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SEO (otimização de sites) Bizarro: Rand Fish e a Escultura de Page-Rank

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Autor: Alex Oliveira | Data: 19/03/2008 |


Ninguém vai dizer que o Rand Fishkin, do site SEOMOZ, não é profissional de SEO dos sonhos de qualquer empreendedor web. Entretanto, até os melhores e mais qualificados profissionais podem viajar na maionese de vez em quando, especialmente numa área em que imperam a especulação e o empirismo.

Senão, vejamos. Rand Fishkin, preocupado com o “fluxo de page-rank” através dos sites, desenvolveu uma técnica para controlar esse fluxo de suco de links (isso mesmo: “link juice”!) usando nofollow nos links internos.

Vamos com calma. Segundo Rand Fishkin, cada página web é um recipiente de page-rank, equivalente a um líquido, que escorre pelos orifícios dos diversos recipientes – os links. Assim, a web seria como um sistema de vasos comunicantes. Se você deixar que seu “suco de page-rank” vaze para uma página de menor valor, digamos, da página inicial para a página de “FAQ” ou de “Contato”, você estaria reduzindo a quantidade de page-rank líquido disponível na página de maior valor para reforçar uma página inútil. Assim, Fishkin sugere que você controle esse hipotético “fluxo de suco de Page-Rank” (seja o que for!), adicionando estrategicamente uma relação nofollow à estrutura de navegação de seu site.

Voltando ao exemplo: Os links na página inicial que apontam para a página de FAQ, deveriam ter um nofollow, enquanto os links da página de FAQ para a inicial deveriam ser do tipo “dofollow”. Assim, o “suco de page-rank” escorreria da página de FAQ em direção à inicial, mas não vazaria da inicial em direção à FAQ.

A partir desse exemplo simples, pode-se imaginar a engenharia necessária para controlar o suposto fluxo de page-rank em um site com centenas de páginas e navegação complexa, com milhares de links. Pelo conceito de escultura de page-rank, você deveria deixar o suposto “suco de page-rank” fluir de baixo para cima – do terceiro nível para o segundo e para o primeiro – mas fechar com nofollow os acessos laterais no segundo e terceiro níveis e assim por diante.

Todo o conceito em si, parece-me bizarro quando olhado mais de perto.

Para início de conversa, todo webmaster tem todo o direito de fazer o que quiser no seu site, inclusive adicionar nofollow onde lhe der na telha. Mas, faz sentido? Adicionar nofollow não é diferente de fechar uma página no robots.txt, bloqueando-lhe o acesso e a indexação nos buscadores. Há uma variedade de motivos porque alguém poderia querer fazer isso, por exemplo, para remover do índice uma página de redirecionamento, uma página antiga, ou cujo acesso se deseja restrito a alguns usuários.

Mas fazer esse controle via estrutura interna de navegação, com uso de nofollow, parece-me uma bobagem, pois o objetivo não é evitar a indexação: alguns links não terão nofollow, no conceito de “escultura de page-rank”, apenas alguns, para possibilitar a indexação sem grande vazamento de “suco de page-rank”.

A grande questão é se existe mesmo esse “suco”. Se deixá-lo “vazar” para uma página “chata” ou “inútil” (se é chata ou inútil, o que ela está fazendo no site, em primeiro lugar???) pode prejudicar de alguma forma a página em que consta o link sem nofollow ou não.

O conceito inteiro é uma grande viagem. Você só pode ser prejudicado por adicionar um link para uma página nociva (com vírus, spyware, scam, etc), seja dentro ou fora de seu site. Se você tem uma página assim no seu site, você não deveria se preocupar com page-rank, mas com a polícia. Se não tem, toda a história de “link juice” é extremamente fantasiosa. Em vez de restringir a navegação com nofollow, você faria melhor adotando uma melhor estrutura de conteúdo e navegação, que eliminasse todo conteúdo desnecessário ou inútil de seu website.

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