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Relatório SoDA 2013 – o futuro do marketing digital

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 19/03/2013 |


A SoDA (Society of Digital Agencies) em parceria com a Econsultancy, divulgou nesta semana o relatório “The SoDA Report: Digital Marketing Outlook, 2013“, o resultado de um estudo conduzido junto a 814 profissionais de marketing de empresas atuantes em diferentes mercados.

A amostra pesquisada incluiu profissionais de empresas B2C (13%) e B2B (15%), agências de publicidade (35%), estúdios de produção digital (7%), prestadores de serviços e consultores (10%), entre outras categorias profissionais (20%).

Verba de marketing digital: reduzir ou aumentar? Fonte: Econsultancy/SoDA (março de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Verba de marketing digital: reduzir ou aumentar? Fonte: Econsultancy/SoDA (março de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Geograficamente, a distribuição da amostra foi 50% América do Norte, 22% Europa, 12% Ásia e Pacífico, 3% América do Sul, 2% África e 11% multinacionais. Para efeito do estudo, definiram-se como multinacionais as empresas que não obtêm em um único país mais de 50% da sua receita de vendas.

Em seu conjunto, a pesquisa forma um retrato bastante claro das perspectivas do marketing digital no futuro próximo. Acompanhe a seguir os principais resultados.

  • Crescem o conhecimento e a experiência. 54% dizem que a empresa em que trabalham tem uma estrutura de marketing online “sofisticada” ou “muito sofisticada”.
  • Parceria com agências. 72% pretendem manter ou aumentar os investimentos em marketing digital realizados através de agências, contra apenas 15% que pretendem reduzir esse investimento.
  • Investimento crescente. 39% afirmam que sua intenção é aumentar o investimento em marketing online sem aumentar o investimento total em marketing, isto é, através de simples realocação de verbas. Outros 16% pretendem aumentar tanto o investimento total em marketing quanto o investimento em marketing digital.
  • O papel da inovação. 39% das agências full-service e agências digitais já mantêm laboratórios de inovação e incubadoras de produtos dentro de sua estrutura.
  • Espaço para independência: 80% das agências digitais acreditam que sempre haverá espaço para as agências independentes, mesmo que os grandes grupos comecem a absorver as empresas menores.
  • Especialização: 56% das agências digitais concordam que o caminho para o crescimento é a especialização, contra 51% das agências “full-service” que discordam dessa afirmação.
  • Os clientes querem especialistas: 52% dos anunciantes realizam seus projetos de marketing usando mais de uma agência, seja combinando várias agências especializadas (29%), seja mantendo um mix de agência full-service com agências especializadas (23%). Somam 16% as empresas que trabalham somente com agências digitais full-service. Apenas 11% trabalham com uma única agência para atender a todas as suas demandas, tanto digitais quanto tradicionais.
  • Múltiplos prestadores de serviços. 57% dos clientes usam 2 ou mais agências para realizar seus objetivos de marketing online, contra 23% que usam os serviços de apenas uma agência.
  • O desafio dos dados. De forma consistente com os resultados da pesquisa que apresentamos em nosso último artigo, os principais desafios relacionados a dados nas organizações pesquisadas foram Análise (54%), Criação de valor a partir dos dados (49%), Coleta (36%) e Higienização (30%).
  • A mobilidade é o futuro. 88% dos profissionais de marketing acreditam que o consumidor insistirá em sua necessidade de acessar o mesmo conteúdo em múltiplas telas e de obter conteúdo diferenciado conforme o seu contexto de mobilidade.
  • Touchscreen e o fim do império do mouse. 70% concordam que as telas sensíveis ao toque irão destronar o mouse e o teclado em aplicações não-comerciais.
  • A juventude quer tablets. Para 68%, os tablets vão se transformar no equipamento preferido dos universitários e adolescentes, suplantando rapidamente os laptops e desktops nesse segmento.
  • Educação de clientes. Apenas 29% das agências ainda não está oferecendo algum tipo de educação tecnológica para os clientes. A maioria oferece mini-palestras, webinars, conferências entre outros tipos de atividade educativa.

Consequências para as empresas brasileiras

Conforme o marketing digital cresce rumo à posição central nas estratégias de marketing das empresas, cresce também a necessidade de estruturas mais sofisticadas para lidar com padrões mais elevados de análise, decisão, implementação e controle de resultados. Nesse contexto, a qualificação de todos os atores – cliente, agências e outros prestadores de serviços – adquire importância estratégica, tornando-se indispensável transformar as agências em difusoras de conhecimento sobre marketing digital ao longo de todo o canal de relacionamento com os seus clientes.

Seja no modelo full service ou especializado, o papel reservado às agências é o de informar-se antes dos próprios clientes sobre a evolução do marketing digital, desenvolvendo elas próprias produtos e serviços inovadores capazes de garantir vantagens aos seus clientes em um ambiente cuja competição é cada vez mais acirrada em nível global.

Quanto aos clientes, o desafio é tomar decisões e implementar ações com base dados obtidos na fronteira do conhecimento. Quanto mais profissionalizado se tornar o mercado em nível global, mais o marketing digital exigirá experimentação e testes de hipóteses, demandando sistemas metodologicamente impecáveis de coleta, análise e interpretação de dados para tomada de decisões em marketing online.

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