Géssica Hellmann & Alex Oliveira

Missão: Registramos neste blog nossas pesquisas e nosso pensamento profissional sobre produção e marketing de conteúdo.



Siga-nos!

   Perfil no Google Plus Feeds RSS


Gostou? Divulgue!

Você tem um blog e gostou de nosso conteúdo? Adicione um botãozinho para nós em seu blogroll. Basta copiar o código a seguir!

O resultado será:
Pesquisa - Redação - Projetos Editoriais



Direitos Autorais

O conteúdo deste blog é protegido por direitos autorais. Se você quiser reproduzir na web qualquer conteúdo originalmente publicado aqui, lembre-se de atribuir a autoria a Géssica Hellmann & Cia. Ltda e incluir um link direto para página de onde copiou o conteúdo.
Licença Creative Commons

Licença Creative Commons
Para mais detalhes, consulte nossa página sobre Direitos Autorais

Protegido contra plágio

Protected by Copyscape Online Plagiarism Test


Marketing de Conteúdo: proteja-se das atualizações do Google

Nossas primeiras experiências sistemáticas com SEO datam do final de 2005, quando começamos a observar, em nossos relatórios de web analytics, um número crescente de visitantes provenientes de mecanismos de pesquisa. Nossa primeira reação deve ter sido idêntica à da maioria das pessoas, uma forte curiosidade por saber “como o Google sabe que meu site existe?” e “como o Google escolhe qual site aparece no topo da lista”?

Desde então, estudamos e testamos centenas de técnicas de SEO em várias dezenas de sites e, após todo esse tempo, podemos afirmar com a máxima naturalidade que nenhum dos sites sob nossa administração jamais foi prejudicado pelas “temíveis” atualizações do algoritmo do Google.

Ao contrário: em muitos casos, as atualizações de algoritmo do Google chegaram até a beneficiar alguns de nossos sites. Na maior parte dos casos, as visitas orgânicas a nossos sites permaneceram exatamente como estavam antes da tal atualização.

A invulnerabilidade dos nossos sites às mudanças no “algoritmo” do Google é resultado direto de uma filosofia de trabalho cuja origem é anterior à própria existência do Google.

Em primeiro lugar, como afirmamos no artigo “Black-Hat SEO (otimização de sites): Ganhe dinheiro, rápido, antes que o seu site seja banido!”, publicado em 1 de janeiro de 2007, existem duas maneiras de encarar o desafio da otimização de sites. A primeira é de curto prazo, em que você busca “fórmulas mágicas” para obter destaque nas buscas rapidamente. Como afirmamos no artigo citado:

“Basicamente, esse tipo de webmaster não planeja um site pensando nos usuários, mas no “algoritmo” das ferramentas de busca. O desafio não está em conquistar pessoas, mas em “crackear”, abrir uma brecha no sistema.”

Sejam rotuladas como black-hat, gray-hat ou até mesmo de white-hat, essas técnicas, de fato, não passam de simples exploração de bugs no sistema do Google. Cedo ou tarde esses bugs serão identificados e corrigidos – atualmente, cada vez mais cedo. E cada uma dessas correções de bugs dará uma pancada na visitação dos sites cuja estratégia de marketing esteja baseada em sua exploração.

O Google é um incansável caçador de bugs, tendo liberado nada menos do que 65 atualizações em seu algoritmo apenas no mês de agosto de 2012. Por isso, se o seu site representa uma empresa idônea que pretende permanecer no mercado durante os próximos anos, é uma temeridade fundamentar sua estratégia em correr atrás das atualizações de algoritmo do grande G.

A abordagem que sempre empregamos, desde antes de conhecer o Google, é muito diferente. Vale lembrar o que dissemos no artigo citado anteriormente, de janeiro de 2007:

“A segunda abordagem é a de longo-prazo. Nesse caso, seu objetivo é manter o site no ar por muito tempo, oferecendo conteúdo útil e de alta qualidade para os usuários da Internet e, paulatinamente, ganhando confiança e respeito tanto dos seus visitantes quanto das ferramentas-de-busca. Seu site será adicionado aos “Favoritos” de milhares de navegantes, será mencionado em blogs e sites de terceiros, receberá links e indicações…

Conteúdo útil e de qualidade é tudo o que querem os usuários de Internet. E tudo o que querem as ferramentas de busca é oferecer resultados de pesquisa que reflitam esse desejo. Os resultados das buscas são constantemente atualizados e modificados para mantê-los em alto nível.

Se esse é seu objetivo, não planeje seu site pensando em “algoritmos”. Primeiro planeje o conteúdo, depois otimize-o para o Google.”

A chave do sucesso na web, desde que ela existe, se resume a dois fatores: (1) conteúdo e (2) recomendações de usuários sob a forma de links.

Quando as únicas opções de busca disponíveis aos usuários web eram listas de diretórios repletas de links quebrados e obsoletos para sites inúteis ou buscadores primitivos que levavam o usuário a sites de conteúdo completamente diferente do que o usuário estava buscando, a melhor maneira de encontrar o que você estava procurando era procurar a página de “links”, “sites recomendados” ou “sites parceiros” em sites de sua confiança. Assim, se você desejava obter visitantes para seu site, a estratégia natural era adicionar conteúdo útil e relacionar-se com outros proprietários de websites, pedindo e oferecendo links, recomendações, citações, banners.

Ou seja, o foco era sempre no usuário. Os proprietários de sites zelavam pelo conteúdo que publicavam, pois sabiam que ele era a chave para receber uma recomendação de um ser humano sob a forma de um link que seria clicado por outro ser humano. Nenhuma preocupação com algoritmos e robôs, fossem eles Pandas ou Pinguins.

Hoje, a web cresceu, evoluiu e modificou-se profundamente. Mas o fundamento para o sucesso permanece rigorosamente o mesmo. Crie conteúdo útil e obtenha recomendações de seres humanos para seres humanos. Se muitas pessoas adicionarem links que reflitam recomendações honestas ao seu excelente conteúdo, seu site vai receber muitas visitas, inclusive do próprio Google. E as pessoas que chegarem a seu site através do Google também o recomendarão a outras pessoas, adicionando novos links, criando desta forma um ciclo virtuoso auto-sustentável que blindará seus sites contra as palmadas no algoritmo do Grande G.

Finalmente, precisamos observar que o processo de criação de conteúdo e otimização para o Google deve ser permanente, acompanhando a evolução do comportamento do usuário. Nas palavras dos nossos amigos do Marketing Digital Portugal:

“Como referi anteriormente, este processo nunca termina, realizando-se continuamente. Quando chega à última etapa, deve ir novamente para o inicio de modo a incorporar a aprendizagem adquirida sobre como os seus prospects pesquisam nos motores de busca para encontrar o seu negócio. Assim, poderá refinar continuamente a sua lista de palavras-chave de modo a reduzir ou mesmo eliminar as lacunas nas palavras-chave”.

Precisa de ajuda? Entre em contato!







Artigos relacionados

6 estatísticas de mídia social para abalar sua concorrência

A empresa de software para mídia social Awareness Networks Inc publicou um resumo de pesquisas sobre mídias sociais de diversas fontes intitulado “6 mind-blowing social media stats and what they mean for marketers” – em português, “6 estatísticas surpreendentes de mídia social e o que elas significam para os profissionais de marketing”. Apresentamos a seguir os principais resultados desse relatório.

Estatística número 1: 95% das publicações de clientes no mural de perfis empresariais no Facebook não são respondidas pelas respectivas marcas.

Cabe perguntar o que essas empresas estão fazendo no Facebook se não pretendem interagir com os clientes que apresentarem dúvidas e reclamações. Considerando essa realidade, basta organizar-se para interagir e sua empresa terá uma extraordinária vantagem sobre a inércia de seus concorrentes.

Estatística número 2: O Pinterest responderá em 2012 por 40% das compras originadas em mídias sociais.

A verdade é que o Pinterest se revelou uma mídia fantástica para fins comerciais. Sua base sempre crescente de usuários adotou essa mídia como meio para divulgar e encontrar recomendações de produtos. Assim, se o seu objetivo primário nas redes sociais for vender, você precisa de uma estratégia de presença no Pinterest.

Estatística número 3: O usuário médio gasta 20 minutos por visita ao Facebook, contra 14 minutos e 30 segundos no Pinterest, 13 minutos no Twitter, 8 minutos no Linkedin e 7 minutos e 20 segundos na Wikipedia.

Tempo é dinheiro. Quando os usuários de mídias sociais gastam muito mais tempo nas redes sociais do que na média dos websites corporativos, é hora de investir uma fração maior de seu tempo para comunicar-se com os seus clientes nos sites onde eles querem gastar a maior parte do tempo deles.

Estatística número 4: 13% dos consumidores seguem uma marca nas mídias sociais por causa de seu conteúdo.

Alguma dúvida de que o marketing de conteúdo é base de todo o marketing online? Se você quer engajar pessoas você precisa criar e veicular mensagens que as interessem e que resolvam seus problemas. Agindo assim, você rapidamente começará a conquistar clientes dos seus concorrentes sem que eles se deem conta disso!

Estatística número 5: Os internautas fazem mais pesquisas por mês no Twitter do que no Yahoo e no Bing combinados.

Na guerra dos buscadores, o campo de batalha está se dividindo claramente entre o Google de um lado e as redes sociais do outro. Considerando que o Twitter é um concorrente mais poderoso do que os tradicionais Yahoo e Bing, que o Pinterest envia mais tráfego para websites do que o Yahoo, e que o Facebook vem anunciando sua disposição de criar um buscador próprio, os profissionais de marketing de busca devem tratar de entender e explorar as oportunidades representadas pelos buscadores sociais para o modelo de negócio de suas empresas e de seus clientes.

Estatística número 6: 20% das buscas que são realizadas diariamente no Google nunca haviam sido procuradas antes.

Finalmente, é preciso ir além da visão estática do SEO como mero gerador de rankings para palavras-chaves conhecidas e com grande número de buscas mensais. As melhores oportunidades estão na análise de tendências de palavras-chaves emergentes em seus relatórios de Analytics. Essa análise permitirá que você identifique demandas potenciais por informação e crie conteúdo específico para posicionar sua marca como a provedora essencial desse tipo de informação.

Precisa de ajuda? Entre em contato!







Artigos relacionados

Como medir o resultado do SEO com o Google Analytics: um estudo de caso

Aprenda a medir o ROI de seu investimento em SEO com o relatório "Tráfego de pesquisa orgânica" do Google Analytics

Aprenda a medir o ROI de seu investimento em SEO com o relatório “Tráfego de pesquisa orgânica” do Google Analytics.

Embora muita gente ainda pense o SEO em termos de “rankings no Google”, nós acreditamos que a métrica fundamental para avaliar o resultado de um trabalho de otimização de sites é a evolução do número de visitas que chegam a seu site através dos resultados orgânicos dos buscadores. No Google Analytics, essa métrica é apresentada no relatório “Tráfego de Pesquisa Orgânica”, que você pode acessar clicando em “Fontes de Tráfego → Pesquisa → Orgânico”. Você pode ver um exemplo desse relatório na figura que abre este artigo, um caso prático que passaremos a estudar agora.

No caso do site analisado no gráfico, nós implementamos uma modificação na estratégia de SEO a partir do dia 14 de setembro de 2012. No dia 27 de setembro, foi realizada, a pedido, uma análise preliminar dos primeiros resultados do trabalho, já que foi observado um aumento súbito no número de visitas ao site. O que o cliente queria saber era se esse aumento poderia ser atribuído ao trabalho de otimização ou se tudo não passava de simples coincidência.

Ajuste da comparacao de datas no Google Analytics

Ajuste da comparacao de datas no Google Analytics

O primeiro passo para responder a essa pergunta é acessar o relatório e configurá-lo para que ele responda o que você quer saber. Assim, nós selecionamos a opção de comparação com o período anterior, ajustando-o para haver coincidência de dias da semana. Afinal, não faz muito sentido comparar a audiência de sábado com a de sexta-feira.

Compare sempre idênticos dias da semana no Google Analytics

Compare sempre idênticos dias da semana no Google Analytics

Após o ajuste das datas, o passo seguinte foi observar os pequenos ícones acompanhados do texto “alterar em % de visitas”. O número negativo em vermelho “-6,89%” reflete a participação do “Tráfego de Pesquisa Orgânica” sobre o total de visitas ao site. A queda nesse número mostra que uma parte das visitas adicionais não chegou ao site através dos buscadores. Ou seja, neste caso, nem todo o aumento no número de visitas pode ser explicado como resultado do SEO. Mas será que não houve participação do SEO sobre o crescimento do número de visitas? Confira a figura a seguir.

Observe como a alteração porcentual das visitas orgânicas no Google Analytics não reflete a mudança na variável isolada, mas em sua participação em relação ao total

Observe como a alteração porcentual das visitas orgânicas no Google Analytics não reflete a mudança na variável isolada, mas em sua participação em relação ao total

A figura acima mostra os dados que o Google Analytics oferece quando você passa o mouse sobre os ícones. Analisando os números, é fácil perceber que houve um aumento de 24,7% no número de visitas com origem nos buscadores – de 1079 no período anterior para 1346 no período após a implantação da nova política de SEO. Como o aumento do número total de visitas foi de 38,2%, em função dos resultados gerados por outras técnicas de divulgação, o número em vermelho indica apenas uma redução da dependência do SEO como fonte geradora de visitas.

Observe no gráfico comparativo a seguir como o ganho representado pelo SEO é observado em todos os dias do período após a modificação (linha azul) em relação aos do período anterior (linha laranja).

Na comparação direta das visitas organicas em periodos diferentes no Google-Analytics, observa-se ganho em todos os dias do novo período (linha azul) em relação ao anterior (linha laranja)

Na comparação direta das visitas organicas em periodos diferentes no Google-Analytics, observa-se ganho em todos os dias do novo período (linha azul) em relação ao anterior (linha laranja)

Um dado importante que também é motivo de comemoração: todas as outras variáveis-chave exibidas no relatório – número de páginas por visita, duração média da visita, porcentagem de novas visitas e taxa de rejeição – apresentaram melhoria em relação ao período anterior.

Os ganhos foram observados em todas as variáveis-chave medidas pelo Google Analytics: visitas, páginas, duração, novos visitantes e taxa de rejeição.

Os ganhos foram observados em todas as variáveis-chave medidas pelo Google Analytics: visitas, páginas, duração, novos visitantes e taxa de rejeição.

Em resumo, você pode avaliar com muita clareza o retorno sobre seu investimento em SEO (otimização de sites) analisando dados de relatórios de web analytics. Configurando os relatórios para exibir dados estatísticos de forma consistente com as respostas que você quer obter, você estabelece os fundamentos para uma estratégia sólida e vencedora para o seu site.







Artigos relacionados

SEO (otimização de sites): tão importante quanto sempre!

Embora o interesse pelo marketing em mídias sociais tenha atingido neste ano o seu ponto mais alto e esteja ofuscando todas as outras técnicas de marketing online, a verdade é que o SEO (otimização de sites) continua tão importante como sempre. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa conduzida pela empresa AYTM. Sob a forma de enquete com 4 perguntas rápidas e objetivas, a pesquisa revelou os seguintes dados:

  • Intenção de compra: 62,6% dos respondentes declaram fazer uma busca no Google ou em outros buscadores “Sempre” ou “Frequentemente” quando desejam comprar um produto.
  • Google Shopping: 64% dos respondentes declararam usar o serviço Google Shopping “raramente” ou “nunca”. Mais: 58,8% disseram que não faria diferença se todos os resultados do Google Shopping fossem pagos.
  • Links Patrocinados: 60,6% dos respondentes declaram “raramente” ou “nunca” clicar em anúncios de links patrocinados ao estilo Google AdWords.

Os resultados dessa simples enquete levam inevitavelmente a uma conclusão simples e direta: o SEO (otimização de sites) continua exercendo papel vital na estratégia de marketing online até mesmo das empresas que pretendem vender diretamente através do comércio eletrônico. Afinal, os usuários web continuando confiando primordialmente nos resultados orgânicos de pesquisa Google para informar-se sobre os produtos que desejam comprar. Assim, a empresa cujo site tiver a melhor visibilidade nos resultados orgânicos de pesquisa Google continuará tendo maior oportunidade de vender do que as demais.

Precisa melhorar a visibilidade de seu site nos resultados orgânicos do Google? Entre em contato através do formulário a seguir!







Artigos relacionados

O marketing de conteúdo é o conteúdo do marketing

Marketing de Conteúdo: interesse crescente do público brasileiro. Fonte: Google Insights

Marketing de Conteúdo: interesse crescente do público brasileiro. Fonte: Google Insights

O marketing de conteúdo tem despertado um interesse crescente por parte do público brasileiro, como comprovam os dados da figura acima, extraída do Google Insights para pesquisa. Entretanto, pesquisando resultados no Google em Português por artigos sobre o tema, percebemos que os louváveis esforços de simplificação e didática empreendidos por colegas blogueiros e profissionais muitas vezes deixam abertas lacunas para uma compreensão imperfeita sobre o que significa na prática o marketing de conteúdo.

”Marketing de Conteúdo” e a velha dicotomia entre forma e conteúdo

Vamos começar pelo significado da palavra “conteúdo” no contexto do marketing. No esquema clássico da teoria da comunicação, encontramos uma pessoa, chamada de “emissor”, que deseja compartilhar uma informação com outra pessoa, chamada de “receptor”. Essa informação que se deseja compartilhar precisa se manifestar fisicamente – por exemplo, sob a forma de textos, sons ou imagens – para que seja possível transmiti-la. Chamamos de “mensagem” à manifestação física da informação que, finalmente,  será transmitida através de um “canal”, “meio” ou, para usar a palavra preferida atualmente, uma “mídia” para chegar até o destinatário final.

Não vamos entrar em maiores detalhes na discussão sobre cada um desses elementos, pois, para efeito deste artigo, basta compreender que algumas pessoas consideram uma boa ideia identificar dois elementos componentes na mensagem: a “forma” e o “conteúdo”. A “forma” seria equivalente à “codificação” empregada para dotar a mensagem de um aspecto físico transmissível através da mídia.

Por exemplo, considerando que este artigo é uma “mensagem”, poderíamos considerar que sua “forma” inclui o idioma empregado no texto, o estilo de redação, as palavras escolhidas, a estrutura sintática, a família e o tamanho da fonte, a divisão de parágrafos, subtítulos e subseções, as imagens ilustrativas, entre muitos outros.

O que seria, então, o “conteúdo”? Basicamente, o conteúdo é a ideia que você deseja que a outra pessoa absorva após ser exposta à sua mensagem.

Observe o conceito: sempre que você se comunica, sua intenção é que a outra pessoa absorva uma ideia que você tem na cabeça.

O conteúdo é a ideia em que você quer que eu acredite. Qual é a sua ideia?

A pergunta que abre esta seção pode ser muito incômoda. Veja a manchete a seguir, extraída do Portal R7:

É o próprio Google quem afirma: quem quer se destacar na internet, precisa produzir o próprio conteúdo

É o próprio Google quem afirma: quem quer se destacar na internet, precisa produzir o próprio conteúdo

Basicamente, o Google está dizendo que faltam ideias próprias na internet da América Latina!

Quando uma empresa copia o conteúdo de terceiros, incluindo “notícias” já publicadas em outros sites, ela não está fazendo “marketing de conteúdo”. Afinal, o Google detecta essas cópias e as descarta, procurando sempre privilegiar o autor do conteúdo original.

Portanto, se você quer destacar sua empresa na internet, se quer fazer sua empresa realmente “bombar” na internet, só há uma coisa a fazer: seguir o conselho do Google e se transformar em um autêntico produtor de conteúdo.

Repare que a forma da mensagem não é tão importante. Sejam textos, fotos, infográficos, música, podcasts, vídeos, o aspecto fundamental é produzir conteúdo original. Enfim, você precisa mostrar ao mundo que você e sua empresa têm ideias próprias.

Marketing de conteúdo além do “Gostou? Curte e Compartilha”

A preferência recente do marketing pelas mídias sociais tem conduzido a uma ênfase excessiva a mensagens com “efeito viral” planejado. Veiculando imagens “fofas” ou “engraçadas” acompanhadas de frases de efeito muitas vezes redigidas em péssimo português, essas mensagens recebem centenas ou milhares de cliques em “curtir” e “compartilhar” no Facebook.

Ao ver essas campanhas, quase sempre me flagro perguntando: “Qual era mesmo a ideia em que você queria que eu acreditasse quando publicou essa imagem”?

Enfim, para fazer marketing de conteúdo de verdade, você precisa se preocupar em produzir mensagens que veiculem uma ideia em que as pessoas possam acreditar e se lembrar depois.

De preferência, uma ideia que induza a pessoa a procurar os produtos ou serviços que você vende quando precisar deles!

Marketing de Conteúdo para Vencer

Nossa empresa produz conteúdo para a internet desde 2005. Não só aprendemos a produzir como a divulgar esse conteúdo, usando o SEO e as mídias sociais. Nesse período, produzimos conteúdo web para diversas empresas. Um exemplo? As Casas Bahia, cujo blog de decoração é inteiramente alimentado por conteúdo criado por nós e chega nesta semana à sua centésima postagem.

Então, se a sua empresa não pode montar uma caríssima estrutura interna exclusivamente para produzir conteúdo original e vencedor para seu marketing, entre em contato através do formulário a seguir.







Artigos relacionados