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Marketing de conteúdo: o nome do jogo é influência

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 31/10/2012 |


Muita gente ainda tem dificuldade de entender que o valor de tudo o que você faz em termos de marketing de conteúdo em mídias sociais pode ser medido em termos de sua contribuição à conquista de influência para sua marca.

Influência: o real objetivo do marketing de conteúdo

Influência: o real objetivo do marketing de conteúdo

Esse é o objetivo principal. Todos os demais são consequências.

Vender é influenciar. Conquistar, atrair, encantar, engajar, mobilizar, todos esses verbos querem dizer apenas uma coisa: exercer influência sobre outra pessoa.

A conquista de influência em qualquer contexto social é uma tarefa que requer tempo. É muito improvável que um recém-chegado a qualquer grupo humano consiga de imediato impor os seus pontos de vista sobre um grande número de pessoas pertencentes a esse grupo.

Na maior parte dos casos, a influência é conquistada em etapas.

Primeira etapa: Vencer a barreira da indiferença

Em primeiro lugar, é preciso que as pessoas se deem conta da sua existência. Em meio a tantas marcas que tentam influenciá-las, é simplesmente normal que a reação de muitas pessoas expostas pela primeira vez à sua marca seja de indiferença.

Na primeira etapa, é como se você estivesse pregando no deserto: você envia mensagens em quantidade e quase não obtém respostas.

Segunda etapa: Conquistar a confiança

Na segunda etapa, as pessoas começam a reparar em suas mensagens e vão, aos poucos, se familiarizando com você. Ainda muito desconfiadas, elas precisam saber quem você é, de onde você vem, o que você faz, quais são as suas intenções e o que você tem a oferecer.

Na segunda etapa, é como se você estivesse “na geladeira”: você será tratado com relativa frieza até que você consiga mostrar às pessoas que sua presença não traz problemas mas, sim, benefícios ao grupo.

Terceira etapa: Cultivar admiradores

No momento em que você conquistar os seus primeiros admiradores, começa a terceira etapa, em que você se torna conhecido por um número cada vez maior de pessoas. Basicamente, os seus admiradores se encarregam de espalhar suas qualidades para seus próprios amigos, trazendo ainda mais admiradores nesse processo.

Na terceira etapa, é como se você estivesse em um palco, com número cada vez maior de pessoas ocupando a plateia.

Quarta etapa: Gerenciar críticas

As críticas começam a surgir na quarta etapa. Inicialmente, dirigidas por indivíduos isolados, com alcance limitado. Em seguida, conforme você se torne cada vez mais influente, as críticas se tornarão cada vez mais agressivas, sistemáticas e organizadas.

Na quarta etapa, é como se você estivesse sendo observado em um microscópio por uma multidão que não para de crescer.

Quinta etapa: Controlar com eficiência

Finalmente, na quinta etapa, você conquistou para sua marca a influência que desejava sobre os seus principais públicos-alvos, ganhando credibilidade e confiança suficientes para administrar bem os problemas e a ação dos críticos.

Na quinta etapa, você assumiu o controle de sua própria reputação e administra sua influência de forma eficiente junto aos diferentes públicos.

É fácil perceber que:
1. Cada uma dessas etapas requer estratégias distintas.
2. O objetivo de todas as etapas iniciais é conduzir a marca com o mínimo possível de solavancos até a etapa final.
3. Esse é um trabalho que requer tempo, paciência e dedicação.
4. Continuidade é o ingrediente essencial: você não pode se dar ao luxo de ausentar por seis meses e esperar que sua influência permaneça a mesma.

Ou seja, a administração da influência de uma marca é trabalho para profissionais capazes de conceber estratégias, táticas e estruturas operacionais que viabilizem o suave trânsito da marca desde a indiferença inicial até o controle completo do processo.

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