pequenas Empresas.

Enfim, você sempre terá o controle sobre tudo o que faremos e quanto você vai investir. Ao lidar com a gente, você tem a garantia de total transparência quanto a todos os aspectos de um serviço feito sob medida para as necessidades de sua empresa.

Agora é com você. O formulário de contato está disponível logo a seguir!







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Brasileiros são recordistas em consumo de mídia online

O US Media Consulting realizou uma ampla revisão de pesquisas diversas fontes sobre consumo de mídia no Brasil que contém dados fundamentais para a formulação de estratégias de comunicação em nosso contexto de negócios. Vamos conferir alguns dos principais resultados.

Onde o brasileiro faz pesquisa na web? Fonte: comScore/US Media Consulting (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia/Infogr.am

Onde o brasileiro faz pesquisa na web? Fonte: comScore/US Media Consulting (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia/Infogr.am

  • Segundo estudo da KPMG, os brasileiros gastam 15 dólares por mês na mídias tradicionais contra 6 dólares por mês em mídia digital.
  • Mais brasileiros leem notícias online do que em jornais.
  • Os brasileiros consomem mais mídia digital do que as pessoas em outros mercados de grande porte, inclusive os EUA.
  • 57% dos brasileiros assistem a TV e usam a internet para atividades não relacionadas às mídias sociais.
  • 37% assistem à TV ao mesmo tempo em que acessam as mídias sociais.
  • Os 3 hábitos de consumo de mídia online mais frequentes entre brasileiros são visitar sites de redes sociais (77%), acessar notícias online (70%) e acessar mapas (57%).
  • As 3 atividades mais frequentes dos brasileiros nas mídias offline são assistir a TV (85%), ouvir rádio (61%) e ler jornais (57%).
  • A verba publicitária alocada na internet já é superior ao montante investido na mídia jornal, segundo dados do IAB Brasil.
  • Estudo divulgado pela comScore revelou que a audiência de vídeos online cresceu 18% entre os brasileiros em dezembro de 2012 na comparação com dezembro de 2011.
  • Os hábitos brasileiros de pesquisa na internet são os seguintes, em número de buscas por usuário por mês:
  1. Google: 129
  2. Mercado Livre: 11,8
  3. Bing: 8,6
  4. Yahoo: 5,9
  5. Facebook: 4,6
  • Os sites que estão apresentando o maior crescimento são os de saúde com crescimento de 18% em 2012 e os de estilo de vida, que cresceram 17%.
  • Os brasileiros gastaram 579 minutos por usuário por mês nas mídias sociais em dezembro de 2012, sendo que 93% desse tempo é gasto no Facebook. A segunda rede em que os brasileiros gastam mais tempo é o Ask.fm, com 2,1%.
  • Estudo da McKinsey identificou 7 segmentos fundamentais entre os consumidores brasileiros de mídia online:
  1. Comunicadores digitais (26%). Neste segmento, 61% são mulheres, 67% de classe média superior, com idade média de 30 anos e gastam mais tempo nas mídias sociais do que outros grupos.
  2. Vídeo Digerati (20%). Consomem mais vídeos do que a média dos brasileiros. 55% são homens, com idade média de 30 anos e 51% são de classe média.
  3. Tradicionalistas (15%). Esta categoria tem mais mulheres (55%) do que homens, tem idade média de 33 anos e 45% são de classe média. Este grupo gasta menos tempo do que a média em redes sociais.
  4. Trabalhadores a caminho (13%). A maior parte deste grupo é composta por mulheres (60%), majoritariamente de classe média (55%), com idade média igual a 32 anos. Este grupo gasta mais tempo usando seus telefones celulares do que o consumidor médio.
  5. Viciados em mídia digital (13%). Público predominantemente masculino (63%), idade média de 26 anos. 47% são de classe média.
  6. Profissionais (8%). A idade média deste grupo é de 37 anos, 56% são homens e 71% de classe média superior.
  7. Gamers (5%). 52% são homens e de classe média e a idade média deste grupo é de 26 anos.

Consequências para as empresas brasileiras

Embora as mídias offline reinem supremas entre os brasileiros, as mídias online estão rapidamente conquistando espaço, o que gera a necessidade de uma distribuição estratégica entre as mídias on e offline para atender a diferentes públicos e atingir os objetivos desejados de cobertura e frequência no target.

Cada vez mais, a atividade de programação de mídia no Brasil requer amplo acesso a dados confiáveis sobre consumo de meios e veículos, sejam eles on ou offline. Em especial, é preciso acompanhar o comportamento dinâmico do consumidor online, para programar o melhor mix e otimizar o seu investimento publicitário.

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Statcounter: os números do Brasil móbile e desktop em 2012

Neste primeiro artigo de 2013, vamos verificar as tendências de alguns dados de importância estratégica vital para o sucesso na web, baseando-nos nos dados do StatCounter sobre o uso da web no Brasil.

Navegadores Web: Google Chrome consolida a liderança, IE perde preferência

Segundo o Statcounter, 2012 foi o ano em que o Google Chrome consolidou sua liderança na preferência dos internautas brasileiros, com um vertiginoso crescimento de quase 16 pontos percentuais, saltando de excelentes 43,59% em janeiro para confortáveis 59,48% em dezembro.

Participação dos navegadores web no Brasil em 2012 (PC) - Google Chrome consolida a liderança - Fonte: StatCounter - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Participação dos navegadores web no Brasil em 2012 (PC) – Google Chrome consolida a liderança – Fonte: StatCounter – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A maior parte desse crescimento se deu em prejuízo do navegador da Microsoft, o Internet Explorer, que despencou 12,44 pontos percentuais ao longo do ano, de 31,62% para 19,18%, praticamente empatando com o Mozilla Firefox, cuja queda de 4,5 pontos percentuais levou-o a fechar o ano com 18,29% de participação.

Correndo por fora, o Safari, da Apple, fechou o ano sem conseguir conquistar 2% da preferência dos brasileiros, evoluindo lentamente de 1,22% para 1,97% ao longo do ano.

Finalmente, a versão para desktop do navegador Opera continua mantendo sua característica de opção “exótica”, fechando o ano com os mesmos 0,48% do início do ano, com algumas leves oscilações ao longo do período.

Navegadores móbile: disputa acirrada

Enquanto o mercado dos navegadores para desktop se destaca pela liderança absoluta do Google Chrome, entre os navegadores mobile impera um clima de competição feroz entre diversos jogadores.

Participação dos navegadores móbile no Brasil em 2012 - Opera e Android disputam a liderança. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Participação dos navegadores móbile no Brasil em 2012 – Opera e Android disputam a liderança. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Entre os movimentos mais notáveis que se pode observar no gráfico acima, destacamos:

  • A perda da liderança do navegador Opera para o navegador nativo do Android em setembro de 2012. Será esse movimento um reflexo de preferência real do consumidor brasileiro pelo navegador do Android ou um mero reflexo do aumento das vendas de smartphones Android ao longo do ano? Conseguirá o Opera reconquistar a preferência dos seus antigos usuários e conquistar um espaço entre o número cada vez maior de usuários novos de smartphones no Brasil?
  • Decadência do navegador da Nokia, que podemos atribuir à ascensão rápida do sistema operacional Android no mercado brasileiro, boa parte às expensas da participação de mercado da Nokia.
  • Forte aumento da participação do navegador do iPhone, em contraste com a baixa penetração dos dispositivos móveis Apple no mercado brasileiro, sugerindo que os usuários do iPhone provavelmente usam seus aparelhos mais intensivamente para navegar na web.

Mecanismos de pesquisa PC e Móbile: liderança inconteste do Google

No mercado de pesquisas web em desktops, prevalece a monotonia, com liderança absoluta do buscador Google sem nenhum concorrente que o ameace nesse território.

Mecanismos de pesquisa: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mecanismos de pesquisa: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Já faz alguns anos que, entre os brasileiros, o Google é sinônimo de mecanismo de pesquisa, mantendo-se sempre com uma liderança incontestável, superior a 95%. Assim, não é surpresa quando verificamos que essa preferência se transfere integralmente para os ambientes móveis, com reduzidíssimo número de pesquisas em buscadores concorrentes como o Yahoo e o Bing.

Mecanismos de pesquisa em ambientes móbile: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mecanismos de pesquisa em ambientes móbile: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resoluções de tela: a variedade é a regra

Resolucoes de tela usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resolucoes de tela usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A variedade cada vez maior de dispositivos se reflete em uma variedade estonteante de resoluções e proporções de tela, tanto no ambiente de desktops e notebooks como nos smartphones e tablets.

Isso cria um desafio permanente para os profissionais de design e aumenta os custos de desenvolvimento de websites, na medida em que é necessário desenvolver uma aparência para o website da empresa que seja capaz de funcionar em um sem número de resoluções tela, sendo impossível sequer prever qual será o padrão mais utilizado nos próximos 12 meses.

Resoluções de tela em ambiente móbile usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resoluções de tela em ambiente móbile usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Essa realidade é ainda mais dramática nos ambientes móbile, onde as resoluções de tela com menos de 1% de participação individual somam nada menos que 48,91% do total!

Ascensão do móbile ainda longe de matar o desktop

O gráfico abaixo representa um daqueles “choques de realidade” que nos obrigam a separar o que é fato do que é “hype”.

Desktop versus móbile: evolução ao longo de 2012. Fonte: StatCounter.  Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Desktop versus móbile: evolução ao longo de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Fato 1: os acessos móveis à internet cresceram incessantemente ao longo de 2012 e podemos esperar que continuem crescendo ao longo de 2013.
Fato 2: o grosso dos acessos a websites ainda é feito através de um PC.

Esses dois fatos nos levam igualmente a duas conclusões. A primeira é que o avanço de 1,57 ponto percentual na participação das mídias móveis ao longo de 12 meses não autoriza ninguém a sentenciar que “o PC morreu”. A segunda conclusão é a de que, em que pese a dominância do PC, a ascensão constante que levou as plataformas móbile a mais de 5% do total de acessos em dezembro de 2012 torna urgente a adaptação dos websites atuais, especialmente os sistemas de comércio eletrônico, para funcionamento perfeito nos dispositivos móveis.

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Marketing de conteúdo para o setor de hotelaria e turismo

Capítulo 1 – A força do marketing de conteúdo é um fato: aceite-o ou seja atropelado por ele

Em primeiro lugar, gostaria que você observasse atentamente a apresentação acima (se preferir, faça download clicando aqui). Trata-se de uma coletânea com 16 notícias, a maioria bastante recente, sobre as muitas coisas interessantes que o mercado de turismo e hotelaria tem feito e discutido no campo do marketing de conteúdo em mídias sociais. Você verá que os principais congressos e eventos do setor já incluem, desde o ano passado, painéis para debater as melhores formas de uso das técnicas de mídias sociais.

Nossa intenção ao compilar esse clipping é mostrar, de forma direta e reta, que não é mais possível imaginar o marketing em turismo e em hotelaria sem as mídias sociais. Esse não é mais um assunto sobre o qual caiba discussão, debate, persuasão ou discordância de pontos de vista, pois os peso dos fatos já atropelou tudo isso.

A decisão é, portanto, entre seguir ou ficar para trás. Entre avançar ou ser atropelado.

Capítulo 2 – O dilema da verba: quanto investir em marketing de conteúdo nas mídias sociais?

Sobre valores – os famosos “custos” que são o pesadelo de todo anunciante, recomendo especial atenção à notícia número 3: “Campanha turística chama atenção em redes sociais com meme famoso”. Observe que o diretor de marketing da Embratur não reluta em afirmar, com um sorriso de orelha a orelha, que gasta R$ 59 mil em redes sociais todos os meses:

“A relação custo-benefício é excelente, não se compara com a divulgação em mídias tradicionais como a televisão e os veículos impressos. Muita gente se baseia na opinião dos internautas, os ‘posts’ são muito compartilhados”
– Walter Vasconcelos, diretor de marketing da Embratur

Que valor se deve investir, portanto? A resposta é: depende do resultado que se quer obter. Quem quiser investir 10 vezes menos do que a Embratur, deverá se contentar com um resultado, na melhor das hipóteses, 10 vezes menor. E vice-versa.

Capítulo 3 – Por onde começar minha campanha de marketing de conteúdo?

A posição oficial de nossa empresa sobre esse assunto é clara, tão clara que a tornamos pública desde 14 de setembro de 2009, em um artigo intitulado Comece por um blog. Um trecho para sua apreciação:

“Comece por um blog: tecnologia simples, muitas boas ferramentas gratuitas, fáceis de criar e atualizar. Desde que você tenha um conteúdo agradável, informativo, original e otimizado você terá maiores chances de conseguir seguidores e fãs fiéis”.

Mais ainda: de 2009 para cá, uma série de pesquisas têm indicado que a presença de um blog no site da empresa aumenta o número de visitantes ao site e aumenta o número de negócios gerados pelo site (até 88% para negócios voltados ao consumidor, segundo a empresa Hubspot).

Não por acaso os blogs têm sido o sol em torno do qual gira a estratégia de mídia social de muitas empresas. Com um blog como foco de atração de clientes e visitantes ao funcionar como centro primário de produção de conteúdo, a empresa consegue expandir sua atuação para as outras redes com muito maior naturalidade ao expandir a estratégia mais ampla do blog para adaptar-se às características e limitações das outras mídias.

O blog também permite que a expansão para outras mídias seja mais eficiente, ao centralizar a produção de conteúdo para as diversas mídias em torno de eixos temáticos.

Finalmente, o blog permite que a expansão para outras mídias tenha menor custo, ao dispensar a necessidade de criar vários centros produtores de conteúdo para cada mídia.

Capítulo 4 – Como é o serviço de blog prestado por nossa empresa?

A nossa solução de blog para empresas é tão completa que a chamamos de PowerBlog.

O trabalho de criar e implantar um PowerBlog para a sua empresa tem 8 etapas

1. Instalação do WordPress no seu servidor. Esta etapa pode ficar a cargo do seu webmaster. Desse ponto em diante, todo o trabalho de atualização, administração e manutenção do blog ficará a nosso cargo.

2. Design do blog. Fica sob nossa inteira responsabilidade, a partir da instalação do WordPress no seu domínio.

3. Configuração do blog. Instalação de plugins, otimização do código-fonte para buscadores, política antispam, entre outras.

4. Planejamento editorial: Nesta etapa, definimos como serão os artigos dos seu PowerBlog e quais comentários de leitores deverão ser publicados.

5. Criação e publicação do conteúdo: podemos trabalhar tanto de forma independente, criando o conteúdo sob nossos próprios critérios, quanto sob sua orientação, destacando produtos prioritários, mensagens especiais ou outros conteúdos que sejam de seu interesse imediato.

6. Divulgação do conteúdo através de links (link building): após cada publicação, divulgamos seu blog em todas as mídias sociais para que o conteúdo seja cada vez mais conhecido, ganhando popularidade e visibilidade no Google.

7. Rotina de publicações: Publicaremos regularmente artigos em seu blog durante um período mínimo de 12 meses, sempre em datas predeterminadas, sem interrupções para feriados ou datas especiais.

8. Relatório mensal de desempenho (web analytics): Os resultados do trabalho são completamente transparentes, com relatórios mensais de desempenho indicando os, pontos a melhorar e as oportunidades a explorar. Um guia completo para tomada de decisão!

Capítulo 5 – Precisa de exemplos práticos?

Em http://gehspace.com/mileniomoveis/ você pode ver no backup do blog que criamos para a Milênio Móveis, uma aplicação do marketing de conteúdo para o segmento de móveis de alto padrão.

Em http://gehspace.com/informa/, você pode ver o backup do blog que criamos para o InformaGroup Latin America. Observe a variedade de temas e segmentos de mercado que abordamos nessa publicação.

Este mesmo blog que você está lendo agora é um exemplo de nossa capacidade de produção de conteúdo sobre os mais diversos temas, totalizando 240 postagens. A primeira postagem é datada de 23 de dezembro de 2006!

Achou pouco? Então confira a variedade de temas que abordamos em nosso portal de blogs http://gehspace.com/arte-cultura/, sempre com artigos em profundidade, demonstrando nossa capacidade de pesquisa e comunicação sobre qualquer tema.

Você também pode conferir o blog de Decoração das Casas Bahia, para o qual já produzimos nossa centésima postagem

Capítulo 6 – Quanto custa?

Não existe uma “tabela de preços” para marketing de conteúdo de blog, já que se trata um serviço personalizado, não um produto padronizado que você pode pegar numa prateleira. Mas podemos esclarecer, sim, quais são os componentes do preço.

De início, é preciso instalar e configurar o blog e proceder à criação/adaptação do design, entre outras atividades essenciais para que o blog fique pronto para a primeira postagem. Vale observar que o custo é muito mais baixo caso o cliente opte pelo uso de um layout disponível nos repositórios oficiais do WordPress. Caso o cliente opte pelo uso de uma versão premium, para incluir maior poder de personalização e recursos especiais, o preço será definido em função da complexidade do trabalho.

Note que esse serviço inicial é realizado e pago uma única vez.

Após a configuração e a personalização do layout, o blog está pronto para a primeira publicação. A partir desse ponto, o preço é função do número de publicações mensais, refletindo também a complexidade do tema, a disponibilidade de informações por parte do cliente, entre outros fatores. O preço por publicação pode incluir pesquisa, deslocamentos para entrevistas, produção de fotos,  criação de imagens e vídeos, redação, otimização, divulgação e relatório mensal, com possibilidade de descontos para contratos com grande número de publicações mensais.

Capítulo 7 – Qual o número ideal de publicações?

O número de publicações tem relação direta com a rapidez com que o blog se tornará popular e bem visitado. Nossos testes mostram que um blog com 4 publicações mensais e somente a divulgação básica pode levar 3 meses para atingir 100 visitas diárias, enquanto um blog com 2 publicações mensais pode levar 6 meses para atingir o mesmo resultado. Já um blog com 8 publicações mensais pode chegar a 100 visitas diárias em pouco mais de um mês, possivelmente antes. Evidentemente, esses resultados podem variar muito conforme a existência ou não de divulgação de apoio, intensidade da concorrência, efeito viral do conteúdo produzido, entre outros fatores.

Capítulo 8 – É possível mudar o número de publicações durante o contrato?

A experiência mostra que uma produção regular ao longo do tempo tende a produzir resultados melhores do que uma produção por “pulsos” irregulares. De qualquer forma, havendo necessidade, é possível sim alterar o número de publicações durante a vigência do contrato, desde que essas alterações sejam notificadas com antecedência, de acordo com as condições estipuladas no próprio contrato.

Capítulo 9 – Qual a duração do contrato?

Para efeito de atualização de valores, o contrato tem duração de 12 meses. Entretanto, é possível interromper a execução do serviço durante esse período, nos termos estabelecidos no próprio contrato.

Capítulo 10 – Quando começamos?

Aí depende só de você! O primeiro passo é entrar em contato através do formulário a seguir!







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