Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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SEO: pesquisa revela as técnicas para vencer no Google

A empresa BusinessBolts publicou os resultados de uma pesquisa de técnicas de SEO (otimização de sites) com o objetivo de identificar as características das páginas web com melhor visibilidade nas páginas de resultados do Google.

Metodologia

A amostra de páginas analisadas foi selecionada utilizando 100 frases de busca aleatórias, variando de 2 a 6 palavras, e coletando os URLs dos primeiros 5 resultados que apareceram na página. Do total analisado, 88% eram páginas internas e apenas 12% eram páginas iniciais.

As pesquisas foram feitas usando o navegador web Firefox desconectado de qualquer serviço Google. Os anúncios do Google AdWords foram ignorados.

Fatores On-Page

Os fatores on-page coletados das páginas para análise foram os seguintes:

  • URL
  • Tag Title
  • Título principal (“Manchete”) da página
  • Número de subtítulos
  • Número de palavras visíveis para o usuário
  • Número de imagens
  • Número de vídeos
  • Número domínios que apontam para a página, obtido através do site ahrefs.com
  • Sinais sociais: Tweets, curtidas e compartilhamentos no Facebook, com dados também obtidos através do site ahrefs.com.

Resumo dos principais resultados

  • Título da página (Tag title): 50% das páginas que atingiram as primeiras 5 posições no Google apresentavam a frase de busca na tag title, sendo que 23% apresentavam correspondência exata.
  • Título principal da página (Manchete – tag H1): 43% do total continham a frase de busca no título principal e 20% tinham correspondência exata.
  • Subtítulos (tags H2-H6). Seis foi o número médio de subtítulos encontrados nas páginas analisadas. Muitas páginas muito bem posicionadas nos rankings não tinham sequer um subtítulo. Menos de 0,5% das páginas com ótimos rankings continham uma correspondência exata com a frase de busca nos subtítulos.
  • Quantas palavras? O número médio de palavras constantes na seção body das páginas da amostra foi 916, excluindo-se da contagem os cabeçalhos, barras laterais, menus de navegação e rodapés. A quantidade de correspondências exatas com as frases de busca no texto do corpo da página foi inferior a 0,5%, derrubando de vez o mito do “keyword density”.
  • Imagens e vídeos na página. O número médio de imagens nas páginas da amostra foi 7, embora muitas páginas não contivessem imagem alguma. O número médio de vídeos foi bastante inferior a 1, sendo que a maioria não apresentava vídeo algum.

Correlações

  • O estudo parece indicar uma correlação entre a boa posição nos rankings e a presença das palavras-chaves no título da página (tag title) e na manchete (H1).
  • Também parece haver uma correlação entre bons rankings e número de palavras na página, favorecendo as páginas com maior quantidade de texto.
  • A presença/ausência de imagens e vídeos parece não fazer diferença.

Fatores off-page (links)

  • Links e domínios. O estudo coletou informações sobre os domínios que contêm links para as 500 páginas web analisadas. Ainda que um mesmo domínio contivesse links em 300 páginas diferentes para a página analisada, ele foi contado como apenas um link.
  • Número de domínios. O número de domínios que se referia às páginas da amostra apresentou imensa variação, desde zero até dezenas de milhares. O número médio de links apurado no total da amostra foi de 335.
  • Páginas internas versus home-page. Em muitos casos, páginas internas apareceram em posições privilegiadas nos rankings mesmo com zero links apontando para elas. Investigando esses casos, a Business Bolt concluiu que, em sua maioria, essas páginas pertenciam a domínios com grande número de links para a página inicial. Esse fato sugere que é possível obter bons rankings melhorando a popularidade de links geral do site.
  • Tweets e curtidas. O número médio de vezes que as páginas da amostra foram objeto de tweets foi 371, a média de curtidas no Facebook foi 1512 e a média de compartilhamentos no Facebook foi 988.

Conclusões

É possível criticar a metodologia e até mesmo algumas conclusões do estudo. Entretanto, a disposição de adotar o método científico para abordar o problema do SEO (otimização de sites), isolando variáveis e procurando medir a sua correlação com os resultados pretendidos é infinitamente superior a todo o empirismo que o mercado vem publicando sobre SEO ao longo dos últimos anos.

A verdade que salta aos olhos nesse estudo é a que defendemos aqui desde 2007: a chave do sucesso em SEO é a combinação de conteúdo e divulgação, que se manifesta sob a forma de links em sites de terceiros, sejam sites próprios, blogs ou redes sociais.

Inclua conteúdo útil e atraente em seu site – inclusive vídeos e imagens – pensando nas pessoas com quem você deseja falar. Divulgue esse conteúdo intensamente, para que seja “curtido”, “compartilhado” e “linkado” ao redor da web e esse conteúdo crescerá aos olhos do Google.

Não há segredo. SEO é apenas marketing e comunicação. Os rankings no Google são apenas meios de conseguir o seu objetivo, não o objetivo em si mesmo. Comece a planejar suas ações com base nesse ponto de vista e os seus rankings breve começarão a melhorar.

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Uma dica rápida para fugir dos mitos em SEO (otimização de sites)

Recentemente, meu amigo Tárcio Zemel levantou a bola das míticas punições dos buscadores por “excesso de backlinks”. Tal punição simplesmente não existe. Os esquemas fraudulentos de inflação artificial de links, esses sim, foram objeto de punição! Mas se você tem sucesso e ganha de presente 10 mil links por dia em sites e blogs por toda a internet como consequência do mérito de seu trabalho, NINGUÉM vai puni-lo por isso!

Em caso de dúvida, siga esta dica: sempre que alguém disser alguma verdade absoluta sobre SEO porque ouviu dizer que um site pequeno foi penalizado… Verifique o que fazem os 100 sites mais acessados do Brasil!

Veja: não é possível tirar conclusão relevante alguma a partir da experiência isolada de um site pequeno que experimentou algum “esquema” de procedência duvidosa.

Em vez disso, confira o que fazem e o que deixam de fazer os sites com Page-Rank 7 para cima. No contexto brasileiro, verifique o que fazem ou deixam de fazer sites como UOL, Terra, IG e Globo.com. Esses sites não estão entre os vencedores à toa: eles são os melhores porque têm dinheiro para investir nos melhores profissionais, nos melhores recursos, nas melhores práticas!

Usando esta dica sistematicamente, você vai verificar que muitos dos tabus disseminados no mercado de SEO são praticados corriqueiramente por esses megasites!

Afinal de contas, quantos links por dia recebe cada notícia publicada no UOL, no Terra, no IG e no Globo.com? Somando a repercussão de todo o conteúdo que publicam, esteja certo de que esses domínios recebem milhões de links diariamente.

E a “punição” que recebem por esse “excesso de links”, qual é? Page Rank nas alturas, rankings e mais rankings nos buscadores.

É preciso entender que há uma diferença fundamental entre um trabalho 100% honesto de marketing online e tentativas obviamente fraudulentas de convencer os robôs do Google que um simples site de empresa pequena pode ser tão relevante quanto sites de conteúdo gigantes mantidos por corporações poderosas.

Questão de bom-senso. Quando ele falta, nascem os mitos.

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SEO, Otimização de Sites, Mitos, Lendas e Método Científico

Vale começar este artigo com um postulado: “Por trás de toda lenda, há um fato que alguém não conseguiu entender”.

É para isso que as lendas são construídas. Para satisfazer à necessidade humana de tudo entender. Essa “necessidade de entender” entra em conflito constante com uma realidade complexa, desafiadora e, muitas vezes, além do alcance de nossos sentidos.

Podemos dizer que a ciência, o método científico, surge para substituir a criação de lendas como meio de satisfação dessa necessidade. O conhecimento científico pretende unificar os diversos saberes em um único discurso, válido em todos os lugares e culturas.

Uma lâmpada elétrica acende ou deixa de acender em qualquer lugar do mundo pelos mesmos motivos. O mesmo vale para os analgésicos, as vacinas, os computadores…

Qual a relação disso tudo com SEO?

Veja, o SEO não é uma disciplina acadêmica. Ao contrário do que até mesmo bons órgãos jornalísticos andam dizendo por aí, os certificados “Google AdWords Certified Professional” e “Yahoo Ambassador” não são “diplomas de SEO”, mas de links patrocinados (SEM).

É compreensível que o Google e o Yahoo queiram ensinar cada detalhe do funcionamento de seus programas de publicidade a quem quiser aprender. Quanto mais profissionais qualificados e competentes estiverem envolvidos com esses programas, mais popularidade eles ganharão junto aos anunciantes.

Já quanto aos resultados orgânicos – o objetivo do trabalho de SEO – a lógica é exatamente inversa. Enquanto o objetivo dos programas de publicidade é oferecer o melhor resultado para o anunciante, o objetivo dos buscadores é oferecer melhores resultados orgânicos de pesquisa para os usuários finais.

A pior coisa que poderia acontecer com o mercado de pesquisas web seria se os profissionais de marketing descobrissem maneiras 100% eficazes de manipular os resultados dos buscadores pois você, ao realizar uma pesquisa, em vez de obter resultados relevantes, seria brindado com uma enxurrada de spam.

Para evitar que esse desastre aconteça, os buscadores mantêm os seus algoritmos constantemente atualizados e fechados a sete chaves. Assim que o mercado de SEO começa a entender o seu funcionamento e, conseqüentemente, a manipular os resultados para favorecer os seus clientes, uma mudança de algoritmo surpreende o mercado, encerra algumas carreiras e dá início a outras, numa dança que vemos se repetir mais ou menos a cada 3 meses, quando o Google atualiza o valor do Page-Rank na barra de ferramentas.

Assim, veja que, do ponto-de-vista científico, em sua formação e prática profisional, os profissionais de SEO precisam valer-se exclusivamente do método indutivo – isto é, derivar princípios gerais a partir de observações particulares.

Um bom profissional de SEO passa boa parte de seus dias fazendo pesquisas nos buscadores e analisando os resultados, procurando entender porque uma determinada página aparece em primeiro lugar e outra apenas em décimo, enquanto outras ainda ficam perdidas na centésima página de resultados. O objetivo é descobrir o que essas páginas têm em comum. O profissional de SEO formula hipóteses, e testa essas hipóteses aplicando-as a um website sobre o qual exerça controle direto. Acompanha os resultados, verifica o que funcionou e o que não funcionou, compartilha seus achados em fóruns e blogs, discute resultados com seus pares. Nesse processo, o profissional de SEO deixa algumas idéias de lado e adota outras como parte de seu conjunto permanente de melhores práticas.

É lógico que o Google não confirma nem nega a maior parte das conclusões dos profissionais de SEO. È nesse momento que a “necessidade de entender” fala mais alto do que o espírito investigativo e as lendas do SEO começam a proliferar. Por exemplo, li recentemente um artigo em que o autor defendia a ideia, sem nenhuma evidência, de que links absolutos melhorariam os rankings da páginas internas, enquanto links relativos não teriam o mesmo efeito. Pergunto: onde está a evidência? Em meus próprios testes, não encontro uma evidência sequer que corrobore essa crença!

Como ressaltamos anteriormente neste artigo, onde há ciência, não há necessidade de crença. A lâmpada acende e apaga quando se pressiona o interruptor independente das crenças no cérebro que comanda o dedo.

Assim, quando leio na Seach Engine Land um artigo em que o autor afirma que “acredita na penalidade -60“, um novo fantasma do mercado em que alguns sites estariam sendo penalizados com rebaixamento de 60 posições nos rankings, não se trata de discutir se há ou não casos em que esse fenômeno parece se reproduzir pois, no mundo da computação, muitas coisas aparentemente estranhas podem acontecer. Há relatos de um fenômeno parecido que acabou sendo confirmado como um bug em vez de uma penalidade.

O grande problema nesse caso, está no verbo utilizado: “acreditar”. Será que o mercado de SEO pretende que empresas invistam fundo em projetos de otimização para buscadores apostando apenas nas “crenças” desses profissionais? Será que vale a pena investir em explicações que, à falta de evidência que as sustentem, podem acabar não se revelando mais do que lendas?

A competição no mercado de SEO precisa ser mais científica. Fundamentar-se mais em evidência empírica, em resultados práticos e demonstrações do que em crenças. Quando alguém disser que os buscadores fazem isso ou aquilo, peça exemplos práticos, faça seus próprios testes e tire suas próprias conclusões.

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