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Marketing de Conteúdo: proteja-se das atualizações do Google

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 09/10/2012 |


Nossas primeiras experiências sistemáticas com SEO datam do final de 2005, quando começamos a observar, em nossos relatórios de web analytics, um número crescente de visitantes provenientes de mecanismos de pesquisa. Nossa primeira reação deve ter sido idêntica à da maioria das pessoas, uma forte curiosidade por saber “como o Google sabe que meu site existe?” e “como o Google escolhe qual site aparece no topo da lista”?

Desde então, estudamos e testamos centenas de técnicas de SEO em várias dezenas de sites e, após todo esse tempo, podemos afirmar com a máxima naturalidade que nenhum dos sites sob nossa administração jamais foi prejudicado pelas “temíveis” atualizações do algoritmo do Google.

Ao contrário: em muitos casos, as atualizações de algoritmo do Google chegaram até a beneficiar alguns de nossos sites. Na maior parte dos casos, as visitas orgânicas a nossos sites permaneceram exatamente como estavam antes da tal atualização.

A invulnerabilidade dos nossos sites às mudanças no “algoritmo” do Google é resultado direto de uma filosofia de trabalho cuja origem é anterior à própria existência do Google.

Em primeiro lugar, como afirmamos no artigo “Black-Hat SEO (otimização de sites): Ganhe dinheiro, rápido, antes que o seu site seja banido!”, publicado em 1 de janeiro de 2007, existem duas maneiras de encarar o desafio da otimização de sites. A primeira é de curto prazo, em que você busca “fórmulas mágicas” para obter destaque nas buscas rapidamente. Como afirmamos no artigo citado:

“Basicamente, esse tipo de webmaster não planeja um site pensando nos usuários, mas no “algoritmo” das ferramentas de busca. O desafio não está em conquistar pessoas, mas em “crackear”, abrir uma brecha no sistema.”

Sejam rotuladas como black-hat, gray-hat ou até mesmo de white-hat, essas técnicas, de fato, não passam de simples exploração de bugs no sistema do Google. Cedo ou tarde esses bugs serão identificados e corrigidos – atualmente, cada vez mais cedo. E cada uma dessas correções de bugs dará uma pancada na visitação dos sites cuja estratégia de marketing esteja baseada em sua exploração.

O Google é um incansável caçador de bugs, tendo liberado nada menos do que 65 atualizações em seu algoritmo apenas no mês de agosto de 2012. Por isso, se o seu site representa uma empresa idônea que pretende permanecer no mercado durante os próximos anos, é uma temeridade fundamentar sua estratégia em correr atrás das atualizações de algoritmo do grande G.

A abordagem que sempre empregamos, desde antes de conhecer o Google, é muito diferente. Vale lembrar o que dissemos no artigo citado anteriormente, de janeiro de 2007:

“A segunda abordagem é a de longo-prazo. Nesse caso, seu objetivo é manter o site no ar por muito tempo, oferecendo conteúdo útil e de alta qualidade para os usuários da Internet e, paulatinamente, ganhando confiança e respeito tanto dos seus visitantes quanto das ferramentas-de-busca. Seu site será adicionado aos “Favoritos” de milhares de navegantes, será mencionado em blogs e sites de terceiros, receberá links e indicações…

Conteúdo útil e de qualidade é tudo o que querem os usuários de Internet. E tudo o que querem as ferramentas de busca é oferecer resultados de pesquisa que reflitam esse desejo. Os resultados das buscas são constantemente atualizados e modificados para mantê-los em alto nível.

Se esse é seu objetivo, não planeje seu site pensando em “algoritmos”. Primeiro planeje o conteúdo, depois otimize-o para o Google.”

A chave do sucesso na web, desde que ela existe, se resume a dois fatores: (1) conteúdo e (2) recomendações de usuários sob a forma de links.

Quando as únicas opções de busca disponíveis aos usuários web eram listas de diretórios repletas de links quebrados e obsoletos para sites inúteis ou buscadores primitivos que levavam o usuário a sites de conteúdo completamente diferente do que o usuário estava buscando, a melhor maneira de encontrar o que você estava procurando era procurar a página de “links”, “sites recomendados” ou “sites parceiros” em sites de sua confiança. Assim, se você desejava obter visitantes para seu site, a estratégia natural era adicionar conteúdo útil e relacionar-se com outros proprietários de websites, pedindo e oferecendo links, recomendações, citações, banners.

Ou seja, o foco era sempre no usuário. Os proprietários de sites zelavam pelo conteúdo que publicavam, pois sabiam que ele era a chave para receber uma recomendação de um ser humano sob a forma de um link que seria clicado por outro ser humano. Nenhuma preocupação com algoritmos e robôs, fossem eles Pandas ou Pinguins.

Hoje, a web cresceu, evoluiu e modificou-se profundamente. Mas o fundamento para o sucesso permanece rigorosamente o mesmo. Crie conteúdo útil e obtenha recomendações de seres humanos para seres humanos. Se muitas pessoas adicionarem links que reflitam recomendações honestas ao seu excelente conteúdo, seu site vai receber muitas visitas, inclusive do próprio Google. E as pessoas que chegarem a seu site através do Google também o recomendarão a outras pessoas, adicionando novos links, criando desta forma um ciclo virtuoso auto-sustentável que blindará seus sites contra as palmadas no algoritmo do Grande G.

Finalmente, precisamos observar que o processo de criação de conteúdo e otimização para o Google deve ser permanente, acompanhando a evolução do comportamento do usuário. Nas palavras dos nossos amigos do Marketing Digital Portugal:

“Como referi anteriormente, este processo nunca termina, realizando-se continuamente. Quando chega à última etapa, deve ir novamente para o inicio de modo a incorporar a aprendizagem adquirida sobre como os seus prospects pesquisam nos motores de busca para encontrar o seu negócio. Assim, poderá refinar continuamente a sua lista de palavras-chave de modo a reduzir ou mesmo eliminar as lacunas nas palavras-chave”.

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