Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Conteúdo, mídias sociais e publicidade: modo de usar

Como já foi dito anteriormente neste blog, não existe uma ferramenta de comunicação melhor do que as demais, sendo incontestável o fato de que a melhor abordagem é sempre o emprego de múltiplos canais de comunicação em uma estratégia coerente de comunicação e marketing integrado. Por isso, vamos explorar neste artigo algumas formas de integração de múltiplas ferramentas em um mix estratégico de marketing de conteúdo, marketing em mídias sociais e campanhas publicitárias.

O primeiro passo é entender a diferença fundamental entre a simples comunicação multicanais e o marketing integrado. Observe a figura 1.

Figura 1 - Marketing Multicanais sem Integração. Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

Figura 1 – Marketing Multicanais sem Integração. Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

Na figura 1, vemos a situação típica de uma empresa emprega uma estratégia de comunicação multicanais sem integração. Nessa estratégia, a empresa se dedica, em cada canal, a perseguir um objetivo de comunicação isolado para um público-alvo diferente dos demais. Embora seja possível pensar em diversos motivos legítimos para usar estratégia em determinados casos específicos, o fato é que, na maior parte das vezes, trata-se de um imenso desperdício de recursos que gera resultados muito aquém do verdadeiro potencial. Observe agora uma estratégia bem diferente na figura 2.

Figura 2 - Marketing Integrado Multicanais. Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

Figura 2 – Marketing Integrado Multicanais. Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

Principais pontos a observar na figura 2:

  • Atrair em vez de perseguir. A direção das setas sugere que, em vez de perseguir os públicos, os diferentes canais foram planejados para servir como focos de atração dos diferentes públicos.
  • Alcance ampliado. Cada canal amplia o alcance da comunicação como um todo, ao atingir pessoas que não seriam alcançadas pelos demais.
  • Engajamento ampliado. Cada canal representa a entrada de um “funil” de comunicação que conduz uma parcela do público atingido por uma mídia a conhecer e envolver-se com as mensagens das demais mídias.

A ideia central de uma política de marketing integrado é criar diversas portas de entrada para os públicos visados pela empresa. Por exemplo, caso seu objetivo seja captar novos clientes, pouco importará para você saber se os clientes chegaram até sua empresa através das mídias sociais, da publicidade ou em busca de seu conteúdo: seja qual for a porta de entrada, todos os seus clientes potenciais devem ser conduzidos a engajar-se com os seus conteúdos em outras mídias até chegar ao ponto central, de intersecção entre todas as mídias, que é a conquista de um novo cliente.

É importante lembrar que um passo crucial da integração entre diferentes mídias é que cada uma delas comunique a presença das demais. Por exemplo, sempre que possível, a publicidade e o conteúdo veiculados pela empresa devem informar ao público a presença da marca nas mídias sociais. De maneira análoga, os canais de conteúdo e as mídias sociais podem e devem ser usados para amplificar e repercutir as campanhas publicitárias. Finalmente, o conteúdo produzido pela empresa pode ter um efeito muito mais eficiente se for adequadamente divulgado e promovido com campanhas publicitárias específicas e ampla divulgação viral nas mídias sociais.

Finalmente, vale explicar aos estudiosos e especialistas que, como este não é um artigo acadêmico, tomamos algumas liberdades com relação à terminologia. Empregamos a palavra “canal” como sinônimo de “mídia” ou “meio de comunicação” e, a palavra “marketing”, como uma forma mais sintética de nos referir ao “mix de comunicação de marketing” ou “composto de comunicação mercadológica”. Temos visto também a expressão “comunicação de marketing integrado” ou “marketing integrado” sendo chamada de “comunicação 360 graus”, um termo que parece estar mais na moda das agências hoje em dia.

De qualquer forma, o que fará realmente diferença para sua empresa não são as palavras usadas pela sua agência, mas a execução impecável de sua campanha de comunicação na internet. Portanto, se você precisa de ajuda para planejar e executar uma campanha de marketing integrado – digo, “comunicação 360 graus”! – para sua empresa, entre em contato através do formulário a seguir.







Nielsen: o consumidor e a decisão de comprar produtos novos

Pesquisa conduzida pelo instituto Nielsen em 58 países investigou o comportamento de compra de produtos inovadores articulando essa informação com as necessidades de informação e mídia para a promoção desse tipo de produto.

Categorias de produtos mais influenciadas pela internet na América Latina. Fonte: Nielsen (janeiro de 2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Categorias de produtos mais influenciadas pela internet na América Latina. Fonte: Nielsen (janeiro de 2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Segundo o instituto, a maior parte dos produtos novos desaparece das prateleiras no prazo máximo de 3 anos após sua introdução e 2 em cada 3 produtos novos está destinado a fracassar, não importando mercado geográfico que esteja sob estudo. Ao redor do mundo, mais da metade dos produtos novos não sustentará seu desempenho de vendas já em seu segundo ano no mercado. Confira a seguir alguns dos principais achados dessa pesquisa.

Adoção de produtos novos

Alguns dados interessantes sobre o comportamento de compra de produtos novos, com destaque para os dados da América Latina.

  • Marcas de lojas e ofertas de preços. 64% dos latinos americanos estão dispostos a comprar uma marca de loja ou um produto em promoção, um índice que só é menor do que o da Europa (66%).
  • Gosto por novidades. Na América Latina, 80% dos consumidores gostam quando os fabricantes lançam novas opções de produtos, o índice mais alto do mundo, seguido de longe por Oriente Médio/África, com 65%.
  • Medo de mudança. 53% dos latino-americanos esperam até que uma inovação tenha sido amplamente aceita antes de arriscar-se a comprá-la, o índice mais baixo do mundo.
  • Familiaridade com a marca. 72% dos consumidores da América Latina preferem comprar novos produtos de marcas conhecidas, novamente o índice mais alto do mundo.
  • Compartilhamento. 62% dos latino-americanos gostam de contar aos amigos sobre as novidades de produtos, um índice intermediário.
  • Fidelidade à marca. Apenas 47% dos latino-americanos estão dispostos a experimentar uma nova marca, um índice bem inferior ao 57% observados na América do Norte.
  • Sensibilidade às condições da economia. 51% dos latino-americanos têm suas decisões de compra de produtos novos afetadas pelas oscilações da economia, um índice que só é mais baixo do que os 57% observados no Oriente Médio/África.
  • Local versus global. Os 42% de latino-americanos que preferem marcas locais/nacionais em detrimento de marcas globais representam o ponto médio entre os 37% observados na Ásia/Pacífico e os 47% observados na América do Norte.
  • Preços premium. A América Latina é a região em que se encontra o maior número de consumidores dispostos a pagar um preço premium por uma novidade, totalizando 56%. Esse valor é exatamente o dobro dos 28% observados na Europa e 10 pontos percentuais acima do registrado no Oriente Médio/África.
  • Categorias de produtos. As categorias de produtos em que os latino-americanos estão mais propensos a adquirir produtos inovadores são Saúde Pessoal (30%), Cosméticos e Perfumaria (29%), Cuidados Femininos (26%) e Produtos para Animais de Estimação (17%).

Mídia e consciência de produtos novos

O estudo Nielsen mostra que a conscientização do consumidor quanto à existência de produtos novos é resultado de um mix de mídias que incluem o boca-a-boca, a publicidade tradicional, o marketing online e o mobile marketing.

  • Publicidade tradicional. As quatro midias de publicidade tradicional que influenciaram mais do que 50% dos consumidores foram a Exposição na Loja (72%), Amostra Grátis (70%), Comercial de TV (59%) e Anúncios em Jornais e Revistas (54%).
  • Boca-a-boca. Amigos e Família (77%) são de longe a fonte de maior influência boca-a-boca, seguidos de Conselho Profissional Especialista (66%), Local de Trabalho (55%) e Evento (41%).
  • Internet. A Pesquisa é a mídia online mais influente (67%), seguida do Website da Empresa (55%), Artigos em Websites (53%). Influenciando menos do que 50% dos consumidores, aparecem os Fóruns (43%), as Mídias Sociais (43%), a Publicidade de Banners (42%) e os Sites de compartilhamento de vídeos (37%).
  • Móbile Marketing. 27% são influenciados por anúncios de texto em dispositivos móveis.

Influência da Internet na Decisão de Compra de Produtos Novos

Na América Latina, são as seguintes as categorias de produtos novos cujas decisões de compra são mais fortemente influenciadas pela internet:

  • Aparelhos Eletrônicos – 82%
  • Eletrodomésticos – 79%
  • Livros – 76%
  • Música – 75%
  • Roupas – 68%
  • Carros – 70%
  • Alimentos e Bebidas – 61%
  • Higiene Pessoal – 65%
  • Saúde Pessoal – 65%
  • Cuidados com os cabelos – 63%

Conclusão

Os resultados desta pesquisa mostram claramente que o consumidor latino-americano não é tão conservador como se pode pensar. Ao contrário, trata-se de um consumidor ávido por novidades e, de forma geral, disposto a pagar um preço bem elevado para possuir um produto inovador. Entretanto, trata-se de um consumidor desconfiado, que encontra segurança em marcas conhecidas e com boa reputação, importando-se pouco se o produto é nacional ou estrangeiro desde que seja bem recomendado.

Assim, a principal questão estratégica para vender ao consumidor latino-americano é conquistar sua familiaridade e sua confiança através de um amplo mix de mídias que reforcem a percepção da marca como identificadora de um fornecedor confiável. Assim, não resta opção às empresas que desejam crescer além de investir estrategicamente na exposição de sua marca em uma ampla variedade de mídias online.

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Os cinco estágios de evolução do blog marketing

Já avaliamos exaustivamente os múltiplos benefícios da publicação periódica de artigos em um blog empresarial: oportunidades de rankings no Google, aumento no número de visitas ao site, aumento no número de oportunidades de vendas, posicionamento de sua marca como autoridade no segmento, aumento geral da credibilidade de sua empresa, entre muitos outros objetivos de comunicação e marketing.

Ou seja, é inegável que o blog empresarial é uma ferramenta eficiente. A questão agora é saber como essa eficiência se manifesta na prática. Em poucas palavras: o que você deve esperar de seu blog empresarial após três meses, seis meses ou um ano?

Para responder a essa pergunta, consolidamos em um único gráfico os estágios típicos de evolução de um blog empresarial com uma periodicidade entre 4 e 8 publicações mensais ao longo de seus 12 primeiros meses de existência. Observe a figura a seguir.

Estagios de evolucao do blog marketing durante os primeiros 12 meses de atividade. Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

Estagios de evolucao do blog marketing durante os primeiros 12 meses de atividade. Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

  1. Entrada. Neste primeiro estágio, o conteúdo do blog estabelece o seu primeiro contato com um número relativamente reduzido leitores. O estágio de “Entrada” é o momento em que os editores do blog procuram conhecer os públicos da empresa, testando temas, abordagens e estratégias de SEO (otimização de sites), medindo resultados e realizando ajustes. Quanto ao público, pode-se dizer que, neste estágio, ainda está “pagando para ver” se a publicação vai realmente se consolidar ou se vai se tratar de mais um blog empresarial de vida curta como tantos outros.
  2. Crédito. No segundo trimestre de atividade constante de publicações, os editores certamente já terão “acertado a mão” no gosto do público. A sequência de publicações de cada vez mais alta qualidade faz com que o público aumente gradativamente o crédito de confiança na publicação como fonte de informação útil e abalizada.
  3. Buzz. O início do segundo semestre de publicações constantes no blog da empresa costuma mostrar a conquista de uma base de fãs que começa a criar burburinho (em inglês, “buzz”) em torno da publicação. Este é o momento em que se começam a se multiplicar os links espontâneos em outros blogs, as menções em artigos, o compartilhamento espontâneo de conteúdo nas redes sociais. É comum observar uma rápida evolução no número de visitas e o ganho rápido de visibilidade nos buscadores.
  4. Solidez. O quarto trimestre costuma mostrar a consolidação do blog empresarial como fonte de informação privilegiada em seu mercado. A espiral de crescimento iniciada no terceiro trimestre, na fase de “Buzz”, pode se manter alta ou continuar se acelerando nesta fase. Tornam-se cada vez mais comuns na web as citações, menções espontâneas e compartilhamento do conteúdo do blog da empresa nas redes sociais. Caso o blog tenha um objetivo explicitamente comercial/promocional, é comum observar também um forte crescimento na taxa de conversão, com geração de um número crescente de leads por 1000 visitas.
  5. Força para a Marca. Após 12 meses de atividade, o blog da empresa já se consolidou como um importante ativo para desenvolvimento marca. Este é o momento de utilizá-lo de outras forma ainda mais integradas à estratégia da marca, buscando ampliar sua influência sobre um público mais amplo e variado.

Essa evolução do blog empresarial pode ser mais lenta ou mais rápida conforme a ação de algumas variáveis. Vamos ver as três mais importantes.

  • Número de publicações mensais. É fato comprovado em pesquisa que mais conteúdo traz mais visitas mais rapidamente. Se tudo o mais permanecer constante, um site com 8 publicações mensais tenderá a crescer mais rapidamente do que um blog com 4 publicações mensais e mais lentamente do que outro blog com 12 publicações mensais.O número ideal de publicações mensais é o que equilibra a necessidade de rapidez na busca de resultados com a disponibilidade orçamentária da empresa. Quanto maior o número de publicações, mais rapidamente cresce o número de visitas ao site e mais rapidamente ele atravessa os estágios de desenvolvimento.

    Em termos práticos, um número menor do que 4 publicações mensais só é recomendado em casos de limitação orçamentária extrema, sendo queum número menor do que 2 publicações mensais é absolutamente não recomendado. Os números típicos ideais para a periodicidade de um blog empresarial se situam entre 4 e 12, isto é, entre 1 e 3 publicações semanais.

  • Concorrência. Quando o seu blog entra em um mercado com pequeno número de concorrentes com conteúdo de qualidade menos do que razoável, o progresso tende a ser muito mais rápido do que nas situações em que ele terá de enfrentar competidores experientes, que já tenham adquirido reputação como bons provedores de conteúdo.
  • Divulgação. Quando a empresa opta por adotar uma divulgação mais intensiva para o blog, por exemplo, adotando uma campanha publicitária de apoio, ele tende a progredir muito mais rapidamente do que quando a empresa decide apenas esperar pela evolução do conteúdo do blog nos resultados orgânicos do Google.

Em resumo, o blog empresarial deve ser encarado como um projeto cujo retorno depende da continuidade e da intensidade dos esforços nele depositados. Ao adotar um blog para sua marca, a empresa faz a opção de exercer influência direta sobre seus públicos, um objetivo de importância inegavelmente estratégica que demanda a alocação de recursos compatíveis. A empresa deve equilibrar sua disponibilidade orçamentária com os resultados desejados, ajustando o número de publicações mensais conforme a concorrência e, preferivelmente, apoiando esse conteúdo com uma campanha publicitária específica pelo menos em seu estágio inicial. Agindo assim, a sua empresa contará, em 12 meses, com uma importante publicação exercendo influência direta sobre os principais públicos de interesse da sua marca.

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Entenda a estratégia das 5 marcas com mais fãs no Facebook

Uma boa maneira de aprender uma técnica é observar o que fazem os mestres, os grandes vencedores, procurando extrair lições de suas melhores práticas. Nesse sentido, se queremos entender como colocar em prática uma eficiente política de marketing no Facebook, podemos consultar no site da Fan Page List a lista das empresas com maior número de curtidas do Facebook e verificar o que elas andam fazendo. Confira!

Estudo de Caso 1 – Facebook

Facebook: sua página oficial é orientada para a criação de uma aura mítica em torno da marca.

Facebook: sua página oficial é orientada para a criação de uma aura mítica em torno da marca.

Com 82.089.294 curtidas até o momento em que escrevemos este artigo, a página oficial do Facebook dedica-se a criar e manter o “culto” à marca, incentivando os usuários a permanecer ativos na rede estimulando uma visão mítica da própria empresa e do serviço que ela oferece.

A página oficial do Facebook é atualizada apenas a cada 2 ou 3 dias. A linguagem é sempre a mais simples e acessível, especialmente quando o objetivo é esclarecer novos recursos do sistema. De uma certa forma, esta página funciona como uma espécie de “FAQ” sobre o Facebook, contendo informações básicas sobre todos os aspectos interessantes sobre o uso do serviço.

Lições do caso Facebook:

Sua página no Facebook pode servir para criar e reforçar uma aura mítica em torno de sua marca, refletindo os valores, a visão e a missão de sua empresa.
Caso a sua marca já tenha grande visibilidade, não é necessário um grande número de atualizações para manter satisfeitos os seus fãs.
O público das fan pages é necessariamente genérico. Mantenha as mensagens simples.
Use sua página no Facebook para esclarecer didaticamente os aspectos mais complexos ou desafiadores do seu produto ou serviço.

 

Estudo de Caso 2 – Coca-Cola

A página oficial da Coca-Cola no Facebook enfatiza o conteúdo criado por usuários e as ações filantrópicas da empresa.

A página oficial da Coca-Cola no Facebook enfatiza o conteúdo criado por usuários e as ações filantrópicas da empresa.

Somando 55.848.948 fãs até este momento, a página oficial da Coca-Cola no Facebook foi criação de dois fãs da marca, que decidiram criar uma página alimentada prioritariamente por conteúdo gerado pelos usuários. O número de fãs subiu rapidamente a mais de 1 milhão. A empresa acabou assumindo a página e contratando seus dois idealizadores como “consultores”.

O foco da página é no conteúdo gerado pelos usuários e nas ações filantrópicas patrocinadas pela empresa, mantendo a identidade corporativa em dia com as aspirações dos fãs.

Lições do caso Coca-Cola:

Seus fãs são o seu melhor ativo nas redes sociais. Faça com que eles se sintam valorizados.
Desenvolver e contratar usuários como evangelistas da marca nas redes sociais é uma excelente maneira de capitalizar e recompensar a criatividade dos seus clientes.
Em vez de simplesmente vender, vender e vender, você pode conquistar ainda mais fãs contando a eles as coisas boas que sua empresa faz.

 

 

 

 

Estudo de Caso 3 – MTV

Página oficial da MTV no Facebook: destaque para celebridades e cultura Pop.

Página oficial da MTV no Facebook: destaque para celebridades e cultura Pop.

Com 39.633.635 de fãs, a página oficial da MTV no Facebook se caracteriza por ser bem mais do que um simples braço da marca na rede social, tendo se convertido em um canal de referência para os multifacetados interesses da cultura jovem em nível mundial. Nessa página, o público de adolescentes e adultos jovens encontram informações sobre celebridades, links para programas da emissora e outras fontes de informações externas, fotos curiosas, jogos, enfim, é um verdadeiro portal de entrada para os temas de cultura pop com maior interesse pelo público visado.

Lições do Caso MTV

A sua página no Facebook pode ser algo mais do que uma simples caixa de ressonância para conteúdo criado em outro lugar, para se tornar uma publicação com personalidade e conteúdo próprios.
Identifique precisamente o seu público, pesquise intensamente os seus interesses e, em seguida, crie conteúdo voltado exclusivamente para esses interesses.
Sua página no Facebook pode ser bem sucedida mesmo cobrindo uma gama muito variada de assuntos, desde que reflitam os interesses de seus públicos.

 

 

Estudo de Caso 4 – Disney

A estratégia da Disney no Facebook é de uma simplicidade tão grande que é possível explicá-la integralmente com uma única palavra: herança. Quando uma empresa tem décadas de produção cultural que habitaram o imaginário infantil de bilhões de pessoas em sucessivas gerações, essa própria bagagem de produção é que deve receber o destaque. Assim, esta página, que conta neste momento com 39.340.806 fãs, é repleta de citações, fotografias e curiosidades sobre sua gigantesca filmografia, com um eventuais destaques para produtos e promoções.

Herança: centro da estratégia da página oficial da Disney no Facebook.

Herança: centro da estratégia da página oficial da Disney no Facebook.

Lições do Caso Disney

Quando a sua empresa tiver histórias para contar, conte-as.
Se a sua empresa ainda não faz parte da história dos seus clientes, use as mídias sociais para essa finalidade.
O apelo ao imaginário infantil tem forte efeito emocional, mesmo em adultos.
Nem sempre o caminho para vender mais é vender, vender e vender. Muitas vezes, é preciso emocionar antes de vender.

Estudo de Caso 5 – Red Bull

Página oficial da Red Bull no Facebook: imagens de tirar o fôlego.

Página oficial da Red Bull no Facebook: imagens de tirar o fôlego.

Velocidade, esportes radicais, adrenalina, sensações à flor da pele: a página do energético Red Bull no Facebook reflete integralmente sua estratégia de marketing, oferecendo a seus 34.451.053 fãs um fluxo constante de imagens e vídeos de alto impacto, sempre com fortíssimo efeito viral.

Lições do Caso Red Bull

Integre o conteúdo de sua página oficial no Facebook à sua estratégia de marketing.
Invista em fotos e vídeos para gerar engajamento.
Quando a sua marca está envolvida em patrocínios de atividades esportivas ou culturais, a sua página oficial no Facebook pode ser o melhor lugar para expandir o alcance desse patrocínio ao dedicar-se a prover conteúdo para aficionados.

Conclusão

Como dissemos no artigo anterior, o sucesso no Facebook requer atividade constante na página. Essa atividade precisa ter coerência estratégica, integrando-se às demais atividades de comunicação da marca. Além disso, é preciso contar com profissionais qualificados para produzir comunicação visual e editorial de alta qualidade, garantindo assim o máximo benefício para sua marca.

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Qual a diferença entre marketing de conteúdo e publicidade?

Fazer marketing de conteúdo é, em termos práticos, um processo em dois passos:

  1. Criar mensagens que agreguem valor para as pessoas que interessam a empresa
  2. Garantir que essas mensagens cheguem até a maior quantidade possível dessas pessoas.

Como vimos no artigo “O marketing de conteúdo é o conteúdo do marketing“, a diferença entre o marketing de conteúdo e a publicidade tradicional é apenas de ênfase. Na comunicação publicitária comum, a empresa se dirige ao público de forma explicitamente comercial, frequentemente perseguindo metas de venda imediata. Já no marketing de conteúdo, a empresa busca conquistar para sua marca a imagem de especialista na solução dos problemas dos clientes. Embora o objetivo das mensagens neste caso não seja explicitamente comercial, é óbvio que as pessoas e empresas vão se sentir mais inclinadas a comprar de uma empresa que comprovadamente sabe a solução dos seus problemas. Usando termos mais populares, podemos dizer que, no marketing de conteúdo, a empresa “mata a cobra e mostra o pau”.

Mas será que isso dá resultado? Se você ainda tiver alguma dúvida sobre a eficiência dessa estratégia, recomendamos que confira alguns entre as dezenas artigos em que divulgamos resultados de pesquisas realizadas por diferentes empresas. Caso não disponha de muito tempo, você também pode conferir um resumo dos resultados dessas pesquisas na apresentação da palestra que ministramos no Mestrado em Engenharia de Produção da SOCIESC.

Diante de tamanha avalanche de fatos, as pessoas inteligentes param de discutir se a oportunidade existe e começam a pensar em como aproveitá-la.

Isso significa que o marketing de conteúdo é “melhor” ou “dá mais resultado” do que a publicidade tradicional? Será que você deveria cancelar suas campanhas publicitárias atualmente em andamento e investir tudo em marketing de conteúdo?

Na maior parte dos casos, a resposta a essas perguntas será “não”. Sobre esse tema, você precisa reter duas informações essenciais:

  1. Cada ferramenta de comunicação é, precisamente, uma ferramenta, que serve melhor para um objetivo do que para outros. Se você tem um prego, use um martelo. Se você tem um parafuso, use uma chave de fenda.
  2. Quando as diversas ferramentas são planejadas para que trabalhem em conjunto, executando uma autêntica comunicação integrada de marketing, cada ferramenta amplifica o efeito da outra, permitindo obter um resultado muito maior do que a simples soma dos resultados individuais.

Assim, é possível que o seu blog se beneficie muito de uma campanha publicitária para divulgar o seu lançamento. Por outro lado, o seu blog é um excelente lugar para complementar suas campanhas publicitárias, por exemplo, acrescentando informações e detalhes sobre os produtos que não puderam ser incluídos em seus anúncios por falta de espaço. O blog também pode ser usado para criar e testar a eficiência de diferentes argumentos de vendas bastando, para isso, acompanhar o interesse despertado pelas diferentes postagens. A área de comentários de seu blog também é um valiosíssimo ativo de pesquisa de mercado, já que ele oferece acesso em primeira mão, sem edição, a feedback de clientes e especialistas diretamente interessados na sua marca.

Nas palavras de Brandon Carter, gerente de marketing da Outbrain:

Um blog é uma forma perfeitamente simples de engajar clientes com aquilo que eles acham interessante, educativo ou divertido. Mais do que vender o que um produto pode fazer pelos clientes, as pequenas e microempresas deveriam considerar o que elas, enquanto empresas e membros da comunidade digital, podem oferecer a seus clientes. Qual é a sua área de máxima competência? Qual é a fonte de inspiração por trás de sua empresa? O que a faz rir? Trazer um sorriso ao rosto de uma pessoa pode não resultar diretamente em uma venda, mas pode aumentar a afinidade daquela pessoa com a marca ou criar um compartilhamento no Facebook que extenderá o alcance da marca até uma nova audiência.

Enfim, marketing de conteúdo e publicidade devem, sempre que possível, trabalhar em conjunto pela conquista do objetivo de ampliar o alcance da marca. Um sorriso conquistado em um blog certamente fará essa pessoa encarar com maior boa vontade os seus anúncios. Por outro lado, uma ampla campanha publicitária sempre aumentará o interesse por sua marca, trazendo número sempre crescente de pessoas ao seu blog, num círculo virtuoso que inevitavelmente resulta em lucro.

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