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O mapa da mídia no Brasil – Parte 2 – E-commerce e Mídias Sociais

Neste artigo, apresentamos a segunda parte do relatório divulgado pela empresa US Media Consulting sobre mídia no Brasil e na América Latina. O foco deste artigo será nos principais dados relativos aos hábitos do consumidor brasileiro com relação a e-commerce, mídia social, vídeo online e mídias móveis.

Os brasileiros e as mídias sociais: a escolha certa para fazer compras. Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Os brasileiros e as mídias sociais: a escolha certa para fazer compras. Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

E-commerce: estamos na internet para comprar

  • O e-commerce no Brasil atingiu 11 bilhões de dólares em 2012 e projeta-se que chegará a 14 bilhões de dólares em 2013.
  • As principais categorias de produtos comprados por brasileiros nas lojas online são Eletrodomésticos (15% das vendas), Computadores (12%), Eletrônicos (8%) e Moda & Acessórios (7%).
  • 79% dos brasileiros possuidores de smartphones usam seus telefones celulares para auxiliá-los em alguma etapa de seu processo de compra.
  • 72% dos brasileiros têm cartão de débito ou crédito.

Mídia social: brasileiro, sociável por natureza

  • 97% dos usuários brasileiros de internet estão nas mídias sociais.
  • 77% dos brasileiros que têm uma conta no Facebook interagem com alguma marca online.
  • 58% dos brasileiros que usam Twitter leem posts de suas marcas favoritas.
  • 61% dos brasileiros com acesso à internet pesquisam informações sobre produtos em sites de mídia social antes de comprar.
  • 42% dos consumidores brasileiros entre 25 e 44 anos já fizeram alguma compra após receber uma mensagem promocional em uma rede social.
  • Além do Facebook, outras redes também apresentaram crescimento explosivo. O Linkedin atingiu 10 milhões de usuários em outubro de 2012.

Vídeo online: o brasileiro sempre de olho na telinha

  • O Brasil tem 42,9 milhões de espectadores de vídeos online.
  • Os brasileiros assistiram a 5,4 bilhões de vídeos online em agosto de 2012, um aumento de 74% em relação a agosto de 2011.
  • Os anunciantes que usam apenas a TV convencional (offline) perdem até 30% da cobertura de seu target. Usando o vídeo online em conjunto com a TV, é possível recuperar 16% da cobertura efetiva.
  • O Brasil é o sexto maior mercado mundial para o Youtube em termos de número de visualizações.

O Brasileiro é móbile

  • A penetração dos telefones celulares no Brasil é de 130%. Já a penetração dos smartphones chegou a 14% em 2012, totalizando 27 milhões de pessoas.
  • As vendas de smartphones no Brasil cresceram 77% em 2012 em relação a 2011.
  • 55% dos telefones celulares no Brasil têm acesso à internet.
  • Em 2015, 57% dos celulares vendidos no Brasil serão smartphones.
  • Os principais efeitos dos smartphones sobre os hábitos de consumo dos brasileiros são os seguintes:
    1. 80% pesquisam produtos ou serviços em seus telefones.
    2. 94% reparam em anúncios móveis.
    3. 66% visitam a empresa pesquisada em seus smartphones após obter a informação.
    4. 75% fazem uma pesquisa em seus smartphones após ver um anúncio.
    5. 31% já fizeram uma compra usando seu smartphone.
  • As vendas de tablets atingiram 3,1 milhões de unidades em 2012, um crescimento de 400% em relação a 2011.
  • Os tablets respondem por 42% do tráfego de internet que não é de computadores.
  • 60% dos brasileiros das classes AB acessam a internet através de celulares. Na classe C, esse número é 36%.
  • Em 2016, 21% de todo o tráfego de internet no Brasil será feito a partir de dispositivos móveis.

Conclusões

O consumidor brasileiro mergulhou de corpo e alma na internet, reconhecida cada vez mais como uma poderosíssima ferramenta para otimizar suas compras. Usando seus smartphones, tablets, notebooks ou PCs desktop, o brasileiro vê com cada vez mais confiança a experiência de consumo online, vencendo os antigos receios e transformando a web em uma extraordinária oportunidade para fazer bons negócios. Cada vez mais, a mídia certa para vender para o brasileiro será a internet e a vantagem estará nas mãos das empresas que dominarem as técnicas e as linguagens das mídias online.

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O mapa da mídia no Brasil e na América Latina – Parte 1

A empresa US Media Consulting apresentou no dia 8 de março um extenso relatório consolidando os dados de mais de 200 pesquisas sobre os padrões de consumo de mídia no Brasil e na América Latina. Neste artigo, apresentaremos os principais resultados relativos à realidade brasileira em relação ao consumo das diversas mídias on e offline.

Gráfico 1 - Crescimento das mídias publicitárias no Brasil (1º sem/2012). Fonte: Us Media Consulting (mar/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1 – Crescimento das mídias publicitárias no Brasil (1º sem/2012). Fonte: Us Media Consulting (mar/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

O Brasil e o consumo da classe C

  • Classe C: crescimento explosivo. Embora a classe B seja responsável pela maior fatia do consumo das famílias no Brasil (51%), a classe C é a mais numerosa e a que cresce mais rapidamente, somando 105 milhões de brasileiros em 2011. Esse número é equivalente a 55% da população, uma proporção que deve atingir 58% em 2014.
  • Classe C a caminho da gastança. O consumo da classe C em 2012 somou mais de 1 trilhão de reais e projeta-se que esse valor chegará a 1,46 trilhão de reais em 2015, um número maior do que a soma dos valores do consumo das classes A e B.

A ascensão contínua do mercado publicitário brasileiro

  • Quinto maior mercado do mundo. Em 2014, o Brasil se tornará o quinto maior mercado publicitário do mundo, com um investimento total de 22 bilhões de dólares, atrás apenas de Estados Unidos, Japão, China e Alemanha. Esse número representa um crescimento de 45% em relação a 2011, quando o investimento publicitário somou 15,3 bilhões de dólares.
  • A disparada da internet. A internet é a mídia publicitária que cresce à taxa mais alta no Brasil (15,46% no primeiro semestre de 2012), à frente até mesmo da TV paga (15%) – confira os dados do gráfico 1.
  • TV aberta abocanha as verbas. A mídia que absorve a parte do leão das verbas publicitárias ainda é a tradicional, liderada por TV aberta (63%), Jornais (11,8%) e Revistas (7,1%). A internet assumiu a quarta posição (5,1%), à frente da TV paga, rádio, outdoor e cinema, confira no Gráfico 2.
    Gráfico 2 - Participação das Mídias no bolo publicitário - Brasil (2011). Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

    Gráfico 2 – Participação das Mídias no bolo publicitário – Brasil (2011). Fonte: US Media Consulting (março/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Penetração das mídias. Quanto à penetração das mídias na população, a TV aberta lidera absoluta, com 97%, seguida por outdoor (86%), rádio (78%), jornais (60%), revistas (54%) e internet (40%). A TV a cabo ainda aparece como opção de baixa penetração, atingindo apenas 28% da população.

Mídia impressa resiste e prospera

  • Jornais impressos. A circulação dos jornais impressos continua crescendo no Brasil, a taxas de 1,8% em 2012 e 3,5% em 2011. Aproximadamente 46% dos brasileiros leem algum jornal.
  • A ascensão das revistas. A circulação de revistas no Brasil em 2011 bateu recorde de 13,7 milhões de exemplares vendidos. A penetração da mídia revista nas classes A e B é de 63% e, na classe C, de 38%.

TV e rádio: amores antigos

  • TV aberta: fonte preferencial. Para 90% dos brasileiros, a TV aberta é a fonte preferida de informação e notícias. Cerca de 175 milhões de brasileiros assistem à TV por uma média de 5 horas e 28 minutos diários.
  • TV paga: a evolução natural do hábito. 14,5 milhões de lares brasileiros já possuem TV por assinatura. Espera-se que essa mídia atinja 90% de penetração em 2018.
  • Rádio: o companheiro fiel. 90% dos lares brasileiros têm pelo menos 1 aparelho de rádio. 75% dos brasileiros afirmam ter ouvido rádio pelo menos uma vez nos últimos 7 dias. 49% dos brasileiros que têm aparelhos celulares capazes de receber a programação das rádios usam-nos regularmente para esse fim.
  • A segmentação do público do rádio. 80% dos automóveis em circulação no Brasil estão equipados com rádio. Considerando apenas a audição dentro do carro, a maioria dos ouvintes é composta por homens das classes A e B entre 25 e 54 anos. Entretanto, 36% do total dos ouvintes de rádio brasileiros são mulheres das classes CDE. Entre os brasileiros que ouvem rádio dentro do transporte público, 63% são adultos jovens, entre 20 e 34 anos.

Internet: paixão crescente

  • Todo mundo quer ter internet.Em 2012, o Brasil atingiu a marca de 85 milhões de usuários de internet, um número que deve subir a 154 milhões já em 2014, atingindo 80% dos lares
  • Usuários ativos. 70 milhões de brasileiros são usuários ativos, isto é, acessam-na regularmente de casa ou do trabalho.
  • O brasileiro é móbile. 73 milhões de brasileiros são assinantes de internet banda larga móvel, um crescimento de 421% em relação a 2010.
  • Internet é para comprar. Enquanto 67% das consumidoras brasileiras usam a internet antes de fazer uma compra, 95% dos consumidores brasileiros procuram informações online antes de comprar um carro
  • Publicidade na internet dá resultado. 68% dos usuários de internet brasileiros admitem que anúncios online influenciam suas decisões de compra. 57% dizem que são motivados a comprar produtos promovidos através de anúncios na internet, 56% dizem que são motivados por anúncios a visitar lojas online e 56% dizem que usam as mídias sociais para comprar produtos.
  • Mídia offline aumenta a eficácia da mídia online. 79% dos usuários de internet no Brasil pesquisam na internet informações sobre produtos que conheceram na mídia offline. As mídias offline que mais motivam a pesquisar produtos online são a TV (51%), Mídias Impressas (35%) e Outdoor (27%).
  • O que fazem os brasileiros na internet? As principais atividades em que os brasileiros se engajam quando estão na internet são as seguintes:
    1. Compras: 31 milhões de brasileiros visitam sites de e-commerce todo mês
    2. Busca de ofertas: Sites de descontos e cupons no Brasil cresceram 379% entre maio de 2010 e maio de 2011
    3. Mídia social: 97% dos usuários brasileiros de internet estão nas mídias sociais
    4. Leitura de blogs: Blogs têm uma taxa de 96% de penetração entre os usuários brasileiros de internet e 91% penetração entre os executivos brasileiros
    5. Jogos: os brasileiros gastaram 2 bilhões de dólares em jogos online em 2011
    6. Assistir a vídeos: O Brasil é o líder na América Latina em número de vídeos online assistidos e em número de espectadores únicos

Conclusão da primeira parte

O que pode ser mais eloquente do que um número? Que tipo de argumento ainda é necessário para convencer alguém de que o mercado brasileiro oferece uma magnífica oportunidade para as empresas dispostas a investir na publicidade de suas marcas? Será preciso ainda explicar por que uma empresa que anuncia tem toda a probabilidade de vender mais do que outra que esconde sua marca embaixo da cama?

Tenha sempre em mente que os fracassos em comunicação são sempre consequência de uma abordagem baseada em improvisação e amadorismo.

O fator que sempre fará toda a diferença a favor do sucesso de uma campanha de comunicação de marketing é o fundamento científico de quem vai planejá-la. É preciso contar com o auxílio de profissionais que estejam atualizados com as mais recentes pesquisas sobre as técnicas, mídias e comportamentos dos consumidores para formular um plano orientado estrategicamente para seus objetivos. Agindo desta forma, você pode contar com praticamente 100% de confiança no sucesso de suas campanhas.

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Pesquisa mostra relação entre marketing e bem estar social

A Fordham University realiza trimestralmente a pesquisa “V-Positive” para medir o bem estar do consumidor, entendido como a extensão em que a vida das pessoas se torna melhor em consequência de sua interação com os produtos e marcas. O estudo é realizado com metodologia rigorosa, investigando as percepções sobre as marcas de uma amostra que varia entre 800 e 1000 pessoas representativas da população dos Estados Unidos. Veja a seguir um resumo dos principais resultados que interessam ao tomador de decisão brasileiro.

V-Positive-10-marcas-lideres

V-Positive:10 marcas com maior indice. Fonte: Fordham University (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • O índice “V-Positivo” mede o impacto positivo das marcas sobre o bem estar social. Na pesquisa do 4º trimestre de 2012, entre as 5 marcas líderes no índice “V-Positivo”, 3 eram marcas de empresas de internet: Facebook em primeiro lugar, Google em terceiro e Amazon em quinto.
  • Os consumidores americanos afirmam que as marcas claramente influenciaram sua vida de forma positiva, com destaque para o Facebook a quem se atribui uma grande variedade de formas de influência, o que garante sua posição sólida no topo da lista.
  • O estudo é conduzido segundo a classificação de “hierarquia de necessidades” de Maslow ampliada de acordo com o estudo de Csikszentmihalyi. Assim, além da pontuação genérica, o estudo investiga também as percepções das marcas em função da posição na escala de necessidades.
  • Necessidades Básicas: no nível mais elementar das necessidades humanas, aquelas relativas à sobrevivência imediata, as marcas líderes foram, pela ordem, Walmart, Google, McDonald’s, Subway, Facebook, Kellogg’s, Visa, Coca-Cola, Amazon e Colgate.
  • Necessidade de Proteção (Segurança): As marcas líderes nesta dimensão foram Walmart, Google, Facebook, Visa, GE, Nike, Verizon, AT&T, UPS, McDonald’s.
  • Necessidades Sociais (Socialização): Previsivelmente, no topo da lista, com quase 20 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, está o Facebook, seguido por Walmart, Google, Verizon, AT&T, Visa, UPS, Apple, Coca-Cola e Amazon.
  • Necessidade de Estima (Aprovação Social): Novamente, Facebook está no topo, seguido por Walmart, Google, Amazon, Nike, Visa, Subway, Coca-Cola, Apple e Target.
  • Necessidade de Auto-Realização (Self-Actualization): É nesta dimensão que o Google lidera, ultrapassando em quatro pontos o Facebook, em segundo lugar. Seguem-se aos líderes Visa, Nike, Apple, Verizon, Amazon, GE e UPS.
  • Necessidades Experienciais: Esta dimensão é uma ampliação da classificação de Maslow, na medida em que reconhece no ser humano necessidades de viver experiências significativas que superam as necessidades meramente “existenciais” da classificação clássica de Maslow. Nesta dimensão, as marcas líderes foram Facebook, Google, Walmart, Visa, Amazon, Apple, Nike, Coca-Cola, Verizon, AT&T.
  • Necessidade de Felicidade: Refere-se à qualidade das experiências vividas conforme o relato do próprio consumidor. A marca líder absoluta com relacionada a experiências felizes dos consumidores foi, mais uma vez, o Facebook, seguido por Walmart, Google, Amazon, Coca-Cola, McDonald’s, Visa, Nike, Target e Subway.

Consequências para o tomador de decisão brasileiro

Em primeiro lugar, temos de admitir que se trata de um estudo de extraordinária importância que deveria ser conduzido regularmente no Brasil para aferir o efeito agregado das práticas de marketing sobre o bem-estar da população. A ampliação da escala de Maslow para incluir necessidades não-existenciais representa uma bem vinda inovação que contribui para uma melhor percepção do fenômeno do consumo no contexto da satisfação de necessidades humanas.

Na ausência de estudo semelhante em nosso mercado, podemos usar as categorias como orientadoras em todas as etapas do processo de marketing de bens de consumo, desde a elaboração do conceito do produto até as propostas de inovações, extensões de linha, variações, modelos, planos e pacotes.

Especificamente no contexto da comunicação de marketing, essas categorias permitem orientar corretamente os conceitos de campanha e mensagens promocionais específicas de forma que cumpram o objetivo de comunicar ao público que o produto daquela marca foi concebido para satisfazer uma ou mais dimensões de necessidade. Além disso, é possível que as empresas de menor porte se beneficiem por associação a marcas maiores, dando destaque estratégico a seus  parceiros de negócios de maior porte que notoriamente estejam vinculados à satisfação de uma necessidade em dimensão idêntica à que a empresa menor deseja satisfazer.

Todos os dados sobre a utilização da internet e das redes sociais no Brasil autorizam a suposição de que marcas como Facebook e Google já estejam fortemente associadas à satisfação de diversas das dimensões apontadas no estudo. Assim, o marketing de buscas e o marketing em mídias sociais não podem mais ser deixados de lado, por representarem uma oportunidade espetacular de benefício por associação de sua marca a empresas que já estão notoriamente reconhecidas pela qualidade da experiência que proporcionam e das necessidades que satisfazem.

Finalmente, o marketing de conteúdo pode ser inteiramente concebido para associar a marca à satisfação de uma ou mais dimensões de necessidades, permitindo construir estrategicamente ao longo do tempo uma reputação de líder em satisfação.

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Marketing de conteúdo: guia para perder o medo de investir

“Você me garante que o seu trabalho vai dar resultado”? Essa é uma das perguntas que ouvimos muito frequentemente, especialmente de empresários que têm o objetivo de usar suas ações de marketing na internet para captar clientes – em uma palavra, vender.

A solução dessa dúvida é bastante simples. Você precisa apenas responder a algumas perguntas sobre o seu próprio negócio e, em seguida, você saberá qual é a resposta mais adequada ao seu caso. Confira!

8 perguntas para avaliar a sua necessidade de investimento em comunicação e marketing

1 – O seu produto é bom? Isto é, seu produto está dentro dos padrões de qualidade mínimos exigidos pelo mercado?

2 – Seu produto é fácil de vender? Quando você apresenta seu produto a um novo cliente, a maioria das pessoas logo se mostra interessada?

3 – Seu produto tem um forte diferencial em relação à concorrência? Ou seja, o seu produto tem alguma vantagem que ninguém mais oferece?

4 – A concorrência no seu mercado é de baixa intensidade? Especificamente, um mercado tem uma concorrência de baixa intensidade quando:

(a) Há pequeno número concorrentes para atender a um mercado de grande porte,

(b) Há grande número de concorrentes de pequeno porte,

(c) Até mesmo os concorrentes de maior porte investem pouco ou quase nada em marketing.

5 – O seu preço é competitivo? O preço do seu produto é vantajoso para o cliente quando se compara sua relação custo/benefício com a da concorrência?

6 – O seu produto é fácil de encontrar? O cliente sabe onde e como ele pode adquirir o seu produto? A sua equipe está treinada e motivada para explorar todo o potencial das oportunidades de vendas representadas por cada cliente que entra em contato com sua empresa?

7 – O seu produto é fácil de comprar? Você aceita todas as formas de pagamento? Facilita, negocia, parcela? Entrega no local? Consigo adquirir seu produto com um único contato com sua equipe de vendas, sem burocracia?

8 – A sua empresa tem boa reputação no mercado? Sua empresa está estruturada para resolver os problemas dos clientes? Suas promessas têm credibilidade? Você tem um bom histórico de clientes satisfeitos? Tem bons testemunhos de clientes que recomendam sua empresa? Tem boas histórias para contar?

É claro que esta lista poderia ser estendida indefinidamente, mas nossa experiência diz que mais de 90% das situações podem ser esclarecidas com as respostas a essas 8 perguntas. Confira em seguida as 4 situações típicas em que sua empresa pode se enquadrar e que resultados você deve esperar de sua campanha de marketing na internet em cada caso.

Situação 1 – Você respondeu “sim” à maioria ou a todas as perguntas

Ora, se o seu produto é bom, é fácil de vender, a concorrência é de baixa intensidade, seu preço é competitivo, o produto é fácil de encontrar, fácil de comprar e sua empresa tem boa reputação no mercado, sinceramente, por que seu produto haveria de não vender?

Esse é um caso típico em que cada real investido em comunicação vai gerar dezenas de reais de retorno. Se você tem uma vantagem dessas, a única coisa que você precisa fazer com a máxima urgência é contar para todo mundo que você tem essa vantagem! Inversamente, a única coisa que você não deve fazer é esconder seu produto embaixo da cama, com uma comunicação tímida e sub-investimento em marketing.

Esse é um caso que sequer pode ser considerado “raro”: há um imenso número de empresas no mercado nacional que se enquadram nessa situação e que, entretanto, têm medo de investir em marketing. Na verdade, essas empresas deveriam ter medo de não investir em marketing e, com isso, crescer menos do que podem, abrindo espaço para que os concorrentes corram atrás do prejuízo e anulem a sua vantagem.

Situação 2 – Você respondeu “sim” a menos da metade, mas a pelo menos uma das perguntas da lista

Esta é a situação da esmagadora maioria das empresas que estão atuando no mercado. Ser o melhor em tudo o tempo todo custa caro e não está ao alcance de todos. Por isso, muitas empresas bem sucedidas procuram adquirir vantagens decisivas em apenas um punhado de fatores chaves, muitas vezes ao custo de uma pequena desvantagem e outros fatores. Um exemplo típico é a relação qualidade x preço: muitas vezes é preciso sacrificar um pouco um dos fatores para obter uma grande vantagem no outro.

Na situação 2, você tipicamente necessita de um investimento em marketing mais forte do que na situação 1 para obter idêntico resultado, porque o objetivo aqui é consolidar sua liderança no atributo-chave em que você possui a vantagem. Você precisa que o maior número possível de pessoas saiba que sua empresa tem o produto que oferece o maior benefício no seu atributo-chave, e isso só é possível conseguir com grande exposição de mídia.

Situação 3 – Você respondeu “não” a todas as perguntas

Esta situação é relativamente rara, mas acontece. Neste caso, você não tem um problema de comunicação, mas um grave problema de competitividade. Basicamente, seu produto provavelmente não vai vender muito, com ou sem comunicação. O que você precisa fazer é retornar à “prancheta” e repensar inteiramente a sua oferta ao mercado, reformulando seu produto, seus processos de produção, sua estrutura de custos e, em alguns casos, até mesmo a estratégia de sua empresa.

Situação 4 – Você não sabe a resposta à maioria das perguntas

Este último é o caso comuníssimo em que a empresa usa principalmente a intuição, o bom senso e o feedback eventual dos clientes para guiar suas decisões de marketing. Com pequeno ou nulo investimento em pesquisa e em processos formais de planejamento, essas empresas, de certa forma, estão certas em ter medo de investir em comunicação e marketing: afinal, qualquer investimento em marketing  nessa situação seria apenas ainda mais um tiro no escuro!

A melhor decisão que uma empresa na situação 4 deve tomar é reservar uma parcela do orçamento de marketing para investimento em pesquisas de mercado. Afinal, a melhor vacina contra o medo é o conhecimento. Com um investimento inteligente em pesquisas de fontes secundárias e primárias, a empresa rapidamente acumulará uma forte base de conhecimento que a capacitará a surpreender o mercado com ofertas e benefícios que lhe darão vantagem duradoura sobre seus competidores.

Em resumo:

1 – Quem tem uma grande vantagem, precisa se esforçar para ampliá-la sempre mais.

2 – Quem tem apenas uma vantagem, precisa explorá-la até o limite.

3 – Quem não tem vantagem alguma, precisa se esforçar para conquistar pelo menos uma!

4 – Quem não sabe as respostas, precisa pesquisar até descobri-las.

Seja qual for a situação de sua empresa, nós podemos ajudar você. Basta entrar em contato pelo formulário a seguir.







Artigo inédito de Géssica Hellmann em revista de negócios

Foi publicado com destaque na capa da mais recente edição da revista eletrônica “Business Review Brasil” um artigo inédito de Géssica Hellmann, produzido com exclusividade para a publicação.

Capa da revista eletrônica Business Review Brasil: destaque para artigo de Géssica Hellmann sobre Marketing de Conteúdo.

Capa da revista eletrônica Business Review Brasil: destaque para artigo de Géssica Hellmann sobre Marketing de Conteúdo.

Capitaneada pela experiente jornalista Simone Talarico, a Business Review Brasil é uma publicação de negócios voltada para executivos e líderes empresariais. A publicação busca oferecer ampla cobertura de todas as principais indústrias do país, retratando em artigos e reportagens com grau de profundidade superior à média as principais tendências sobre tecnologia, marketing 2.0, inovação e mídia social.

Artigo de Géssica Hellmann na edição de fevereiro de 2013 da Business Review: dados de pesquisas esclarecem porque e como se deve usar o marketing de conteúdo para realizar objetivos empresariais

Artigo de Géssica Hellmann na edição de fevereiro de 2013 da Business Review: dados de pesquisas esclarecem porque e como se deve usar o marketing de conteúdo para realizar objetivos empresariais

Géssica Hellmann realiza nesse artigo uma síntese dos principais achados de pesquisas realizadas ao longo dos últimos 6 meses no Brasil e no exterior, destacando em suas conclusões a inevitabilidade da adesão ao marketing de conteúdo como estratégia parte da estratégia empresarial nos próximos anos.

Géssica Hellmann no quadro de colaboradores da Business Review Brasil e editorial de Simone Talarico - edição de fevereiro de 2013.

Géssica Hellmann no quadro de colaboradores da Business Review Brasil e editorial de Simone Talarico – edição de fevereiro de 2013.

Uma publicação do WDM Group, a Business Review Brasil tem uma seção dedicada especialmente ao “marketing 2.0”, refletindo o interesse crescente dos líderes empresariais pelo marketing em mídias digitais.