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Facebook é maior fonte social de visitas a sites de notícias

Segundo dados produzidos por Statista e Mashable, o Facebook é a principal fonte de audiência dos maiores sites de notícias dos EUA, seguido de longe por Twitter, Reddit e Stumbleupon, confira os dados no gráfico 1.

Facebook é maior fonte social de audiência para sites de notícias nos EUA. Fonte: Mashable/Statista (2013)

Gráfico 1 – Facebook é maior fonte social de audiência para sites de notícias nos EUA. Fonte: Mashable/Statista (2013)

Mas isso não é tudo. Um recente estudo Nielsen comparou a audiência do Facebook com a das emissoras de TV e revelou um dado surpreendente: os anunciantes já podem atingir audiência de massa no Facebook a um custo consideravelmente menor do que na TV, veja os dados do gráfico 2.

Gráfico 2 - Estudo Nielsen compara audiências de emissoras de TV com a do Facebook e sugere que a rede social já é uma alternativa viável aos altos custos da mídia televisão. Fonte: Nielsen (2013).

Gráfico 2 – Estudo Nielsen compara audiências de emissoras de TV com a do Facebook e sugere que a rede social já é uma alternativa viável aos altos custos da mídia televisão. Fonte: Nielsen (2013).

No horário diurno (“Day Time”), o alcance exclusivo do Facebook (faixa azul clara) chega a ser mais do que 4 vezes maior do que o alcance exclusivo da TV (faixa laranja). Se considerarmos a superposição de audiência (faixa roxa), vemos que o alcance total do Facebook é maior do que o dobro do alcance total da TV nesse horário.

Já no horário nobre (“Prime Time”), a liderança continua pertencendo à TV, porém de forma muito mais discreta. Enquanto o alcance exclusivo das emissoras de TV varia entre 22 e 26%, o alcance exclusivo do Facebook oscila entre 15 e 20%, valores bastante próximos ao da mídia rival. Mais ainda: predomina a superposição de audiência entre essas mídias, com variação entre 31 e 36%.

Em miúdos, o que esse gráfico nos diz é que, nos EUA, mesmo no horário nobre é possível obter no Facebook um alcance equivalente ou superior ao obtido através da mídia TV.

Considerando o crescimento explosivo do acesso à internet no Brasil e a fortíssima tendência rumo à socialização por parte do internauta brasileiro, podemos supor que, entre nós, também estamos caminhando nessa direção. Assim, é importante começar a complementar estrategicamente sua estratégia de publicidade em TV com uma estratégia de comunicação no Facebook, utilizando a superposição de audiência entre essas mídias para otimizar sua verba de publicidade.

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Pesquisa Marketing Digital 2013: Táticas

No questionário da “Pesquisa Marketing Digital 2013: o papel das Agências e Consultorias”, a questão 5 se referia às ferramentas (táticas) de marketing digital adotadas pelas empresas para atingir seus objetivos. Confra as respostas no gráfico 1.

Gráfico 1 - Pergunta 5: "Quais das seguintes ferramentas de marketing digital sua empresa utiliza atualmente? Fonte: Géssica Hellmann & Cia (2013).

Gráfico 1 – Pergunta 5: “Quais das seguintes ferramentas de marketing digital sua empresa utiliza atualmente? Fonte: Géssica Hellmann & Cia (2013).

Entre as muitas informações interessantes nessa lista de táticas de marketing, gostaríamos de destacar as seguintes:

  1. Predominância absoluta do Facebook. Este dado não chega exatamente a constituir uma surpresa, já que se trata da rede social mais “badalada” pela imprensa na atualidade. A própria visibilidade do Facebook já lhe garantiria predominância sobre outras mídias. Entretanto, a presença de recursos publicitários cada vez mais interessantes para os anunciantes de todos os portes é um chamariz adicional para explicar o seu sucesso.
  2. Destaque para o Linkedin. Este resultado pode ser creditado, ao menos parcialmente, ao fato de que a nossa amostra de respondentes foi contactada através da própria rede social Linkedin. Entretanto, o crescimento do Linkedin no Brasil tem sido notícia constante na imprensa brasileira. Esse fator de visibilidade, ao lado da própria familiaridade crescente dos executivos com a ferramenta, dá uma dimensão melhor do potencial que essa rede social representa hoje para as empresas brasileiras. Não por acaso, o número de citações do Linkedin foi, em nossa pesquisa, 10 pontos percentuais maior do que a média entre os executivos ativos em empresas B2B.
  3. SEO pela metade. A tática “SEO On Page” foi a terceira mais citada, com pouco mais de 40%, enquanto a tática “SEO Off Page” ficou em um modestíssimo décimo-segundo lugar, com pouco mais de 10% das citações. Incrivelmente, parece que boa parte do mercado ainda acha que SEO é algum tipo de código que se coloca nas páginas do site, ignorando completamente a necessidade do serviço de divulgação da páginas do site em sites de terceiros, atividade conhecida como “link building” ou “SEO Off-Page”.
  4. Email marketing. As respostas de nossa amostra deixam-nos bastante otimistas quanto à evolução desta tática: embora o e-mail marketing (com opt-in) esteja em quarto lugar com mais de 40% das citações, menos de 10% admitem apelar à compra de listas de e-mails para envio de mensagens não autorizadas (spam).
  5. Twitter e Blog. A posição de destaque ocupada pelo blog corporativo e pelo Twitter, praticamente empatados no quinto e sexto lugares com cerca de 40% das citações, à frente da publicidade de banners e outras formas de marketing digital, pode ser interpretada ao menos parcialmente como reflexo de uma preocupação crescente com o uso de técnicas de marketing de conteúdo entre as empresas brasileiras.
  6. Publicidade PPC e o resto. Há um abismo entre o número de citações da Publicidade PPC, em 11º lugar com quase 30%, e o do SEO off-page, em 12º lugar com pouco mais de 10% das citações. Neste “terceiro time” de técnicas menos citadas, há de tudo um pouco, desde tecnologias tradicionais a caminho do desuso até táticas bastante recentes em franco crescimento. Vale observar o baixíssimo número de citações da tática de “compras coletivas”, em último lugar, com apenas 1 citação.

Na média, cada empresa declarou a utilização de um mix com 6,05 ferramentas de marketing digital, deixando claro que a aposta é no efeito agregado das diferentes ferramentas, em busca de sinergia na produção de resultados.

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Retorno da publicidade no Facebook é comparável ao do Google

Estudo conduzido pela AdAge junto a 701 profissionais de marketing em janeiro de 2013 mostra a ascensão da popularidade das técnicas de Facebook marketing no conjunto de estratégias de marketing online. Essa ascensão torna-se ainda mais impressionante quando se comparam os resultados desta pesquisa com os de estudo semelhante realizado em junho de 2012. Confira a seguir os principais resultados.

Retorno do investimento em publicidade no Facebook em comparação com o Google AdWords: mais de 70% relatam resultados iguais ou superiores. Fonte:AdAge (janeiro de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Retorno do investimento em publicidade no Facebook em comparação com o Google AdWords: mais de 70% relatam resultados iguais ou superiores. Fonte:AdAge (janeiro de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Importância estratégica do Facebook Marketing

  • 85,1% dos profissionais consultados afirmaram usar o Facebook como tática de marketing.
  • 61,5% dos profissionais consultados estão comprando publicidade no Facebook, contra 55% na pesquisa de junho de 2012.
  • 58,2% afirmaram que pretendem aumentar a verba de publicidade no Facebook, contra 56% na pesquisa de junho de 2012.

Retorno do investimento em publicidade no Facebook

  • 70,6% afirmam que o retorno das campanhas publicitárias no Facebook é aproximadamente igual ou superior ao das campanhas em outras plataformas publicitárias como Google e Yahoo.
  • Somente 29,3% dos profissionais consultados usaram o recurso de “história patrocinada” em suas campanhas.
  • Entre os profissionais que já usaram o recurso de “história patrocinada”, 79,6% declaram-se satisfeitos com o retorno obtido, sendo que 14,8% declararam-se “muito satisfeitos”. Perguntados se usariam novamente o “recurso de história patrocinada”, 84,3% responderam “Sim”.
  • 68,5% disseram que o aplicativo móvel do Facebook é “importante” ou “muito importante” para sua estratégia.
  • O recurso Facebook Exchange ainda é um grande desconhecido, já tendo sido usado por somente 12,8% dos profissionais.

Consequências para empresário brasileiro

O Facebook marketing é uma realidade que veio para ficar. Seja no segmento B2C ou B2B, todas as pesquisas mostram que a imensa cobertura de público obtida por essa mídia é capaz de dotá-la de altíssima eficiência para quase todas as situações de mercado imagináveis. A possibilidade de segmentação detalhada do público-alvo em função de dados geo-demográficos e comportamentais precisos faz do Facebook uma mídia com atratividade sem precedentes para anunciantes de todos os mercados.

Enquanto algumas empresas ainda se contorcem em busca do milagre do “efeito viral” que, enquanto não chega, obrigam-nas a se satisfazer com resultados homeopáticos, as empresas mais ousadas encontram nas cada vez mais sofisticadas ferramentas de publicidade no Facebook a visibilidade de que necessitam para expor com o máximo impacto o seu conteúdo e sua marca.

Se a sua empresa produz um conteúdo vencedor, a maneira mais inteligente de fazê-lo produzir de forma rápida o maior efeito viral junto à comunidade do Facebook é promovê-lo com uma campanha publicitária de alto impacto, garantindo assim que sua mensagem será vista, apreciada e compartilhada por grande número de pessoas.

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Pesquisa: cada compartilhamento vale quase 2 dólares

Estudo conduzido pela EventBrite, empresa criadora de um sistema de comercialização e divulgação de eventos nas redes sociais, investigou o valor médio em dólares gerado a cada vez que uma pessoa compartilha com seus amigos uma mensagem promocional de um evento. Confira a seguir os principais resultados desse estudo.

Retorno financeiro do compartilhamento em redes sociais (em dolares-americanos) - Fonte: EventBrite - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Retorno financeiro do compartilhamento em redes sociais (em dolares-americanos) – Fonte: EventBrite – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Mais dinheiro. O rendimento médio de cada compartilhamento varia de acordo com a rede social. No Facebook, esse valor é de 2,52 dólares. No Twitter, US$ 0,43; no Linkedin, US$ 0,90. O valor obtido com compartilhamento via e-mail é bastante alto, chegando a US$ 2,34. A média de todos os canais é de US$ 1,87 por compartilhamento.
  • Mais visitas. Os compartilhamentos nas redes sociais tendem a se tornar fontes de audiência cada vez mais importantes, superando inclusive a visibilidade nos buscadores. Segundo a Event Brite, cada compartilhamento no Facebook rende em média 11 visitas extras. Na média de todas as redes sociais, o retorno é de 7 visitas por compartilhamento.
  • O porte do evento não faz diferença. O estudo mostra que a taxa de compartilhamento de um evento é independente do seu porte, com resultados semelhantes para eventos com 10 ou 10 mil pessoas. Os temas de eventos que atraem mais compartilhamentos são Aulas, Oficinas, Networking, Coleta de doações, Conferências e Eventos Musicais.

Esse simples resultado sugere que o chamado “social commerce”, entendido como o conjunto de transações de compra e venda iniciadas a partir de compartilhamentos nas mídias sociais, é uma tendência irresistível, que inevitavelmente ocupará uma posição de crescente importância nas estratégias de marketing empresarial.

Ao unificar a recomendação social com a finalização da transação, o desafio das vendas na internet é se torna mais do que um simples ato de “produzir e divulgar”. Cada vez mais, será preciso conquistar confiança e credibilidade junto aos consumidores para obter recomendações que se converterão em vendas.

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Marketing em mídias sociais B2B longe da maturidade

Uma fatia significativa das empresas no segmento B2B ainda não está aproveitando o potencial do marketing em mídias sociais, diz estudo publicado pela empresa Eloqua. Confira a seguir os principais resultados dessa pesquisa.

Objetivos do marketing B2B nas midias sociais: 25% das empresas pesquisadas dizem não saber quais são os objetivos da empresa. Fonte: Eloqua - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Objetivos do marketing B2B nas midias sociais: 25% das empresas pesquisadas dizem não saber quais são os objetivos da empresa. Fonte: Eloqua – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Taxa de adoção. Apenas 64% das empresas pesquisadas afirmaram fazer uso do marketing em mídias sociais, sendo que 40% acreditam que não estão aproveitando o potencial dessa ferramenta.
  • Responsabilidade difusa. Entre as empresas que usam o marketing em mídias sociais, 26% o deixam a cargo do departamento de Relações Públicas, 11% encarregam a equipe de manutenção do website da empresa, 23% compartilham a responsabilidade entre diversos departamentos e 23% não definem um departamento específico para exercer essa função.
  • Objetivos. Entre os objetivos atribuídos à política de marketing em mídias sociais nas empresas B2B, 83% buscam criar consciência da marca, 56% procuram incentivar o compartilhamento de conteúdo para ampliar o seu alcance, 55% desejam aumentar a confiança na marca através de seguidores e “curtidas”, 32% desejam ampliar a demanda e 22% pretendem entender melhor a percepção da marca.
  • Geração de demanda. 53% das empresas pesquisadas não usam o marketing em mídias sociais como parte de seus processos de geração de demanda. Quando indagadas sobre o motivo, 43% afirmaram não ter uma estratégia definida para incorporar o marketing em mídias sociais à geração de demanda.
  • Benefícios esperados. Entre as empresas que afirmam usar as mídias sociais para geração de demanda, 50% esperam aumento do alcance e da consciência da marca, 35% esperam gerar oportunidades de vendas (leads) para aumentar receitas e 28% pretendem causar impacto mensurável na demanda ou na receita.
  • Plataformas utilizadas. 80% afirmaram usar o Facebook, contra 78% para o Twitter e 50% para o Linkedin, embora o Linkedin seja apontado como 3 vezes mais eficiente na geração de leads do que o Facebook e o Twitter no segmento B2B.

Em resumo, podemos dizer que a abordagem do marketing em mídias sociais pelo segmento B2B ainda está longe de atingir um estado de maturidade. O que se vê são empresas em diferentes estágios de experiência na utilização dessas mídias, sendo algumas já bastante adiantadas enquanto outras ainda engatinham. Esse contexto representa uma excelente oportunidade de conquistar um espaço duradouro nessas mídias para as empresas que adotarem imediatamente uma abordagem agressiva, altamente profissionalizada do marketing em mídias sociais, capaz de deixá-la vários passos à frente dos competidores.

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