Géssica Hellmann & Alex Oliveira

Missão: Registramos neste blog nossas pesquisas e nosso pensamento profissional sobre produção e marketing de conteúdo.



Siga-nos!

   Perfil no Google Plus Feeds RSS


Gostou? Divulgue!

Você tem um blog e gostou de nosso conteúdo? Adicione um botãozinho para nós em seu blogroll. Basta copiar o código a seguir!

O resultado será:
Pesquisa - Redação - Projetos Editoriais



Direitos Autorais

O conteúdo deste blog é protegido por direitos autorais. Se você quiser reproduzir na web qualquer conteúdo originalmente publicado aqui, lembre-se de atribuir a autoria a Géssica Hellmann & Cia. Ltda e incluir um link direto para página de onde copiou o conteúdo.
Licença Creative Commons

Licença Creative Commons
Para mais detalhes, consulte nossa página sobre Direitos Autorais

Protegido contra plágio

Protected by Copyscape Online Plagiarism Test


Artigo inédito de Géssica Hellmann em revista de negócios

Foi publicado com destaque na capa da mais recente edição da revista eletrônica “Business Review Brasil” um artigo inédito de Géssica Hellmann, produzido com exclusividade para a publicação.

Capa da revista eletrônica Business Review Brasil: destaque para artigo de Géssica Hellmann sobre Marketing de Conteúdo.

Capa da revista eletrônica Business Review Brasil: destaque para artigo de Géssica Hellmann sobre Marketing de Conteúdo.

Capitaneada pela experiente jornalista Simone Talarico, a Business Review Brasil é uma publicação de negócios voltada para executivos e líderes empresariais. A publicação busca oferecer ampla cobertura de todas as principais indústrias do país, retratando em artigos e reportagens com grau de profundidade superior à média as principais tendências sobre tecnologia, marketing 2.0, inovação e mídia social.

Artigo de Géssica Hellmann na edição de fevereiro de 2013 da Business Review: dados de pesquisas esclarecem porque e como se deve usar o marketing de conteúdo para realizar objetivos empresariais

Artigo de Géssica Hellmann na edição de fevereiro de 2013 da Business Review: dados de pesquisas esclarecem porque e como se deve usar o marketing de conteúdo para realizar objetivos empresariais

Géssica Hellmann realiza nesse artigo uma síntese dos principais achados de pesquisas realizadas ao longo dos últimos 6 meses no Brasil e no exterior, destacando em suas conclusões a inevitabilidade da adesão ao marketing de conteúdo como estratégia parte da estratégia empresarial nos próximos anos.

Géssica Hellmann no quadro de colaboradores da Business Review Brasil e editorial de Simone Talarico - edição de fevereiro de 2013.

Géssica Hellmann no quadro de colaboradores da Business Review Brasil e editorial de Simone Talarico – edição de fevereiro de 2013.

Uma publicação do WDM Group, a Business Review Brasil tem uma seção dedicada especialmente ao “marketing 2.0”, refletindo o interesse crescente dos líderes empresariais pelo marketing em mídias digitais.







Artigos relacionados

Reputação é fator negligenciado por líderes empresariais

Dados divulgados pelo Zeno Group expõem um quadro surpreendente sobre o papel da reputação da marca nas decisões dos líderes empresariais nos segmentos B2B e B2C. Confira os principais resultados.

Mais de 1/3 dos CEOs não ponderam a reputação de sua empresa nas mídias sociais durante seu processo de tomada decisão. Fonte: Zeno Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mais de 1/3 dos CEOs não ponderam a reputação de sua empresa nas mídias sociais durante seu processo de tomada decisão. Fonte: Zeno Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Reputação é variável fora da equação: Mais de 1/3 (36%) dos CEOs americanos não levam em consideração a reputação de suas empresas nas mídias sociais quando tomam uma decisão de negócios.
  • Segmento B2B é menos atento. A situação é mais grave no segmento B2B, em que 43% nunca ponderam o efeito potencial de suas decisões nas mídias sociais, contra 30% no segmento B2C.
  • Inação como solução. Diante de uma publicação negativa nas mídias sociais, 10% das empresas consultadas simplesmente se limitarão a não fazer nada. No segmento B2B, a probabilidade de adotar a inação como solução é duas vezes maior do que no segmento B2C.
  • Resposta lenta a crises. Menos de 2/3 (63%) dos CEOs do segmento B2C e apenas 43% dos executivos do segmento B2C acreditam que suas empresas conseguiriam reagir a uma publicação negativa em até 24 horas.
  • Empresas maiores preocupam-se mais. Na tabulação dos dados por tamanho da empresa, apenas 29% das empresas com mais de 10 mil funcionários declaram ignorar a reputação da empresa nas mídias sociais, um número que sobe para nada menos que 45% entre as empresas com até 10 mil funcionários.
  • Empresas maiores reagem mais rápido. No grupo das empresas consideradas “grandes”, isto é, com valor superior a 10 bilhões de dólares, 63% dos CEOs acreditam que suas empresas poderiam reagir em até 24 horas a uma crise, contra apenas 43% no grupo das empresas consideradas “pequenas”, com valor inferior a 5 bilhões de dólares.

A situação revelada pelo Zeno Group mostra que uma fatia significativa das empresas americanas ainda permanece insensível a toda a evidência reunida nos últimos anos sobre a importância da reputação da marca nas mídias sociais. Aqui mesmo neste blog, nós abordamos o tema pela primeira vez em agosto de 2009, em artigo intitulado “A reputação de sua marca na internet”, salientando a importância da publicação de conteúdo, especialmente do blog corporativo, para uma gestão proativa e orientada para vendas da imagem corporativa nas mídias sociais.

Sobre a reação a situações de crise, já em setembro de 2009 abordamos um caso em que a marca Nestlé aparecia em má posição nos resultados de pesquisa Google devido a menções negativas no site Reclame Aqui. Em outubro do mesmo ano, trouxemos à tona o caso do ataque de hackers de que incluíram links para sites ilegais no site de ninguém menos do que a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil.

Considere agora a abrangência que as mídias sociais alcançaram no Brasil de hoje, em que nada menos que 65 milhões de brasileiros estão nas redes sociais, número que representa quase um terço da população do país, 84% dos quais têm conta no Facebook e 55% ainda usam o Orkut. Diante desses dados, torna-se simplesmente impensável que um executivo sério continue a ignorar o potencial desse universo tanto para captação de clientes como para gerar problemas para a reputação de sua marca.

A única opção que restou às empresas brasileiras que, em pleno 2013, ainda não estão presentes de forma proativa nas redes sociais é fazê-lo imediatamente. Não há mais espaço para hesitações, a hora é de decisão fundamentada em pesquisa e ação integrada à estratégia de sua empresa.

Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário abaixo!







Artigos relacionados

Pesquisa: líderes devem engajar-se nas mídias sociais

Líderes empresariais devem engajar-se nas mídias sociais - Imagem por Géssica Hellmann

Líderes empresariais devem engajar-se nas mídias sociais – Imagem por Géssica Hellmann

Como vimos no último artigo, os próprios executivos de marketing têm consciência dos benefícios das mídias sociais para sua estratégia de negócios. Porém, muitos líderes empresariais e executivos do topo da hierarquia das empresas permanecem ausentes das mídias sociais, embora já seja possível observar a presença constante de alguns desses, sendo um bom exemplo brasileiro o perfil de Eike Batista no Twitter. Assim, surge a questão inevitável: a participação de líderes empresariais nas mídias sociais pode ou não beneficiar suas empresas?

Em busca de respostas a essa questão, a empresa BrandFog realizou um estudo consistindo de 13 perguntas dirigidas a centenas de funcionários de todos os níveis hierárquicos de empresas cujo porte variava desde startups a empresas presentes nas 500 maiores empresas do ranking da Fortune, abrangendo uma ampla seleção de setores e regiões geográficas. Acompanhe a seguir o principais resultados dessa pesquisa.

  • Preparo para desafios: 81% dos respondentes afirmaram que os líderes empresariais engajados nas mídias sociais estão mais bem equipados para liderar suas empresas no mundo da web 2.0.
  • Relacionamentos melhores: A maioria dos respondentes acredita que os líderes que participam das mídias sociais podem estabelecer melhores relacionamentos com clientes (89,3%), funcionários (84,7%) e investidores (66,3%).
  • Comunicação, imagem e transparência: A participação dos líderes empresariais nas mídias sociais conduz a melhor comunicação (78%), melhor imagem da marca (71%) e maior transparência (64%).
  • Importância estratégica: O engajamento do CEO nas mídias sociais é considerado muito importante para a empresa por 86% dos respondentes.
  • Confiança: 82% acreditam ser mais fácil confiar em uma empresa cujos líderes participem nas mídias sociais.
  • Intenção de compra: 77% são mais inclinados a comprar das empresas com maior participação das lideranças nas mídias sociais.
  • Valores e reputação da empresa: 93% veem melhorias na comunicação dos valores corporativos, na moldagem da reputação da empresa e na capacidade de liderar em tempos de crise.
  • Imagem da marca: Nada menos que 94% veem melhorias significativas na imagem da marca.
  • Responsabilidade social: A comunicação dos valores de responsabilidade social da empresa é melhorada para 92% dos respondentes.
  • Ambiente de trabalho: 78% dos respondentes declaram sua preferência por trabalhar nas empresas com maior participação dos líderes nas mídias sociais.

Após essas 10 perguntas sobre a percepção, a BrandFog dirigiu 3 questões sobre a atuação real dos executivos e da empresa em que os respondentes trabalhavam.

  • Atuação da empresa nas mídias sociais: as mídias mais citadas foram o Facebook (81%), o Twitter (79,3%), o Linkedin (72%) e o blog corporativo (56%).
  • Atuação do CEO nas mídias sociais: Comparativamente, a atuação do CEO nas redes sociais é baixa, sendo mais frequente no Twitter (50,3%), no Linkedin (47%), no Facebook (45%) e no blog corporativo (38%).
  • Presença dos líderes nas mídias sociais da empresa: As respostas mais frequentes revelaram a presença do CEO em 47,4% dos casos e de nenhum executivo de topo em 30,2% das respostas.

A conclusão inevitável desse estudo é a de que embora a participação dos líderes nas mídias sociais envolvam grande consumo de tempo e uma certa dose de risco que vem do excesso de exposição, é fato que os líderes empresariais dos próximos anos deverão incluir entre suas habilidades a capacidade de expor estrategicamente sua própria imagem e nome nessas mídias. Cada vez mais, funcionários e clientes esperam que os líderes empresariais sejam capazes de expor, defender e vender suas ideias, práticas e produtos, endossando com sua imagem as ações de suas empresas. Assim, se você é um líder empresarial e ainda faz ideia de como iniciar sua atuação nas mídias sociais, entre em contato através do formulário a seguir.







Artigos relacionados

Pesquisa revela os principais benefícios das mídias sociais na visão dos executivos de marketing

Marketing em Mídias Sociais: investimento que dá saborosos resultados para empresas de todos os segmentos - Imagem por Géssica Hellmann

Marketing em Mídias Sociais: investimento que dá saborosos resultados para empresas de todos os segmentos – Imagem por Géssica Hellmann

Hoje, vamos comentar os principais achados da pesquisa “Relatório 2012 da Indústria do Marketing nas Mídias Sociais: como os profissionais de marketing estão usando as mídias sociais para o crescimento de seus negócios” (em inglês), conduzido por Michael A. Stelzner, CEO e fundador do Social Media Examiner.

Importância da Mídia Social

Nada menos que 83% dos profissionais de marketing entrevistados consideram que o marketing em mídias sociais é importante para seus negócios, sendo que os empreendedores individuais têm maior probabilidade de concordar fortemente com essa afirmação do que os demais. É fácil entender porque os empreendedores individuais e pequenas empresas concedem tanta importância às mídias sociais, já que operam com recursos limitados para investimento em mídia.

Tempo investido

Um total de 58,8% dos profissionais de marketing investe mais de 6 horas semanais em atividades de mídia social, sendo que 14,4% investem mais de 20 horas semanais. Os profissionais mais experientes tendem a investir mais horas do que os menos experientes mas, como a experiência traz maior eficiência, a pesquisa observa que os profissionais mais experientes estão investindo menos tempo em 2012 do que em 2011.

O fator idade

Quanto mais jovem é o profissional, maior o tempo semanal investido nas mídias sociais, com 43% dos profissionais entre 20 e 29 anos gastando 11 horas semanais ou mais nessas atividades.

Principais benefícios das mídias sociais

O principal benefício citado pelos profissionais de marketing foi aumento da exposição da marca (85%). Em seguida, cita-se o aumento na visitação do site da empresa (69%), a melhor compreensão do ambiente de mercado (65%), a geração de leads, isto é, contatos comerciais com potencial de resultar em vendas (58%) e o desenvolvimento de lealdade à marca por parte dos fãs (58%).

Aumento nas vendas

O marketing em mídias sociais é um investimento intensivo em relacionamentos de longo prazo que resulta em aumento nas vendas. Um total de 58% dos profissionais com mais de 3 anos de experiência em mídias sociais relata aumento nas vendas em decorrência de suas ações nas mídias sociais, sendo que mais de 65% dos profissionais que investem mais de 30 horas semanais declaram obter geração rotineira de novos negócios através das mídias sociais.

Aumento na exposição da marca

Mesmo com um mínimo investimento em tempo semanal, 85% dos profissionais declaram obter aumento na exposição de seus negócios usando as mídias sociais, sendo que esse número sobe para 95% entre aqueles que estão ativos nas mídias sociais há 3 anos ou mais.

Parcerias de negócios

Os profissionais que investem mais tempo e que têm maior experiência nas mídias sociais são os que declaram conseguir o maior número de parcerias de negócios. Os números variam entre 44% para os que estão há pelo menos 6 meses em atividade nas mídias sociais até 72% entre os que estão há 3 anos ou mais. Esses números demonstram que o imenso potencial das redes sociais para a troca de ideias e informações entre profissionais transforma-as em um manancial de parcerias de negócios.

Geração de leads

Mesmo entre os profissionais que investem apenas 6 horas semanais, 61% veem nas mídias sociais um meio para geração de leads. O percentual sobe para 65% entre as empresas de pequeno porte e para 78% entre os profissionais com 3 anos ou mais de experiência.

Redução nos custos de marketing

O maior custo do marketing em mídias sociais é o tempo investido para obter sucesso. Metade dos profissionais que investem pelo menos 11 horas semanais relatam o benefício da redução nos custos de marketing. Esse efeito é mais sensível em empresas de individuais (57%) e de pequeno porte do que nas empresas de porte médio a grande.

Aumento no número de visitas ao site da empresa

Dos profissionais que investem 6 ou mais horas semanais, 74% observam aumentos no número de visitas ao site da empresa. Entre os que têm 3 anos ou mais de experiência, o número sobe para 84%, sendo esse um benefício mais fortemente observável entre as empresas de grande porte (75%) do que entre os pequenos negócios (68%).

Inteligência de mercado

Somam 70% os profissionais com mais de 1 ano de experiência que usam as mídias sociais para obter uma melhor compreensão do ambiente de mercado, sendo que esse objetivo é mais fortemente perseguido por empresas que atuam no mercado de vendas corporativas (B2B), somando 68%, do que no mercado de vendas ao consumidor (B2C), onde a soma é 59%.

Construção de lealdade entre os fãs

A conquista de uma base de fãs leais é um benefício relatado mais frequentemente entre as empresas que atuam no mercado consumidor – B2C (63%) do que no mercado corporativo – B2B (54%). A relação com o tempo investido é direta: este benefício foi relatado por 60% dos que investem 6 ou mais horas semanais contra 46% dos que investem 5 horas ou menos.

Conclusão

O marketing em mídias sociais é uma ferramenta de eficácia reconhecida pelos profissionais de marketing, tanto no mercado corporativo (B2B) quanto mercado consumidor (B2C). A obtenção de resultados, porém, requer o investimento disciplinado de um bom número de horas semanais ao longo de meses ou anos. Para quem deseja obter resultados com maior rapidez, a solução, inevitavelmente, é terceirizar as ações em mídias sociais, contratando uma empresa com profissionais experientes e dedicação em tempo integral. Nós, na Géssica Hellmann & Cia, atuamos em marketing de conteúdo e divulgação em redes sociais desde 2005, com resultados comprovados para diversos clientes nos mais diversos segmentos de mercado. Entre em contato através do formulário a seguir para conversar sobre estratégias de ação nas mídias sociais para sua empresa.







Artigos relacionados

O ultimato da Economia Digital

Toda empresa precisa entrar na era digital, é inevitável. Estima-se que até 2016 haverá 3 bilhões de usuários de Internet no mundo, ou seja, o correspondente a 45% da população mundial.

Um fato interessante é que 90% dos dados disponíveis hoje foram criados nos últimos 2 anos. A ecomomia digital irá atingir a cifra de 4,2 trilhões de dólares nos países do G-20*. Desta forma, nenhuma empresa ou país poderá se dar ao luxo de ignorar esse fenômeno global.

A era digital vem alterando as estruturas das indústrias, criando novos modelos de negócios e alterando a maneira como as empresas fazem negócios.

A IBM prevê que 1 trilhão de dispositivos serão conectados à Internet até 2015. A Internet está em todo lugar, não apenas em telefones móveis, mas também em carros, geladeiras e relógios.

A Internet está alterando radicalmente a forma que as empresas interagem com os clientes e executam suas cadeias de suprimentos. Em um mundo cada vez mais digital, as empresas precisam construir seus ativos digitais e reduzir os passivos digitais. Muitas empresas necessitarão de uma “transformação digital”, envolvendo pessoas, processos e estruturas organizacionais.

Na era digital com a velocidade das mudanças e o crescimento constante da concorrência, as empresas terão de se afastar de seus modelos de ciclos de planejamento de longo prazo para uma abordagem estratégica adaptativa. Por seu turno, para fortalecer o crescimento da economia digital, os governos precisam apoiar políticas relacionadas com a inovação, investimento em infraestrutura, defesa do consumidor e privacidade de dados na Internet.

Em muitos países, a Internet tornou-se tanto uma força econômica vital como um motor de crescimento interno. Em 2010, em algumas das principais nações do G20, a internet contribuiu com até 8% do valor do PIB.

Muitos países emergentes têm realizado fortes investimentos em infraestrutura de banda larga e esperam receber dividendos no futuro próximo. É preciso enfatizar que, para favorecer o crescimento da economia digital, os investimentos em infraestrutura fixa e móvel devem ser acompanhados por outras forças motrizes, como ambiente regulatório favorável, sistemas de pagamentos confiáveis  e defesa do consumidor para transações de comércio eletrônico.

Para realizar uma avaliação mais objetiva, a empresa BCG – Boston Consulting Group – desenvolveu um índice sobre a economia digital de 50 países, classificando-os em 5 grupos conforme seu desempenho na pontuação do índice em relação ao PIB per capita:

  • Nativos: PIB per capita elevado e forte desempenho nos diversos índices
  • Jogadores: Boa infraestrutura de internet e ambiente favorável ao comércio, mas com desempenho inconsistente nos índices
  • Nativos-ascendentes: Baixo PIB per capita e subdesempenho em pelo menos em uma dimensão, mas com exemplos de liderança e inovação
  • Retardatários: Desempenho no índice BCG pior do que foi previsto por seu PIB per capita
  • Aspirantes: Economia em desenvolvimento com baixa pontuação em diversos índices

O Brasil encontra-se no grupo de aspirantes, junto com China, Rússia, Índia e outros países da América Latina.

Os países que formam o grupo de “Aspirantes”, não são irrelevantes. Estima-se, por exemplo, que a economia da internet da China vai aproximar-se o tamanho da economia da Internet dos EUA dentro de apenas 4 anos. Em 2016, a China terá cerca de 800 milhões de internautas fortalecendo a economia digital do país. As nações emergentes serão responsáveis por cerca de 34% da economia global da Internet.

Nos mercados emergentes, a maioria dos consumidores está mais familiarizada com um celular do que com um telefone fixo. Em 2016, os dispositivos móveis serão responsáveis por cerca de 80% de todas as conexões de banda larga nas nações do G-20

No Brasil, segundo os dados do IBOPE, há 76,8 milhões de pessoas com acesso a Internet, com utilização mensal média de 69 horas por pessoa.

A Era Digital já é uma realidade. Convido a você que deseja ampliar e consolidar suas oportunidades de atuação  estratégica de marketing na internet a entrar em contato através do formulário abaixo e conhecer nossas ideias para inserir sua empresa definitivamente na Era Digital.







Artigos relacionados