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Marketing de Conteúdo: a guerra pelo consumidor (Parte 2)

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 07/03/2013 |


No artigo anterior, intitulado “Marketing de Conteúdo: a guerra pela influência“, apresentamos os principais resultados da mais recente pesquisa Technorati Media sobre  marketing em mídias sociais. O foco do primeiro artigo foram os resultados relativos às decisões do profissionais de marketing nas empresas. Nesta segunda parte, apresentaremos os principais resultados concernentes ao comportamento do consumidor.

Confiar e Compartilhar

Esta parte da pesquisa revela um dado interessante: nem sempre os serviços mais utilizados são os que gozam de maior confiança por parte do consumidor.

Serviços online com maior probabilidade de influenciar uma compra do consumidor. Fonte: Technorati Media (fev/2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Serviços online com maior probabilidade de influenciar uma compra do consumidor. Fonte: Technorati Media (fev/2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

 

  • Serviços online mais confiáveis. O topo da confiança é atingido pelos sites de notícias, citados por 51%. Em seguida, praticamente empatados na faixa dos 30% de menções, temos Facebook (32%), Sites de Varejo (31%), Youtube (29%) e Blogs (29%). No terceiro time, temos Google+ (26%), Grupos e Fóruns (24%), Revistas Online (22%) e Sites de Marca (21%). No fim da fila, temos o Twitter (15%), Pinterest (9%), Linkedin (5%) e Instagram (4%).
  • Serviços online com conteúdo mais compartilháveis. Neste critério, o Facebook lidera absoluto, sendo citado por 57% dos consumidores como a origem dos conteúdos que mais compartilham. O segundo lugar é do Youtube, com 40%. O terceiro time mostra um empate entre Blogs e Sites de Notícias, com 26% cada um, seguidos de perto pelo Google+, com 25%. O quarto escalão mostra Twitter (18%), Grupos e Fóruns (16%) e Sites de Varejo (13%). No grupo dos sites citados por menos de 10% dos consumidores temos o Pinterest (9%), Revistas Online (8%), Linkedin (5%), Instagram (4%) e Sites de Marcas (4%).

Por que os consumidores seguem as marcas nas redes sociais?

As pessoas seguem as marcas nas redes sociais por motivos diferentes e escolhem diferentes redes sociais para diferentes tipos de interações. O motivo mais citado foi o acompanhamento da atividade da marca nas redes sociais, revelando que os consumidores têm mais interesse no que fazem as marcas do que se poderia pensar.

  • Acompanhar a atividade da marca. Para esta finalidade, o Twitter é o preferido por 57%, seguido pelo Facebook, citado por 52%.
  • Saber mais sobre um produto ou serviço. Esse objetivo é cumprido com muito mais frequência no Youtube (61%), seguido por Pinterest e Facebook, ambos citados por 56%.
  • Promoções. A mídia preferida para promoções é o Facebook, citado por 48%. O Twitter aparece como um distante segundo colocado, com 36%.
  • Obter feedback e ajuda. Facebook (32%) e Twitter (27%) lideram esta categoria.
  • Unir-se a uma comunidade de fãs da marca. Temos praticamente um empate entre Facebook (27%), Twitter (26%) e Pinterest (25%).
  • Ajuda no ato de fazer compras. Nesta categoria, lideram o Instagram (27%) e o Pinterest (25%). Youtube e Facebook aparecem empatados em um remoto 3º lugar, com 21% das citações.
  • Fazer reclamações de produtos e serviços. O Twitter lidera esta categoria com 19% das citações, seguido de perto pelo Facebook, com 18%. A mídia menos citada para o objetivo de fazer reclamações é o Youtube, com 9% das citações.

As redes sociais influenciam as decisões de compra do consumidor?

  • Tamanho da comunidade. 54% dos consumidores consultados concordam que a influência da comunidade é inversamente proporcional ao seu tamanho: quanto menor a comunidade, maior a sua influência.
  • Influência na compra. A lista dos serviços online com maior probabilidade de influenciar uma decisão de compra é liderada pelos sites de varejo, citados por 56%. Em seguida, citados por mais de 30% dos consumidores, vêm os sites de marca (34,0%) e um empate técnico entre Blogs (31,1%) e Facebook (30,8%). Na faixa dos 20%, temos os grupos e fóruns com 28,0%, Youtube e Linkedin empatados em 27% e novo empate entre Google+ e revistas online, ambos com 20%. Pinterest (12%) , Twitter (8%), Sites de Notícias (7%) e Instagram (3%) ficam na posição de “lanternas”.

Consequências para as empresas brasileiras

Em primeiro lugar, como sempre, seria importantíssimo dispor de dados exatos sobre o consumidor brasileiro com relação a essas questões. De qualquer forma, os dados da pesquisa Technorati Media são semelhantes ao que informam outras pesquisas realizadas no mercado brasileiro e a percepção informada tanto pela nossa própria experiência quanto pelo que relatam outros bons profissionais e estudiosos do mercado nacional.

Em segundo lugar, mesmo que a maioria dos dados da pesquisa seja apenas parcialmente aplicável ao mercado brasileiro, torna-se claríssimo que esses dados fornecem um mapa para formulação de objetivos de comunicação em mídias sociais. Uma estratégia eficiente de marketing em mídias sociais não é a consequência da alocação simplista de recursos nas diversas redes em função de sua popularidade, mas da concentração de esforços nas mídias mais utilizadas pelos consumidores quando desejam efetuar o comportamento que você deseja influenciar.

Assim, se o objetivo de sua empresa for influenciar as compras do consumidor, está claro que sua prioridade deve ser a criação de conteúdo para o site da empresa, sendo que a maneira mais simples e eficiente de fazer isso é investindo em um blog da própria marca. Em seguida, a empresa deve priorizar a conquista de visibilidade na blogosfera e no Facebook, antes de partir para outras importantes mídias, como o Youtube, Linkedin, Google+, Pinterest, entre outros.

Precisa de ajuda para traçar um plano de mídia social orientado para os objetivos que você deseja conquistar junto ao consumidor? Entre em contato pelo formulário a seguir!







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