Géssica Hellmann & Alex Oliveira

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Como o design e as cores do seu site afetam suas vendas

Dados coletados de diversas fontes pela empresa Kissmetrics e consolidados no belo infográfico a seguir (clique na imagem para ampliá-la) respondem de maneira clara e direta à pergunta do título. Apresentamos a seguir um resumo em português de suas principais informações.

Infográfico - "How do colors affect purchases?" (Como as cores afetam as compras). Fonte: Kissmetrics - Clique na imagem para vê-la no tamanho original (570 x 2693)

Infográfico – “How do colors affect purchases?” (Como as cores afetam as compras). Fonte: Kissmetrics – Clique na imagem para vê-la no tamanho original (570 x 2693)

1- Cor e Marketing. 93% dos consumidores colocam a aparência e as cores acima de outros fatores durante a situação de compra. 85% dos consumidores citam a cor como o motivo primário no momento de escolher um produto.

2 – Cor e Marca. O uso da cor aumenta em 80% o reconhecimento da marca, uma variável diretamente ligada à confiança.

3 – Cor e Consumidor. O infográfico apresenta o impacto de 8 cores sobre a percepção do consumidor:

  • Vermelho: Energia, aumenta a frequência cardíaca, cria urgência. Normalmente usada em liquidações.
  • Amarelo: Transmite otimismo, juventude. Usada para captar a atenção das pessoas que olham vitrines.
  • Azul: Sensação de confiança e segurança, normalmente usada em bancos e outros negócios.
  • Verde: A cor mais facilmente processada pelo olho humano. Usada para criar sensação de relaxamento.
  • Laranja: Uma cor agressiva, usada para incitar à ação.
  • Rosa: Romântica e feminina, usada no marketing para mulheres e meninas.
  • Preto: Poderoso e elegante, usada no marketing de produtos de luxo.
  • Púrpura: Usado para tranquilizar e suavizar, usado em produtos de beleza e antienvelhecimento.

4 – Cor e segmentação. As cores também podem ser usadas para atrair tipos específicos de compradores. Por exemplo, as cores vermelha, laranja, preta e azul real são usadas para atrair os compradores por impulso. Já o azul marinho e o azul petróleo (“teal”) são mais atraentes para compradores que estejam com o dinheiro contado. Finalmente, compradores mais tradicionais são atraídos por tons de rosa e azul celeste.

5 – Design. Além das cores, o conjunto da decisões de design adotadas no site são fundamentais para as vendas. Segundo o infográfico, 42% dos consumidores baseiam inteiramente no design a sua opinião sobre um website, sendo que 52% dos compradores decidem não retornar a um site devido ao impacto estético geral.

6 – Rapidez. 64% dos compradores online podem deixar de comprar um produto caso o site esteja muito lento. Um estudo da Amazon.com revela que cada 100 milissegundos a mais de espera no carregamento de uma página representam 1% de queda nas vendas.

7 – Poder das palavras. 52% dos consumidores terão maior probabilidade de entrar em uma loja caso ela tenha um cartaz de “Liquidação” na vitrine, enquanto 60% terão maior probabilidade de comprar um produto que tenha a palavra “Garantia” associada a ele.

Esta pequena compilação de dados da Kissmetrics, já possibilita estabelecer um conjunto mínimo de critérios para avaliar a estratégia de design adotada em seu website e implementar correções com alto potencial de impacto sobre a sua taxa de conversão. Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário a seguir.







Statcounter: os números do Brasil móbile e desktop em 2012

Neste primeiro artigo de 2013, vamos verificar as tendências de alguns dados de importância estratégica vital para o sucesso na web, baseando-nos nos dados do StatCounter sobre o uso da web no Brasil.

Navegadores Web: Google Chrome consolida a liderança, IE perde preferência

Segundo o Statcounter, 2012 foi o ano em que o Google Chrome consolidou sua liderança na preferência dos internautas brasileiros, com um vertiginoso crescimento de quase 16 pontos percentuais, saltando de excelentes 43,59% em janeiro para confortáveis 59,48% em dezembro.

Participação dos navegadores web no Brasil em 2012 (PC) - Google Chrome consolida a liderança - Fonte: StatCounter - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Participação dos navegadores web no Brasil em 2012 (PC) – Google Chrome consolida a liderança – Fonte: StatCounter – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A maior parte desse crescimento se deu em prejuízo do navegador da Microsoft, o Internet Explorer, que despencou 12,44 pontos percentuais ao longo do ano, de 31,62% para 19,18%, praticamente empatando com o Mozilla Firefox, cuja queda de 4,5 pontos percentuais levou-o a fechar o ano com 18,29% de participação.

Correndo por fora, o Safari, da Apple, fechou o ano sem conseguir conquistar 2% da preferência dos brasileiros, evoluindo lentamente de 1,22% para 1,97% ao longo do ano.

Finalmente, a versão para desktop do navegador Opera continua mantendo sua característica de opção “exótica”, fechando o ano com os mesmos 0,48% do início do ano, com algumas leves oscilações ao longo do período.

Navegadores móbile: disputa acirrada

Enquanto o mercado dos navegadores para desktop se destaca pela liderança absoluta do Google Chrome, entre os navegadores mobile impera um clima de competição feroz entre diversos jogadores.

Participação dos navegadores móbile no Brasil em 2012 - Opera e Android disputam a liderança. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Participação dos navegadores móbile no Brasil em 2012 – Opera e Android disputam a liderança. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Entre os movimentos mais notáveis que se pode observar no gráfico acima, destacamos:

  • A perda da liderança do navegador Opera para o navegador nativo do Android em setembro de 2012. Será esse movimento um reflexo de preferência real do consumidor brasileiro pelo navegador do Android ou um mero reflexo do aumento das vendas de smartphones Android ao longo do ano? Conseguirá o Opera reconquistar a preferência dos seus antigos usuários e conquistar um espaço entre o número cada vez maior de usuários novos de smartphones no Brasil?
  • Decadência do navegador da Nokia, que podemos atribuir à ascensão rápida do sistema operacional Android no mercado brasileiro, boa parte às expensas da participação de mercado da Nokia.
  • Forte aumento da participação do navegador do iPhone, em contraste com a baixa penetração dos dispositivos móveis Apple no mercado brasileiro, sugerindo que os usuários do iPhone provavelmente usam seus aparelhos mais intensivamente para navegar na web.

Mecanismos de pesquisa PC e Móbile: liderança inconteste do Google

No mercado de pesquisas web em desktops, prevalece a monotonia, com liderança absoluta do buscador Google sem nenhum concorrente que o ameace nesse território.

Mecanismos de pesquisa: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mecanismos de pesquisa: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Já faz alguns anos que, entre os brasileiros, o Google é sinônimo de mecanismo de pesquisa, mantendo-se sempre com uma liderança incontestável, superior a 95%. Assim, não é surpresa quando verificamos que essa preferência se transfere integralmente para os ambientes móveis, com reduzidíssimo número de pesquisas em buscadores concorrentes como o Yahoo e o Bing.

Mecanismos de pesquisa em ambientes móbile: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mecanismos de pesquisa em ambientes móbile: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resoluções de tela: a variedade é a regra

Resolucoes de tela usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resolucoes de tela usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A variedade cada vez maior de dispositivos se reflete em uma variedade estonteante de resoluções e proporções de tela, tanto no ambiente de desktops e notebooks como nos smartphones e tablets.

Isso cria um desafio permanente para os profissionais de design e aumenta os custos de desenvolvimento de websites, na medida em que é necessário desenvolver uma aparência para o website da empresa que seja capaz de funcionar em um sem número de resoluções tela, sendo impossível sequer prever qual será o padrão mais utilizado nos próximos 12 meses.

Resoluções de tela em ambiente móbile usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resoluções de tela em ambiente móbile usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Essa realidade é ainda mais dramática nos ambientes móbile, onde as resoluções de tela com menos de 1% de participação individual somam nada menos que 48,91% do total!

Ascensão do móbile ainda longe de matar o desktop

O gráfico abaixo representa um daqueles “choques de realidade” que nos obrigam a separar o que é fato do que é “hype”.

Desktop versus móbile: evolução ao longo de 2012. Fonte: StatCounter.  Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Desktop versus móbile: evolução ao longo de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Fato 1: os acessos móveis à internet cresceram incessantemente ao longo de 2012 e podemos esperar que continuem crescendo ao longo de 2013.
Fato 2: o grosso dos acessos a websites ainda é feito através de um PC.

Esses dois fatos nos levam igualmente a duas conclusões. A primeira é que o avanço de 1,57 ponto percentual na participação das mídias móveis ao longo de 12 meses não autoriza ninguém a sentenciar que “o PC morreu”. A segunda conclusão é a de que, em que pese a dominância do PC, a ascensão constante que levou as plataformas móbile a mais de 5% do total de acessos em dezembro de 2012 torna urgente a adaptação dos websites atuais, especialmente os sistemas de comércio eletrônico, para funcionamento perfeito nos dispositivos móveis.

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6 fatos e conclusões sobre o e-commerce na América Latina

Reportagem do Latin Link publicada no dia 13 deste mês apresentou um conjunto de fatos sobre o comportamento online do consumidor latino-americano, que são de importância vital para o empresário brasileiro que deseja expandir seus negócios através da internet. Apresentamos os 6 principais fatos acompanhados das respectivas conclusões.

6 fatos sobre o e-commerce na América Latina - Imagem por Géssica Hellmann & Cia

6 fatos sobre o e-commerce na América Latina – Imagem por Géssica Hellmann & Cia

1 – 80% dos consumidores latino-americanos pesquisam antes comprar, diz ComScore

Os dados variam de acordo com o país mas são consistentes com os dados de outras pesquisas publicadas neste ano. O hábito de pesquisar antes de comprar abrange 57% dos consumidores mexicanos e 63% dos brasileiros, número que sobe para 75% entre os argentinos.

Conclusão: nenhuma empresa que deseje vender na internet pode prescindir de visibilidade e presença nos resultados de pesquisa Google, através de um competente trabalho de SEO (otimização de sites) e links patrocinados.

2 – O consumidor latino-americano gasta muito comprando online

Os consumidores que gastam online na faixa entre 100 e 1000 dólares somam 75% dos argentinos, 66% dos brasileiros, 73% dos venezuelanos, 76% dos chilenos, 69% dos colombianos e 78% dos mexicanos e peruanos.

Conclusão: Quem trabalhar sério para conquistar a confiança desse consumidor, vai faturar muito dinheiro.

3 – 74% dos consumidores latino-americanos usam cartão de crédito

Outros meios de pagamento incluem Transferências Eletrônicas de Dinheiro (41%), Cartão de Débito (41%) e Pagamento em Dinheiro na Entrega.

Conclusão: Os empresários que cortam custos limitando o número de meios de pagamento online estão, na verdade, cortando vendas! É indispensável aceitar todos os meios de pagamento disponíveis no mercado.

4 – Os produtos mais comprados são roupas (43%) e eletrônicos (41%)

Outras produtos populares entre os consumidores latino-americanos incluem música/filmes/vídeos (36%), aparelhos (35%), hardware de computador (33%), entradas para shows e eventos (31%) e apps (31%).

Conclusão: O mercado online latino-americano é imenso e tem oportunidades para vendas em todos os segmentos.

5 – As compras online são induzidas por 4 fatores principais

Por ordem de importância: visita direta ao site de e-commerce, resultados de pesquisas nos buscadores, publicidade online e recomendações de amigos ou família.

Conclusão: O sucesso do e-commerce depende de um excelente site, presença nos buscadores, intensa campanha publicitária e marketing em mídias sociais.

6 – 90% dos consumidores latino-americanos usam seus smartphones para fins de e-commerce

Esse uso dos smartphones deve ser entendido de forma ampla, abrangendo todas as etapas do processo de compra. Embora apenas 23% dos latino-americanos façam compras diretamente através do smartphone, 60% o usam para fotografar os produtos na loja física, 56% enviam mensagens de texto para a família sobre produtos, 42% fazem pesquisas para localizar lojas próximas ao local em que se encontram, 40% leem recomendações de produtos, 39% comparam preços, 34% clicam em publicidade móbile e 24% escaneiam QR Codes.

Conclusão: O sucesso do e-commerce depende hoje, e dependerá cada vez mais, da sua adaptação às melhores práticas de mobile marketing.

Vamos aproveitar essa imensa oportunidade? Entre em contato pelo formulário abaixo!







Usabilidade em websites da Indústria de Revestimento Cerâmico

Desde novembro de 2009 estamos realizando estudos sobre as práticas de marketing online das empresas de revestimento cerâmico em Santa Catarina. Em fevereiro, publicamos um relatório sobre usabilidade dos websites dessas empresas. Um trecho:

“As pessoas consideram um produto “fácil de aprender e usar” de acordo com o tempo que levam para fazer o que querem, o número de passos necessários para completar a sua tarefa e o sucesso em predizer a ação correta que deverá ser realizada em cada próximo passo. Os usuários utilizam a interface e as documentações de ajuda para atingir seus próprios objetivos de desempenho”. – Eduardo Rangel Brandão Mestre em design: Ergonomia e usabilidade da interação humano-computador pela PUC-Rio”.

Neste estudo, contabilizou-se para análise de usabilidade apenas quinze fatores básicos que possam ser medidos e auditados em um simples acesso a cada website. (Veja o artigo completo em: http://estudos-mercado-decoracao.gehspace.com/analise-usabilidade-websites-industria-revestimento-ceramico-sc-parte-i/)

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Inserir texto em imagens ou Flash pode ajudar a otimização de seu site

O título desta postagem parece se posicionar contra tudo o que já escrevi antes neste blog sobre SEO, inclusive no recente artigo “SEO (otimização de sites) e Sites em Flash“. É preciso entender, no entanto, que as infinitas diferenças em cada caso prático abrem possibilidades de usar a seu favor na otimização de sites até mesmo algumas limitações dos buscadores.

No caso, um de meus clientes tem um grande site de e-commerce e, por razões diversas, é necessário incluir um texto-padrão em todas as páginas do site.

Pode haver diversos motivos para que você precise incluir textos-padrão em páginas de produtos, desde exigências legais até questões ligadas ao marketing, como condições de pagamento ou especificações de produto.

Um exemplo muito comum de texto-padrão é aquela declaração de copyright, com nome da empresa, endereço, telefone, CEP, CNPJ e outras informações que os designers costumam jogar para o rodapé das páginas.

O problema dos textos-padrão é duplo. Primeiro, eles criam um conteúdo textual duplicado em todas as páginas do seu site. Se o texto-padrão contiver grande número de palavras e o seu texto promocional não for tão longo, o Google pode penalizar diversas páginas do seu site como se fossem, basicamente, idênticas em conteúdo.

O segundo problema é que o texto-padrão dificulta imensamente as tarefas de geração de proeminência e densidade de palavras-chaves.

Uma solução possível é aumentar o número total de palavras do texto promocional, aumentando a frequência da palavra-chave até atingir a densidade desejada na página. Essa solução, porém, é pouco prática quando se tem um site com centenas ou milhares de produtos, já que o custo de produção de textos otimizados extras pode crescer até se tornar proibitivo.

Por isso, a solução mais prática, nesse contexto, é tornar esse texto-padrão visível para os usuários, mas invisível para o Google. Já vimos que as técnicas destinadas a ocultar textos dos usuários podem sujeitar seu site a penalidades. Mas não há impedimento algum quanto ao uso de técnicas para ocultar conteúdo do Google!

Assim, você pode inserir o texto-padrão em uma imagem, cumprindo assim a exigência de exibi-lo para seus usuários, ao mesmo tempo em que se aproveita do fato de que o Google não lê os textos desse tipo de arquivos para torná-los “invisíveis aos olhos do Google” e, com isso, facilitar o trabalho de otimização de seu site.

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