Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Marketing online oferece o melhor ROI no mercado B2B

Pesquisa do Sagefrog Marketing Group junto 100 executivos de marketing e adminstração em empresas de diversos segmentos no mercado B2B nos Estados Unidos revela um salto nos valor dos investimentos em marketing em 2013, com destaque para ações de marketing de conteúdo e marketing digital. Confira a seguir os principais resultados.

Gráfico 1: 51% das empresas americanas investem em marketing 5% ou mais de sua receita. Fonte: Sagefrog Marketing Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1: 51% das empresas americanas investem em marketing 5% ou mais de sua receita. Fonte: Sagefrog Marketing Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Plano de Marketing: Apenas 65% das empresas B2B pesquisadas guiam suas ações por um plano formal de marketing. Esse número representa um progresso de 2 pontos percentuais em relação a 2012.
  • Terceirização das ações de marketing: 60% das empresas terceirizam total ou parcialmente suas ações de marketing, um avanço de 3 pontos em relação a 2012.
  • Projetos versus Relacionamentos Contínuos: 54% terceirizam os serviços de marketing apenas com base em projetos, contra 17% que investem em uma relação continuada com prestadores de serviços. Somam 29% as empresas que apostam em um mix de projetos e relacionamentos contínuos. O avanço nos relacionamentos contínuos foi de 8 pontos percentuais em relação a 2013.
  • Salto no investimento: 51% já investem em marketing mais de 5% de suas receitas. Somam 39% as empresas que investem mais de 10% – confira os dados na figura 1.
  • Predomínio do marketing digital: As principais áreas de investimento em marketing B2B são, pela ordem, desenvolvimento do site, marketing online, feiras e eventos, e-mail marketing e publicidade.
  • Fontes de leads: As principais fontes de leads no segmento B2B são, da mais importante para a menos importante, as Indicações, Feiras e Eventos, Email marketing, Relações Públicas, Marketing Online, Publicidade, Telemarketing, Mala Direta.
  • Retorno sobre Investimento: Solicitados a classificar as diferentes ações de marketing em função do Retorno sobre o Investimento (ROI), as melhores ferramentas foram, pela ordem, Marketing Online, Feiras e Eventos, Email Marketing, Relações Públicas, Publicidade, Mala Direta, Telemarketing.
  • Táticas de Marketing: As táticas de marketing citadas em mais de 50% das respostas foram Website (85%), Email Marketing (72%), Mídia Social (62%), SEO (56%) e Press Releases (51%).
  • Táticas de Mídia Social: As redes sociais dominam o cenário, com crescimento constante de 66% em 2011 para 84% em 2013. Em seguida vêm os blogs que, após um pico de 48% em 2012, mostram um recuo para 39 em 2013. Comportamento semelhante é observado em todas as outras táticas de mídias sociais, à exceção do compartilhamento de vídeos, que demonstram um progresso contínuo, de 26% em 2011 para 37% em 2013.
  • Redes sociais: Observa-se um predomínio do Linkedin, citado por 78%, seguido pelo Facebook, com 73%. O relatório destaca que o Facebook avançou 8 pontos percentuais em 2013 em relação a 2012. As redes sociais líderes são seguidas de longe por Twitter (53%), Youtube (43%), Google+ (31%) e Pinterest (19%). Também é importante notar o avanço de 10 pontos percentuais nas citações do Pinterest neste ano
  • Importâncias das Mídias Sociais: 57% dos respondentes consideram as mídias sociais “Muito Importantes” (31%), “Importantes” (13%) ou “Algo importantes” (13%).
  • Tempo investido nas Mídias Sociais: 42% investem 4 horas semanais ou mais nas mídias sociais, sendo que 65% investem pelo menos 1 hora semanal
  • Verba de Marketing em 2014: 45% planejam aumentar a verba de marketing em 2014 e 52% pretendem mantê-la no mesmo patamar deste ano. Apenas 3% pretendem reduzir o investimento em marketing no próximo ano.

Consequências para as empresas brasileiras

Ano após ano, pesquisa após pesquisa, torna-se cristalino o fato de que as empresas que atuam no mercado corporativo (B2B) não podem prescindir de uma política de marketing tão intensa e profissional quanto as empresas orientadas para o mercado consumidor. É preciso apenas vencer a resistência à mudança, integrando de forma sinérgica as redes sociais às táticas mais tradicionais, como as vendas pessoais, eventos, feiras e marketing direto, por exemplo.

Para saber como sua empresa pode integrar o marketing online às táticas que você já utiliza para captar clientes corporativos, entre em contato pelo formulário a seguir, ou fale já com a gente, clicando no botão do Skype disponível do lado esquerdo deste artigo!







Linkedin: o papel do evangelista da marca no marketing B2B

Como sua empresa pode marcar posição no Linkedin, fortalecendo o relacionamento com os principais influenciadores e tomadores de decisão? A chave está em aliar estrategicamente as duas grandes forças da comunicação de marketing na internet: o Marketing de Conteúdo e o Marketing de Relacionamento com clientes atuais e futuros.

Linkedin: estratégia de marketing B2B - imagem por Géssica Hellmann

Linkedin: estratégia de marketing B2B – imagem por Géssica Hellmann

O Linkedin é, mundialmente, a maior rede profissional da Internet. Lá você encontrará os executivos de todas as empresas da Fortune 500. Só no Brasil, já somos mais de 13 milhões de usuários ativos.

O Linkedin é uma excelente rede para ampliar a visibilidade de sua marca, fortalecer o seu relacionamento com os clientes atuais e interagir com os principais tomadores de decisão nos mais diversos segmentos. Deste modo, trata-se de uma ferramenta preferencial para todos os que estejam engajados no desafio de conquistar e manter clientes no mercado B2B.

No Linkedin, como em todas as suas outras ações de comunicação, você deve ter como foco o seu público-alvo. Seu objetivo é apresentar conteúdo relevante para atender às necessidades de informação dos diferentes estágios de prontidão para compra em que cada cliente se encontre.

Um fator fundamental para um eficiente  Marketing de Relacionamento a que poucas marcas têm dado a devida atenção é a definição de quem será o evangelista de sua marca. O evangelista é a pessoa responsável por gerenciar e monitorar as conversações estabelecidas nas mídias sociais – incluindo o Linkedin – que envolvam a sua marca, os seus produtos e o seu mercado de atuação.

Lembramos também que a participação do evangelista, em sua posição como “defensor da marca”, deve ir além da interação ou da publicação do conteúdo  na página oficial da empresa no Linkedin. O evangelista precisa também estar ativo onde o seu público se faz presente, zelando especialmente pela participação em grupos e comunidades. Veja a seguir alguns exemplos, extraídos de casos reais:

  • Em uma indústria de lingerie, o papel do evangelista é garantir a presença da marca através de um comportamento participativo/contributivo em grupos de varejo de moda.
  • No caso de uma indústria de equipamentos para construção civil, o papel do evangelista foi participar em grupos voltados a discussões sobre infraestrutura, engenharia e construção civil.
  • O evangelista de uma empresa do segmento contábil deve estar preparado para participar de grupos que reúnam CEOS, diretores e gerentes financeiros.

Desenvolvendo um trabalho de marketing de conteúdo direcionado aos diferentes públicos-alvo e interagindo de forma programada e direta com os tomadores de decisão, o evangelista de sua marca oferecerá a você a oportunidade de fortalecer o relacionamento com clientes atuais, informando e oferecendo soluções, reforçando a lembrança da marca, coletando feedback e, acima de tudo, influenciando diretamente o tomador de decisão.

No Linkedin, você não precisa passar por gatekeepers (telefonista, pela secretária, estagiários, assistentes) sem poder de decisão antes de finalmente chegar ao tomador de decisão.

O Marketing de Relacionamento no Linkedin soma-se ao Marketing de Conteúdo para ampliar as oportunidades de vendas, tornando-se o processo como um todo mais simples e rentável. Afinal, o evangelista da marca desempenha a importantíssima função de “preparar o terreno” para o contato direto de sua equipe de vendas, o tomador de decisão receberá seus vendedores de uma forma muito mais positiva. Após um cuidadoso trabalho de preparação no Linkedin, o seu vendedor não será apenas o “Fulano de Tal, vendedor”, mas o bem vindo representante de uma marca que o tomador de decisão já conhece e admira.

O evangelista da marca interage em nome da empresa nas redes sociais tem o papel de facilitador, de abrir caminho, fortalecendo o relacionamento entre a marca e os tomadores de decisão.

A pessoa responsável pelo gerenciamento da marca nas redes sociais, além de ser boa comunicadora, deve ter excelente habilidade em relações humanas.

Nunca é demais lembrar que as empresas são compostas por pessoas.

Entre em contato pelo formulário abaixo e comece já a implementar uma estratégia vencedora de Marketing de Relacionamento e Marketing de Conteúdo para influenciar os principais tomadores de decisão, abrindo incríveis oportunidades para que sua equipe comercial conquiste novos clientes e detecte um mundo de oportunidades de novos negócios.







Estudo desvenda as competências do Marketing B2B

Em janeiro deste ano, a revista BtoB, em parceria com Eloqua e Oracle,  efetuou um estudo junto a 556 executivos que desenvolvem atividades de marketing digital no segmento B2B para desvendar seus pontos-de-vista e experiências sobre o conceito de “marketing moderno”.

O estudo investigou áreas como o marketing digital, tecnologia, competências profissionais e o papel do profissional na organização. Os objetivos do estudo eram (1) identificar o perfil ideal do profissional de marketing moderno e (2) descobrir como preencher a distância que separa o perfil ideal dos profissionais da vida real. Confira a seguir os principais resultados dessa pesquisa, seguidos de uma reflexão sobre as suas consequências para as empresas brasileiras do segmento B2B.

As competências do profissional de Marketing B2B ideal

A primeira pergunta do estudo se refere às competências que os profissionais de marketing acreditam que deveriam ter em comparação com às que eles acreditam que realmente têm. As respostas estão consolidadas no gráfico 1.

Gráfico 1 - Competências do Profissional de Marketing: Ideal versus Real. Fonte: BtoB (março de 2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1 – Competências do Profissional de Marketing: Ideal versus Real. Fonte: BtoB (março de 2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

O primeiro dado que salta aos olhos é o elevado nível de auto-exigência desses profissionais. Na média, eles consideram que possuem apenas 65% das competências que o profissional de marketing ideal deveria reunir. Vamos ver em que consistem essas competências, no contexto do estudo da BtoB.

  • Targeting. Apontado como responsável por 30% do sucesso do marketing B2B em situações ideais, a expressão “targeting” refere-se ao conhecimento dos atores envolvidos nos processos de compra, identificação clara de papeis e responsabilidades, possibilidade de traçar perfis dinâmicos capazes de alinhar-se com as mutações do mercado e das necessidades dos negócios.
  • Engajamento.  Definido como a entrega do conteúdo certo através da mídia certa na hora certa usando mix apropriado de ferramentas como RP, mídias sociais, blogs, eventos e outros. Na situação ideal, responderia por 24% do sucesso do marketing B2B.
  • Conversão. É a estratégia para transformar o prospect em cliente, envolvendo geração de leads e colaboração com as vendas. Explicaria 19% do sucesso do marketing B2B na situação ideal.
  • Análise de Dados. Implementação de Big Data, avaliação do retorno sobre investimento em marketing, mensuração da margem de contribuição para a receita. Representa 13% do sucesso no marketing B2B ideal.
  • Tecnologia de Marketing. Inclui automação de marketing, CRM, monitoramento social e inteligência de negócios. Representa 14% do sucesso no nível ideal.

O que esta parte do estudo revela é que os profissionais de marketing B2B gostariam exercer mais eficazmente as diversas competências que respondem pelo sucesso de seu trabalho, com destaque especial às tarefas de targeting e engajamento.

Lidando com a mudança

O próximo item investigado foi o papel das mudanças na formação do profissional de marketing B2B. Os itens por mais da metade dos respondentes foram “Habilidade de acompanhar o retorno sobre o investimento” (60%) e “uso das mídias sociais no marketing” (58%). Com 42% de citações, temos a “transferência de poder da marca para o cliente” e “maturação da geração de demanda e lead nurturing“.

É interessante conferir a definição de “lead nurturing” fornecida pela Eloqua, um dos patrocinadores do estudo: “B2B lead nurturing é uma disciplina focalizada em leads qualificados que ainda não estão prontos para comprar. Como tal, a arte do ‘lead nurturing’ bem sucedido consiste em entregar conteúdo de valor suficiente para que a audiência permaneça engajada. Se bem feito, o lead nurturing bem sucedido poderá construir uma forte preferência por marca e solução muito antes que o comprador esteja ativamente engajado no processo de compra”.

Como medir o sucesso

Quando se trata de medir o sucesso, o mercado tem uma visão bem clara da importância relativa de cada resultado, confira no gráfico 2.

Gráfico 2 - Métricas de Sucesso no Marketing B2B - Importância Relativa. Fonte: BtoB (março de 2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 2 – Métricas de Sucesso no Marketing B2B – Importância Relativa. Fonte: BtoB (março de 2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Na visão dos profissionais de marketing B2B, 59% do sucesso pode ser medido em termos de “Retorno sobre o Investimento em Marketing” (35%) e por  “Geração de Vendas Influenciadas pelo Marketing”(24%). Os demais fatores, embora tenham sua importância reconhecida, têm valor apenas marginal em relação a essas duas métricas principais. É interessante observar que o peso atribuído às “métricas de mídias sociais” é de apenas 1%.

Principais técnicas de marketing digital B2B

Quando chamados a fazer um elenco das principais técnicas de marketing digital usadas ao longo do ano passado, vemos que o Email marketing ainda é a mídia dominante no segmento B2B, sendo que todas as demais técnicas foram citadas por menos de 50% dos respondentes:

  • Email marketing: 62%
  • Mídia social: 42%.
  • RP, o blog e os estudos de casos de clientes: 31%.
  • Marketing de buscas, webinars e eventos virtuais: 28%
  • Newsletters eletrônicas: 24%
  • Microsites: 17%
  • White papers: 15%
  • Banners: 14%
  • Móbile marketing: 10%
  • Portais de vídeo: 9%
  • Publicações personalizadas: 6%

O fenômeno mais notável nessa lista é a ascensão do marketing em mídias sociais ao segundo lugar absoluto, superando as técnicas já “tradicionais” do blog e do marketing de buscas, que ficaram no terceiro e quarto lugares.

Desafios e motivações para adotar o marketing B2B moderno

Os profissionais de marketing B2B estão conscientes das forças e desafios que impelem as empresas a adotar as técnicas de marketing moderno:

  • Necessidade de encontrar pontos de contato com o mercado que sejam mais rápidos e mais relevantes: 60%
  • Limitações de recursos: 55%
  • Dificuldade de medir o ROI: 48%
  • Dificuldade de personalizar as mensagens para os clientes: 35%
  • Inabilidade do atual mix de soluções em fornecer estatísticas úteis para análise: 30%
  • Enfraquecimento da eficiência do marketing: 26%
  • Consciência declinante da marca: 12%

Consequências para as empresas brasileiras do segmento B2B

A competitividade de uma marca, empresa ou oferta no segmento B2B assume a forma de um composto de fatores bastante complexos, na medida em que os processos de compra empresariais seguem um elevado nível de formalização e a busca permanente de maior racionalidade na tomada de decisões. Desta forma, o marketing B2B exige a utilização crescente de técnicas cada vez mais eficientes de contato, relacionamento, distribuição e coleta de informações junto a clientes potenciais e atuais. A vantagem tenderá a estar ao lado das empresas que contarem com profissionais capazes de disponibilizar a informação certa, para a pessoa certa no momento oportuno.

Sobre essa questão do “momento oportuno”, precisamos realçar o conceito do “lead nurturing”, isto é, a estratégia de adquirir credibilidade e respeito muito antes da formalização de um processo de compra, através do provimento contínuo de informações úteis.

Enquanto muitas empresas B2B nacionais continuam apostando apenas na “pescaria” do cliente individual através de visitas de vendedores e campanhas orientadas para a venda imediata, observa-se que uma importante tendência entre os profissionais de marketing B2B dos EUA é fazer da conquista pela preferência um processo contínuo.

Em nossa avaliação, as empresas brasileiras fariam bem em começar a avaliar mais atentamente o valor de suas estratégias de captação e manutenção de clientes no contexto do retrato do marketing “ideal” traçado por esta pesquisa.

Precisa de ajuda em sua estratégia de “lead nurturing”? Entre em contato pelo formulário a seguir.







91% dos executivos brasileiros leem blogs

No artigo “O mapa da mídia no Brasil e na América Latina – Parte 1” publicamos a seguinte informação, que talvez tenha passado despercebida em meio a tantas outras:

O que fazem os brasileiros na internet? As principais atividades em que os brasileiros se engajam quando estão na internet são as seguintes:

  1. Leitura de blogs: Blogs têm uma taxa de 96% de penetração entre os usuários brasileiros de internet e 91% penetração entre os executivos brasileiros

A consequência prática dessa informação é evidente por si mesma: as empresas do mercado B2B que conseguirem produzir blogs corporativos com conteúdo interessante para os executivos brasileiros terão a máxima probabilidade de que as suas mensagens cheguem à pessoa certa.

O seu desafio, portanto, não é decidir se a sua empresa precisa de um blog. O desafio é publicar conteúdo nesse blog que seja interessante para os executivos que você deseja influenciar.

A solução para esse desafio se chama “Plano Editorial“.

O plano editorial é um documento que sintetiza as principais decisões relativas ao conteúdo do seu blog. Vejamos alguns exemplos de decisões que constam de um plano editorial:

  • Conceito. É fundamental para o sucesso do seu blog que ele tenha uma proposta diferenciada, uma abordagem diferente, uma ideia central que permita identificá-lo em meio a outras publicações na web.
  • Título do blog. É preciso escolher um título que reflita o conceito ou o tema geral que gera o maior interesse em seu público-alvo.
  • Periodicidade. Refere-se à frequência de atualização do blog: diária, em dias alternados, semanal, quinzenal, mensal. Em seguida, é preciso também decidir o volume de cada atualização, isto é, se cada atualização incluirá apenas uma ou várias postagens de cada vez.
  • Temas e Assuntos. Dentro do tema geral do blog pode-se produzir uma variedade imensa de conteúdo sobre os mais diversos assuntos com um variadíssimo leque de abordagens. O plano editorial definirá quais serão os temas e a abordagem que eles receberão.
  • Tipos de conteúdo não-textual. Embora um blog possa ser constituído somente de texto, é possível e desejável incluir regularmente fotos, ilustrações, infográficos, vídeos, podcasts, e-books, apresentações de slides, entre muitos outros. O plano editorial definirá quando e como esse conteúdo será produzido e publicado.
  • Tipo de conteúdo textual. Os conteúdos de texto de um blog podem assumir tantas formas quanto qualquer outra publicação: artigos opinativos, entrevistas, notícias, resumos, press releases, comunicados. O plano editorial definirá o mix adequado de cada conteúdo textual publicado no seu blog corporativo.

É evidente que um blog corporativo produzido a partir de um plano editorial detalhado e, preferencialmente, baseado em pesquisa prévia junto ao público visado, terá toda a probabilidade de ser incluído na lista de leituras dos executivos a quem sua empresa deseja influenciar.

Assim, caso o blog de sua empresa não esteja chegando às pessoas com quem você deseja falar, a solução é fazer um novo plano editorial, desta vez sob a orientação de nossa empresa. Afinal, como você pode conferir em nosso arquivo, nós abordamos cientificamente a estratégia de blogs corporativos desde 2008, dispondo de todo o conhecimento e a experiência necessários para produzir um plano editorial vencedor para o blog de sua empresa.

Entre em contato pelo formulário a seguir e converse com a gente.







O mapa da mídia no Brasil e na América Latina – Parte 1

A empresa US Media Consulting apresentou no dia 8 de março um extenso relatório consolidando os dados de mais de 200 pesquisas sobre os padrões de consumo de mídia no Brasil e na América Latina. Neste artigo, apresentaremos os principais resultados relativos à realidade brasileira em relação ao consumo das diversas mídias on e offline.

Gráfico 1 - Crescimento das mídias publicitárias no Brasil (1º sem/2012). Fonte: Us Media Consulting (mar/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1 – Crescimento das mídias publicitárias no Brasil (1º sem/2012). Fonte: Us Media Consulting (mar/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

O Brasil e o consumo da classe C

  • Classe C: crescimento explosivo. Embora a classe B seja responsável pela maior fatia do consumo das famílias no Brasil (51%), a classe C é a mais numerosa e a que cresce mais rapidamente, somando 105 milhões de brasileiros em 2011. Esse número é equivalente a 55% da população, uma proporção que deve atingir 58% em 2014.
  • Classe C a caminho da gastança. O consumo da classe C em 2012 somou mais de 1 trilhão de reais e projeta-se que esse valor chegará a 1,46 trilhão de reais em 2015, um número maior do que a soma dos valores do consumo das classes A e B.

A ascensão contínua do mercado publicitário brasileiro

  • Quinto maior mercado do mundo. Em 2014, o Brasil se tornará o quinto maior mercado publicitário do mundo, com um investimento total de 22 bilhões de dólares, atrás apenas de Estados Unidos, Japão, China e Alemanha. Esse número representa um crescimento de 45% em relação a 2011, quando o investimento publicitário somou 15,3 bilhões de dólares.
  • A disparada da internet. A internet é a mídia publicitária que cresce à taxa mais alta no Brasil (15,46% no primeiro semestre de 2012), à frente até mesmo da TV paga (15%) – confira os dados do gráfico 1.
  • TV aberta abocanha as verbas. A mídia que absorve a parte do leão das verbas publicitárias ainda é a tradicional, liderada por TV aberta (63%), Jornais (11,8%) e Revistas (7,1%). A internet assumiu a quarta posição (5,1%), à frente da TV paga, rádio, outdoor e cinema, confira no Gráfico 2.
    Gráfico 2 - Participação das Mídias no bolo publicitário - Brasil (2011). Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

    Gráfico 2 – Participação das Mídias no bolo publicitário – Brasil (2011). Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Penetração das mídias. Quanto à penetração das mídias na população, a TV aberta lidera absoluta, com 97%, seguida por outdoor (86%), rádio (78%), jornais (60%), revistas (54%) e internet (40%). A TV a cabo ainda aparece como opção de baixa penetração, atingindo apenas 28% da população.

Mídia impressa resiste e prospera

  • Jornais impressos. A circulação dos jornais impressos continua crescendo no Brasil, a taxas de 1,8% em 2012 e 3,5% em 2011. Aproximadamente 46% dos brasileiros leem algum jornal.
  • A ascensão das revistas. A circulação de revistas no Brasil em 2011 bateu recorde de 13,7 milhões de exemplares vendidos. A penetração da mídia revista nas classes A e B é de 63% e, na classe C, de 38%.

TV e rádio: amores antigos

  • TV aberta: fonte preferencial. Para 90% dos brasileiros, a TV aberta é a fonte preferida de informação e notícias. Cerca de 175 milhões de brasileiros assistem à TV por uma média de 5 horas e 28 minutos diários.
  • TV paga: a evolução natural do hábito. 14,5 milhões de lares brasileiros já possuem TV por assinatura. Espera-se que essa mídia atinja 90% de penetração em 2018.
  • Rádio: o companheiro fiel. 90% dos lares brasileiros têm pelo menos 1 aparelho de rádio. 75% dos brasileiros afirmam ter ouvido rádio pelo menos uma vez nos últimos 7 dias. 49% dos brasileiros que têm aparelhos celulares capazes de receber a programação das rádios usam-nos regularmente para esse fim.
  • A segmentação do público do rádio. 80% dos automóveis em circulação no Brasil estão equipados com rádio. Considerando apenas a audição dentro do carro, a maioria dos ouvintes é composta por homens das classes A e B entre 25 e 54 anos. Entretanto, 36% do total dos ouvintes de rádio brasileiros são mulheres das classes CDE. Entre os brasileiros que ouvem rádio dentro do transporte público, 63% são adultos jovens, entre 20 e 34 anos.

Internet: paixão crescente

  • Todo mundo quer ter internet.Em 2012, o Brasil atingiu a marca de 85 milhões de usuários de internet, um número que deve subir a 154 milhões já em 2014, atingindo 80% dos lares
  • Usuários ativos. 70 milhões de brasileiros são usuários ativos, isto é, acessam-na regularmente de casa ou do trabalho.
  • O brasileiro é móbile. 73 milhões de brasileiros são assinantes de internet banda larga móvel, um crescimento de 421% em relação a 2010.
  • Internet é para comprar. Enquanto 67% das consumidoras brasileiras usam a internet antes de fazer uma compra, 95% dos consumidores brasileiros procuram informações online antes de comprar um carro
  • Publicidade na internet dá resultado. 68% dos usuários de internet brasileiros admitem que anúncios online influenciam suas decisões de compra. 57% dizem que são motivados a comprar produtos promovidos através de anúncios na internet, 56% dizem que são motivados por anúncios a visitar lojas online e 56% dizem que usam as mídias sociais para comprar produtos.
  • Mídia offline aumenta a eficácia da mídia online. 79% dos usuários de internet no Brasil pesquisam na internet informações sobre produtos que conheceram na mídia offline. As mídias offline que mais motivam a pesquisar produtos online são a TV (51%), Mídias Impressas (35%) e Outdoor (27%).
  • O que fazem os brasileiros na internet? As principais atividades em que os brasileiros se engajam quando estão na internet são as seguintes:
    1. Compras: 31 milhões de brasileiros visitam sites de e-commerce todo mês
    2. Busca de ofertas: Sites de descontos e cupons no Brasil cresceram 379% entre maio de 2010 e maio de 2011
    3. Mídia social: 97% dos usuários brasileiros de internet estão nas mídias sociais
    4. Leitura de blogs: Blogs têm uma taxa de 96% de penetração entre os usuários brasileiros de internet e 91% penetração entre os executivos brasileiros
    5. Jogos: os brasileiros gastaram 2 bilhões de dólares em jogos online em 2011
    6. Assistir a vídeos: O Brasil é o líder na América Latina em número de vídeos online assistidos e em número de espectadores únicos

Conclusão da primeira parte

O que pode ser mais eloquente do que um número? Que tipo de argumento ainda é necessário para convencer alguém de que o mercado brasileiro oferece uma magnífica oportunidade para as empresas dispostas a investir na publicidade de suas marcas? Será preciso ainda explicar por que uma empresa que anuncia tem toda a probabilidade de vender mais do que outra que esconde sua marca embaixo da cama?

Tenha sempre em mente que os fracassos em comunicação são sempre consequência de uma abordagem baseada em improvisação e amadorismo.

O fator que sempre fará toda a diferença a favor do sucesso de uma campanha de comunicação de marketing é o fundamento científico de quem vai planejá-la. É preciso contar com o auxílio de profissionais que estejam atualizados com as mais recentes pesquisas sobre as técnicas, mídias e comportamentos dos consumidores para formular um plano orientado estrategicamente para seus objetivos. Agindo desta forma, você pode contar com praticamente 100% de confiança no sucesso de suas campanhas.

Precisa de ajuda para ter sucesso na comunicação de sua marca? Entre em contato pelo formulário a seguir!