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Reputação é fator negligenciado por líderes empresariais

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 07/01/2013 |

Dados divulgados pelo Zeno Group expõem um quadro surpreendente sobre o papel da reputação da marca nas decisões dos líderes empresariais nos segmentos B2B e B2C. Confira os principais resultados.

Mais de 1/3 dos CEOs não ponderam a reputação de sua empresa nas mídias sociais durante seu processo de tomada decisão. Fonte: Zeno Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mais de 1/3 dos CEOs não ponderam a reputação de sua empresa nas mídias sociais durante seu processo de tomada decisão. Fonte: Zeno Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Reputação é variável fora da equação: Mais de 1/3 (36%) dos CEOs americanos não levam em consideração a reputação de suas empresas nas mídias sociais quando tomam uma decisão de negócios.
  • Segmento B2B é menos atento. A situação é mais grave no segmento B2B, em que 43% nunca ponderam o efeito potencial de suas decisões nas mídias sociais, contra 30% no segmento B2C.
  • Inação como solução. Diante de uma publicação negativa nas mídias sociais, 10% das empresas consultadas simplesmente se limitarão a não fazer nada. No segmento B2B, a probabilidade de adotar a inação como solução é duas vezes maior do que no segmento B2C.
  • Resposta lenta a crises. Menos de 2/3 (63%) dos CEOs do segmento B2C e apenas 43% dos executivos do segmento B2C acreditam que suas empresas conseguiriam reagir a uma publicação negativa em até 24 horas.
  • Empresas maiores preocupam-se mais. Na tabulação dos dados por tamanho da empresa, apenas 29% das empresas com mais de 10 mil funcionários declaram ignorar a reputação da empresa nas mídias sociais, um número que sobe para nada menos que 45% entre as empresas com até 10 mil funcionários.
  • Empresas maiores reagem mais rápido. No grupo das empresas consideradas “grandes”, isto é, com valor superior a 10 bilhões de dólares, 63% dos CEOs acreditam que suas empresas poderiam reagir em até 24 horas a uma crise, contra apenas 43% no grupo das empresas consideradas “pequenas”, com valor inferior a 5 bilhões de dólares.

A situação revelada pelo Zeno Group mostra que uma fatia significativa das empresas americanas ainda permanece insensível a toda a evidência reunida nos últimos anos sobre a importância da reputação da marca nas mídias sociais. Aqui mesmo neste blog, nós abordamos o tema pela primeira vez em agosto de 2009, em artigo intitulado “A reputação de sua marca na internet”, salientando a importância da publicação de conteúdo, especialmente do blog corporativo, para uma gestão proativa e orientada para vendas da imagem corporativa nas mídias sociais.

Sobre a reação a situações de crise, já em setembro de 2009 abordamos um caso em que a marca Nestlé aparecia em má posição nos resultados de pesquisa Google devido a menções negativas no site Reclame Aqui. Em outubro do mesmo ano, trouxemos à tona o caso do ataque de hackers de que incluíram links para sites ilegais no site de ninguém menos do que a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil.

Considere agora a abrangência que as mídias sociais alcançaram no Brasil de hoje, em que nada menos que 65 milhões de brasileiros estão nas redes sociais, número que representa quase um terço da população do país, 84% dos quais têm conta no Facebook e 55% ainda usam o Orkut. Diante desses dados, torna-se simplesmente impensável que um executivo sério continue a ignorar o potencial desse universo tanto para captação de clientes como para gerar problemas para a reputação de sua marca.

A única opção que restou às empresas brasileiras que, em pleno 2013, ainda não estão presentes de forma proativa nas redes sociais é fazê-lo imediatamente. Não há mais espaço para hesitações, a hora é de decisão fundamentada em pesquisa e ação integrada à estratégia de sua empresa.

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