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SEO (otimização de sites) e Sites em Flash

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Autor: Alex Oliveira | Data: 03/09/2008 |

Em menos de uma semana, recebi duas consultas muito parecidas sobre otimização de sites, ambas de desenvolvedores que, segundo suas próprias palavras, “só sabem desenvolver sites em Flash”, não tendo sequer a mínima noção de HTML.

Para começar, acho estranho que um alguém se autodenomine “desenvolvedor” e domine apenas uma tecnologia de desenvolvimento tão limitada quanto o Flash.

A ideia de “fazer sites em Flash” dominou de tal forma o mercado que muitas empresas já abordam o profissional de desenvolvimento perguntando se ele “sabe fazer sites em Flash”, sem mesmo saber qual é o benefício que pretendem extrair dessa tecnologia.

Embora o Google tenha anunciado que “já sabe rastrear Flash”, o fato é que você ainda não deve apostar seu dinheiro nisso. Pelo que tenho visto, o recurso empregado pelos SEO de empresas que fazem questão de “sites em Flash” é apelar para o texto invisível, o que é condenado pelo próprio Google.

Trata-se de um tiro no pé, pois o ranking que você obtém dessa forma hoje pode desvanecer amanhã sob a forma de uma penalidade. Já abordamos esse assunto várias vezes neste blog.

Enquanto não houver evidências seguras sobre as condições exatas sob as quais o Google indexa (ou deixa de indexar) os textos em Flash, a melhor maneira de aproveitar os recursos do Flash sem prejudicar os seus rankings é usar o Flash como um elemento a mais dentro de sua página.

Veja o caso do YouTube. Você encontra, em cada página, vídeos em Flash, fotos estáticas, textos e links de texto. Nenhum problema de indexação e rankeamento.

Mesmo que você precise, por exigência do cliente ou por estratégia de marketing, conceder máximo destaque visual ao elemento Flash dentro de sua página, é perfeitamente possível e desejável incluir texto otimizado e links de texto no código HTML de sua página.

Por “texto otimizado”, leia-se “texto legível, agradável de ler, persuasivo, contendo suas palavras-chaves”. Nada de repetições de palavras sem-sentido com letras de apenas 1 pixel!

Espere aí. Você está disposto a fazer um bom investimento em um site em Flash mas não está disposto a investir no trabalho de um bom redator?

Você está dizendo que seus produtos e sua empresa não merecem o trabalho de um competente redator para escrever um texto interessante sobre eles?

Você está dizendo que seus clientes são incapazes de ler algumas linhas de texto bem escrito sobre um assunto que deveria interessar a eles – os seus produtos?

Não há justificativa para que bons gráficos não sejam acompanhados por bons textos. A desculpa clássica de que “ninguém lê textos longos” é conversa de redatores que não sabem escrever bons textos, de gente que só sabe escrever bobagens como “empresa focada em resultados“.

É papo de quem não gosta de ler e não gosta de quem gosta de ler.

Visite a Wikipedia. Visite blogs. Sites de notícias: UOL, Terra, Globo.com. Até mesmo o YouTube. Todos eles são sites ricos em texto. E estão entre os sites mais acessados mundo.

O próprio Google é um imenso banco de dados de… Texto. Mesmo que você queira pesquisar fotos, vai ter que procurar as palavras associadas à imagem que procura.

Se você vai usar o Flash para substituir a necessidade de ler e escrever, porque “ninguém gosta de ler”, pense de novo. Observe a realidade da web, um interminável oceano de textos com trilhões de palavras.

Não há motivo para fazer malabarismo, criando sites totalmente em Flash e, depois, inventar jeitinhos black-hat para aparecer no Google. Dê ao Google o que ele quer – texto! – pois é o que os internautas – seus clientes! – também querem. E use o Flash apenas quando necessário enriquecer ainda mais o conteúdo do seu website.

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