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Indicadores de sucesso de campanhas publicitárias: diagnóstico e soluções

Em toda campanha de publicidade ― ou, em termos mais amplos, de comunicação de marketing ― seja online ou em qualquer outra mídia, o anunciante se depara com o desafio de definir indicadores confiáveis para medir o desempenho. Nesse contexto, multiplicam-se as sugestões e debates sobre o significado de “sucesso” e “fracasso” de uma campanha, em que cada parte defende sua posição com argumentos nem sempre incorretos, mas quase sempre incompletos.

Os indicadores de desempenho de campanhas publicitárias se sucedem em cadeia - e o elo mais importante é o gestor! - Imagem: "Businessman In The Chain" por David Castillo Dominici em Freedigitalphotos.net

Os indicadores de desempenho de campanhas publicitárias se sucedem em cadeia – e o elo mais importante é o gestor! – Imagem: “Businessman In The Chain” por David Castillo Dominici em Freedigitalphotos.net

Neste artigo, vamos propor a adoção de um conjunto básico de indicadores de sucesso de campanhas de propaganda, esclarecendo sua origem e finalidade, seu real significado e qual sua contribuição para o diagnóstico e solução de problemas em sua campanha.

Indicadores de sucesso: definições

Os indicadores de sucesso propostos são resultado de uma simples razão matemática entre variáveis comuns, acessíveis ao anunciante através do painel de seus sistemas de controle. Assim, decidimos expressar as variáveis com letras do alfabeto latino e, os indicadores, com as letras do alfabeto grego α (alfa), β (beta), γ (gama), δ (delta) e ε (épsilon).

O primeiro indicador, α, é o mais simples de todos, expresso pelo número bruto de exibições dos seus anúncios. Como quem aparece mais, vende mais, este número é o primeiro indicador das possibilidades de sucesso de sua campanha.

O segundo indicador, β, é a razão entre o número de reações (r) ao seu anúncio e o número bruto de exibições (α). Por exemplo, no caso de campanhas em regime de “custo por clique”, uma “reação” é um clique em seu anúncio. Assim, β = r / α, expresso em termos porcentuais.

Por exemplo, caso seu anúncio tenha sido exibido 1000 vezes e gerado 20 cliques, teremos β = r / α = 20 / 1000 = 2%.

O terceiro indicador, γ, é a razão entre o número de leads e o número de reações. A definição do que é um lead pode variar conforme o modelo de negócio. Por exemplo, em uma loja online, um lead é uma pessoa que dá início a um processo de compra ao incluir um produto no carrinho e preencher o cadastro de usuário. Em uma empresa de serviços, um lead pode ser uma pessoa que entra em contato solicitando um orçamento ou a visita de um representante. Um lead também pode ser um visitante que faz download da versão trial de seu software ou que se cadastra para receber um e-book onde você explica em detalhes o funcionamento de sua oferta.

Seja qual for a manifestação específica em seu negócio, entenda que os leads são sempre definidos como oportunidades de vendas, como o início de um processo de vendas. Sem leads, simplesmente não existe possibilidade de vender!

Deste modo, γ = l / c, onde l é o número de leads. Assim, se sua campanha gerou 1000 cliques que resultaram em 20 leads, γ = l / c = 20/1000 = 2%

O quarto indicador, δ, é a razão entre os negócios fechados e o número total de leads. Observe que, finalmente, estamos falando de receitas, de entradas de caixa, de retorno sobre o investimento em marketing! Portanto, não há dúvidas de que este é o indicador de maior interesse para todos os anunciantes e empresários, o objetivo maior de todas as campanhas publicitárias e de todo o seu programa de marketing.

Logo, δ = f / l, onde f corresponde ao número de fechamentos, independente do valor individual de cada negócio fechado, do tíquete médio ou outros indicadores de desempenho financeiro.

Finalmente, dependendo do negócio, pode haver um indicador negativo ε, referente a negócios desfeitos devido a desistências de compras, devoluções de mercadorias, conflitos contratuais, etc. Algebricamente, ε = d / f, onde d é o número de desistências.

Uso dos indicadores de sucesso para diagnóstico e solução de problemas

De posse dos indicadores, o anunciante pode efetuar um diagnóstico da eficiência de sua campanha, obtendo pistas sobre onde deve procurar as causas de eventuais problemas. Vejamos quais são os principais problemas que dão origem a valores insatisfatórios nos diversos indicadores.

1 – Valor de α. Um número muito baixo de exibições de sua marca indica, quase na totalidade dos casos, a ocorrência de erros na programação de seus anúncios ou problemas técnicos no veículo publicitário escolhido. Você deve conferir se os números de audiência em que você baseou seu plano de mídia estão corretos ou se o veículo não está encontrando problemas para se manter no ar. No caso de campanhas que pagam por clique, uma causa comum é a definição de um valor excessivamente baixo para o lance de palavras-chaves competitivas.

2 – Valor de β. Um número muito baixo de reações ao seu anúncio provavelmente indica um problema de criação. Basicamente, seu anúncio não está despertando o interesse dos seus clientes. Experimente mudar o anúncio, testando diferentes combinações de títulos e textos e, quando for o caso, imagens ou vídeos. Faça testes A/B para avaliar competitivamente o desempenho de cada anúncio, descartando as versões menos eficientes e aperfeiçoando progressivamente as melhores versões.

Outra causa a ser investigada é o mau posicionamento do anúncio, o que pode incluir desde um outdoor pouco visível até um banner localizado no rodapé de uma página web.

3 – Valor de γ. Uma taxa excessivamente baixa de geração de leads por clique sugere a ocorrência de um ou mais problemas fundamentais na sua oferta. A solução é rever item por item do seu marketing mix. Basicamente, quando os anúncios atraem clientes potenciais mas nenhum deles se interessa em iniciar uma compra, você pode estar tendo problemas como os seguintes:

  • Seus produtos não agradam aos clientes. Os clientes entram em sua loja ou site, olham tudo, não gostam do que veem e vão embora.
  • Falta variedade. você não está oferecendo os modelos, cores, tamanhos, sabores, ou qualquer outra característica que os clientes estejam procurando.
  • Preços muito altos ― ou inacreditavelmente baixos. Um preço alto demais afasta clientes, mas um preço baixo demais também gera desconfiança.
  • Comunicação inconsistente. Textos confusos, quantidade excessiva de imagens, excesso ou falta de informações sobre os produtos, poluição visual, elementos decorativos não informativos, ambiente visualmente desagradável, linguagem rude ou sem emoção, apelos de venda contraditórios, todos esses fatores contribuem para reduzir o número de leads.
  • Limitações na oferta. Exigência de quantidades mínimas, recusa em aceitar certos meios de pagamento, prazos muito longos para entrega, custo elevado de frete, imposição de regras que grande número de pessoas considere excessivas ou injustas.

Enfim, se você está enfrentando problemas com baixo valor de γ, a solução pode variar desde ajustes em fatores individuais à base da tentativa e erro, até uma ampla pesquisa de mercado para detectar o conjunto de problemas e resolvê-los todos de uma vez.

4 – Valor de δ. Um baixo índice de fechamentos em face de um número satisfatório de leads deve dirigir sua atenção aos seus sistemas de vendas propriamente ditos. As instruções são claras e inteligíveis? Os sistema de pagamento está funcionando de forma adequada? A sua equipe de atendimento está respondendo às solicitações dos leads em tempo hábil? As respostas estão bem redigidas, de forma persuasiva e cortês? Os seus representantes estão se mostrando capazes de detectar as reais necessidades dos clientes e apresentar soluções adequadas para cada caso?

5 – Valor de ε. Um valor excessivamente alto de desistências sugere problemas graves na qualidade dos produtos ou serviços vendidos, ou em qualquer outro fator no pós-venda. De fato, o que você está proporcionando à maioria dos clientes é uma grande decepção em vez de satisfação. Procure conversar com os desistentes e entender seus motivos, e seja rápido na implementação das correções dos problemas detectados.

A relação entre investimento e resultado

É evidente que cada um desses indicadores terá valores ideais e valores típicos diferentes em cada segmento de mercado. Por exemplo, uma empresa de consultoria empresarial tenderá a apresentar um índice δ menor do que uma empresa de varejo de bens de consumo especializada itens de compra por impulso.

Por outro lado, cada empresa em cada segmento terá de acumular experiência, realizando ajustes com bases nos resultados obtidos até que disponha de uma amostra de dados ampla o suficiente para realizar previsões de desempenho confiáveis.

Sejam quais forem os números reais para sua empresa e seu segmento, você precisa observar que esses indicadores mantêm entre si uma relação de sucessão em cadeia. Ou seja, não é sequer possível extrair conclusões sobre o valor de β sem ter atingido um valor mínimo aceitável para α! Ou seja, você precisa resolver os problemas no primeiro elo da cadeia antes que seja possível examinar com exatidão os problemas do elo seguinte.

Outro fato importante a ser lembrado é que cada elo da cadeia de indicadores representa apenas uma fração do elo anterior. Sendo assim, ao estabelecer uma meta de vendas para uma campanha (δ), você está necessariamente estabelecendo uma meta mínima de investimento em exibições de anúncios! Veja um exemplo na tabela a seguir.

Relação entre indicadores de desempenho e o nível de investimento em campanhas publicitárias. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Relação entre indicadores de desempenho e o nível de investimento em campanhas publicitárias. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

No caso acima, o anunciante deseja fechar 20 negócios ao final da campanha e a proporção entre cada variável é constante em 2%. Assim, para fechar 20 negócios, esse anunciante precisa gerar 1.000 leads. Mas, para gerar 1.000 leads, ele precisa garantir cerca de 50.000 cliques em sua campanha. Em síntese, esse anunciante precisará investir em uma campanha com 2.500.000 exibições para gerar os 20 fechamentos.

Note que é simplesmente impossível descobrir a relação entre essas variáveis antes de começar. A capacidade de previsão virá com o tempo, conforme você for fazendo experiências e medindo resultados.

Concluímos que a publicidade não é um jogo que possa ser facilmente vencido no curto prazo com baixos orçamentos. Você precisa dispor de uma quantia substancial para arriscar em testes e pesquisas antes que seja capaz de ter uma visão mais precisa de suas possibilidades de retorno. Caso contrário, é melhor nem começar.

Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário abaixo!







Pesquisa: o desafio dos talentos em marketing online

O Online Marketing Institute (OMI) divulgou recentemente uma pesquisa sobre a qualidade das equipes de marketing digital em empresas americanas. Produzido em parceria com ClickZ e Kelly Services, o estudo foi realizado através de questionário online, tendo obtido respostas de um total de 747 organizações. Confira a seguir os principais resultados.

Figura 1 - Nível de conhecimento das equipes de marketing digital: somam menos de 2% as equipes fortes em todos os fundamentos - Fonte: Online Marketing Institute (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Figura 1 –  Nível de conhecimento das equipes de marketing digital: somam menos de 2% as equipes fortes em todos os fundamentos – Fonte: Online Marketing Institute (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Lacunas de conhecimento. 71% das empresas pesquisadas relatam lacunas de conhecimento em suas equipes de marketing online, retratadas como fortes em algumas áreas e medíocres ou fracas em outras (Figura 1). Mais de 1 em cada 5 empresas (21%) descrevem suas equipes como medíocres ou fracas em todas áreas. As áreas em que se notam maiores lacunas são marketing móvel (mobile marketing), análise estatística e automação de marketing.
  • Necessidade de especialistas. 22% observam crescimento na necessidade de especialistas, principalmente em análise estatística (analytics), e-mail, marketing de conteúdo, mobile marketing e mídias sociais.
  • Espaço para iniciantes. Há oportunidades para profissionais iniciantes em todas as áreas, especialmente nas mídias sociais. As oportunidades para gerentes de nível médio estão localizadas mais fortemente nas áreas de marketing de conteúdo e web analytics.
  • O poder do “QI” (“Quem indicou”). 70% das empresas e 75% das agências se baseiam em indicações para satisfazer suas necessidades de contratação.
  • Barulho demais, talento de menos. Mais de um terço dos respondentes não efetuaram contratações por não conseguir identificar uma fonte confiável de talentos em meio aos diversos modismos que pululam no mercado.
  • Afogados em um mar de currículos. 30% das empresas e 24% das agências não conseguem analisar adequadamente os currículos que recebem, sendo incapazes de identificar o indivíduo com a habilidade certa entre os diversos candidatos.
  • Desnível entre os membros da equipe. A maior parte do conhecimento disponível na empresa é herdado da experiência individual dos colaboradores: somente 22% das maiores empresas têm programas de nivelamento e apenas 10% aplicam algum tipo de teste para avaliar o quanto o conhecimento adquirido resultou em novas habilidades úteis para a empresa. O departamento de RH apenas raramente é convocado para participar desses programas.
  • Sem critérios de avaliação objetivos. Mais de 80% dos respondentes usam apenas a experiência anterior como critério de avaliação das habilidades do funcionário, não dispondo de técnicas consistentes de avaliação.
  • Quando a ignorância se casa com a arrogância. Apesar da falta de qualificações dos candidatos a colaborador, 70% dos respondentes afirmam que os novos colaboradores alimentam a expectativa de ser promovidos antes de provar suas qualidades com realizações concretas.
  • Cursos e fontes bibliográficas. 80% dos respondentes disseram ter necessidade de uma biblioteca online de aulas de marketing digital. 70% manifestaram interesse em cursos à distância personalizados ou oficinas e treinamentos presenciais.

Consequências para as empresas brasileiras

Este estudo, embora realizado nos Estados Unidos, reflete uma realidade com a qual estamos familiarizados no Brasil: reduzida disponibilidade de informação confiável, limitadas opções de cursos de formação, mão de obra desnivelada que dispõe apenas de uma visão parcial do processo, sendo incapaz de dominar o quadro geral.

A solução para este problema é uma só: investir no conhecimento. Crie em sua empresa sua própria biblioteca digital e incentive os funcionários a consultá-la. Assine revistas, pesquisas, compre livros e disponibilize-os para estudo de sua equipe.

Principalmente, pare de fazer de seus processos seletivos de pessoal uma gincana de situações sem sentido e comece a aplicar provas de conhecimento a seus candidatos. Faça de suas entrevistas de seleção muito mais uma oportunidade para arguição oral do que uma coleção de “pegadinhas” para verificar se o candidato é capaz de dar a resposta “politicamente correta”.

Adote critérios objetivos de premiação e promoção, que incluam metas expressas em termos de conhecimento e de aquisição de habilidades ao longo do ano.

Enfim, faça com que, em sua empresa, o conhecimento ocupe posição central. Somente assim você será capaz de atrair e reter os talentos que detêm o conhecimento de que você necessita.

Gostou da ideia? Entre em contato.







Marketing online: fuja das más companhias

Observe o seguinte trecho do código-fonte de uma mensagem de email que recebemos, nesta data, de uma empresa aparentemente idônea:

X-Spam-Status: Yes, score=6.6
X-Spam-Score: 66
X-Spam-Bar: ++++++
X-Spam-Report: Spam detection software, running on the system "gator913.hostgator.com", has
identified this incoming email as possible spam.

Não sei o que prometeram aos responsáveis pelo marketing dessa empresa, mas os leitores podem ver com seus próprios olhos que a mensagem foi marcada como spam pelo meu servidor. Tenham certeza de que não fui o único destinatário que carimbou essa mensagem como SPAM.

Agora, pergunte a si mesmo: é isso que você quer para sua empresa? Você quer ver o nome da sua empresa ao lado de vendedores de Viagra falsificado e de pílulas para aumentar o tamanho do membro viril, de criminosos que falsificam páginas de bancos para roubar senhas e assaltar gente desavisada?

Será que vale mesmo a pena comprar uma lista de endereços de pessoas desconhecidas e sair enviando emails a torto e a direito, sem nenhuma estratégia, nenhuma qualificação, apenas apostando na sorte?

Por favor, pense seriamente na imagem de sua empresa. Estamos em pleno ano de 2013, uma época fantástica com imensas oportunidades de praticar um marketing honesto, usando tecnologia avançada para segmentar o seu público e fazer a mensagem certa chegar à pessoa certa na hora certa, causando boa impressão e sendo sempre muito bem vindo.

Quando você estiver disposto a investir seriamente no marketing de sua empresa, adotando apenas boas práticas de divulgação de sua marca, com orientação estratégica, objetivos claros e resultados mensuráveis, entre em contato pelo formulário a seguir. Nós estamos esperando por você!







Pesquisa mostra evolução da publicidade PPC em nível global

A Covario, empresa global de SEO/SEM, publicou recentemente o seu relatório trimestral intitulado “Global Paid Search Spend Analysis” (Análise do Investimento Global em Publicidade de Pesquisa). Esse relatório é publicado há 7 anos, somando 26 trimestres de dados, o que permite acompanhar a evolução e as mutações do mercado. Os dados são coletados a partir da base de clientes da Covario em 45 países, composta principalmente por empresas do segmento de tecnologia, eletrônicos e varejo. Assim, o estudo da Covario possibilita avaliar em nível mundial as tendências de investimento em marketing de buscas nesses segmentos, embora recomende-se cautela na extrapolação para outros setores. Acompanhe a seguir os principais resultados.

Gráfico 1: Participação de mercado global dos buscadores na publicidade PPC. Fonte: Covario (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1: Participação de mercado global dos buscadores na publicidade PPC. Fonte: Covario (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Evolução do investimento e dos resultados

  • Na comparação com o primeiro trimestre, o crescimento dos gastos globais em publicidade de pesquisa entre os clientes da Covario atingiu 22%.
  • Em 12 meses, o crescimento global em publicidade PPC (“pay-per-click” = “paga por clique”) foi de 23%.
  • O CPC (“cost-per-click” = “custo por clique”) subiu 10% t.t. (“trimestre a trimestre”) e 24% a.a. (“ano a ano”).
  • O investimento em marketing de buscas em mídias móveis cresceu 39% t.t..
  • O CTR (“click-through-rate” = “taxa de cliques”) subiu 27% a.a.
  • O aumento do investimento foi observável em nível global. As variações regionais foram as seguintes:
  1. EUA/Canadá: 8% t.t., 17% a.a.
  2. Europa/Oriente Médio/África (EMEA): 43% t.t., 73% a.a.
  3. Ásia/Pacífico (APAC): 55% t.t., -1% a.a.
  • O aumento nos gastos não se refletiu em maior volume de publicidade, pois foi praticamente anulado pelo aumento no CPC.

A guerra dos buscadores

  • Globalmente, o cenário é dominado pelo Google (confira no gráfico 1), que absorve 86% dos gastos globais em publicidade PPC, exibe 86% dos anúncios e gera 62% dos cliques.
  • O vice-líder global é o Baidu, devido à sua liderança absoluta no gigantesco mercado chinês, absorvendo 7% das verbas, gerando 11% das impressões e 27% dos cliques.
Gráfico 2: Evolução do custo por clique por buscador Fonte: Covario (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 2: Evolução do custo por clique por buscador Fonte: Covario (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Em terceiro lugar surge a parceria Yahoo/Bing, absorvendo 6% do investimento para gerar 2% das impressões e 6% dos cliques.
  • Em nível regional, os resultados são os seguintes:
  1. Américas: 92% Google, 8% Yahoo/Bing
  2. Europa, Oriente Médio e Ásia: 93% Google, 6% Yandex (Rússia) e 1% Yahoo/Bing.
  3. Ásia/Pacífico: Esta região traz uma maior diversidade na concorrência local, com dominância do Baidu na China, maior relevância do Yahoo no Japão e em diversos outros países da região e liderança do buscador local Naver na Coreia do Sul.
  • A variação também é grande quando se considera o desempenho de cada buscador em função do custo por clique. Confira no gráfico 2 a forte queda ano a ano do CPC nos buscadores Yandex e Yahoo, seguida de lenta recuperação na base trimestral.

O avanço da Publicidade PPC em mídias móveis

  • A publicidade PPC em mídias móveis mostrou um crescimento de 39% t.t. e de 132% a.a.
  • As mídias móveis absorveram, sozinhas, 16% das verbas em publicidade PPC, sendo 40% em smartphones e 60% em tablets.
  • O CPC nos smartphones manteve-se num valor em torno de 40% de desconto em relação ao valor do clique nos desktops. Já o CPC nos tablets se situa na faixa dos 12% de desconto.

Consequências para as empresas brasileiras

Temos dito que o marketing, hoje, precisa ser online, social e móvel. Essa é uma realidade em nível global, como demonstra a intensa competição por visibilidade nos buscadores em todas as regiões do planeta.

A publicidade PPC é uma ferramenta de marketing importantíssima, definitivamente imbatível quando o objetivo é obter visibilidade instantânea junto ao público que demonstra interesse na oferta de sua empresa pesquisando palavras-chaves e clicando nos seus anúncios.

Entretanto, como revela a pesquisa da Covario, trata-se de uma modalidade extremamente competitiva, inclusive na formação dos preços, o que pode resultar na necessidade de aumentos sucessivos de verba apenas para manter o mesmo resultado ao longo do tempo.

A publicidade de buscas PPC é uma técnica de marketing complexa, que precisa ser abordada com o máximo profissionalismo. A facilidade aparente do sistema não deve iludir o potencial anunciante, pois a facilidade de uso não se traduz em facilidade na obtenção de resultados. Esta realidade se torna crítica quando nos vemos na situação inevitável de programar anúncios em plataformas móveis, sendo necessário adaptar campanhas e acompanhar resultados originários dos mais diversos dispositivos.

A publicidade PPC, para o máximo resultado, deve ser acompanhada de outras formas de marketing online que reforcem a credibilidade dos anúncios, especialmente o marketing de conteúdo e o marketing em mídias sociais. Desta forma, é possível conquistar mais facilmente a confiança dos seus potenciais compradores em suas ofertas e, consequentemente, melhorar continuamente sua taxa de conversão de cliques em fechamento de novos negócios.

Comece agora mesmo a profissionalizar suas campanhas de publicidade de buscas PPC. Basta entrar em contato pelo formulário a seguir ou clicando no botão “Fale já”, disponível em todas as páginas deste site.







Porque o seu marketing deve ser online, social e móvel

A Econsultancy divulgou recentemente o resultado de um levantamento global realizado em parceria com a IBM Tealeaf entre março e abril de 2013 junto a mais de 500 profissionais que trabalham para empresas envolvidas em e-commerce e negócios online.

Intitulado “Reduzindo o esforço do cliente” (“Reducing Customer Struggle”), o relatório da pesquisa examinou o nível de compreensão das empresas quanto à experiência online que proporcionam a seus clientes. Confira, na figura 1, os principais objetivos relatados pelos respondentes da pesquisa.

Gráfico 1 - Quais dos seguintes objetivos de negócios são relevantes para sua empresa? - Fonte: Econsultancy/IBM Tealeaf (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1 – Quais dos seguintes objetivos de negócios são relevantes para sua empresa? – Fonte: Econsultancy/IBM Tealeaf (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Especificamente, o relatório deste ano – o estudo já está em sua terceira edição – procurou aprofundar-se nas questões relativas à experiência do usuário de dispositivos móveis. Veja a seguir alguns dos principais resultados.

  • Cerca de dois terços das empresas pesquisadas incluem informações sobre o endereço físico da empresa, detalhes de contato e horário de funcionamento em seus websites. Esses pequenos bits de informações aumentam o engajamento dos visitantes do website com a empresa offline e melhoram a visibilidade da empresa nos resultados de pesquisa Google, especialmente as buscas locais.
  • 38% dos respondentes usam as mídias sociais para manter relacionamentos com clientes que entraram em contato com a empresa por um meio offline.
  • 31% usam práticas de SEO local para dirigir clientes às suas lojas de físicas.
  • 72% das empresas pesquisadas pretendem aumentar significativamente o investimento nas mídias móveis este ano.
  • 74% dos respondentes classificam o marketing nas mídias móveis como ‘crítico’ (32%) ou ‘importante’ (42%) para seus objetivos de negócios.
  • 68% dizem ter uma “boa compreensão” quanto ao modo como os clientes descobrem o website da empresa
  • 56% dizem entender bem a origem das visitas ao site da empresa.
  • 74% tomam consciência de problemas no relacionamento com clientes através do feedback direto dos clientes através de chamadas ao Serviço de Atendimento ou contatos por e-mail.

Consequências para as empresas brasileiras

Esta breve coleção de dados da pesquisa é suficiente para demonstrar que o marketing, hoje, já se tornou praticamente indissociável dos complementos “online”, “social” e “móvel”.

Enquanto algumas empresas ainda se perguntam se poderiam vir a ganhar alguma coisa com o marketing online, as empresas líderes já estão usando criativamente as mídias sociais e os dispositivos móveis para resolver uma miríade de problemas no relacionamento com os clientes potenciais, usando soluções que se traduzem em ganhos de produtividade, redução de custos e aumento de vendas.

Um aspecto importantíssimo a ressaltar é o modo como o marketing online é usado de forma inteligente para reforçar as vendas offline. Mesmo um site que não tenha o objetivo de vender produtos online, ele pode ser usado para gerar contatos de clientes potenciais (leads), com os quais será possível manter contato posteriormente através das mídias sociais.

Ou seja, tratar a questão do retorno sobre investimento em marketing online apenas com base na geração direta de leads pelo website é uma forma obsoleta e míope de encarar a questão. O objetivo deve ser usar cada vez mais as possibilidades que a tecnologia oferece para obter vantagens competitivas e oferecer valor ampliado aos seus clientes finais.

Vamos conversar sobre as possibilidades de aplicação das ideias deste artigo em sua empresa. Basta entrar em contato pelo formulário abaixo – ou clicar no botão “Fale já”, disponível no lado esquerdo de todas as páginas deste site!