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Como fazer marketing de moda nas redes sociais

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 31/07/2013 |

Um estudo conduzido pela Netbase junto a 1005 mulheres americanas com perfil em pelo menos uma rede social investigou a influência das mídias sociais sobre o comportamento de compra das mulheres interessadas em informações sobre moda. Confira a seguir os principais resultados.

O marketing de moda requer conteúdo - ilustração por Géssica Hellmann

O marketing de moda requer conteúdo – ilustração por Géssica Hellmann

  • Os estudo identificou dois segmentos de consumidoras cujo comportamento de compra é mais fortemente influenciado pelas mídias sociais.
  • O primeiro é o das “Fashionistas“, representando 28% do total. Este grupo é composto pelas mulheres que “concordam fortemente” com esta afirmação: “Moda e beleza são extremamente importantes para mim”.
  • O segundo grupo é o das “Compradoras sociais“. Representando 15% do total, este grupo é composto pelas mulheres que concordam fortemente com a seguinte afirmação: “As marcas e produtos que meus amigos usam influenciam minhas decisões de compra”.
  • Influência do Facebook. As fashionistas e as compradoras sociais têm maior probabilidade de manter um perfil no Facebook do que em qualquer outra rede social. As fashionistas também procuram inspiração em blogs e fóruns. O Facebook inspira decisões sobre moda em pelo menos uma categoria de produtos para 72% das compradoras sociais e 56% das fashionistas.
  • Blogs e Fóruns. 62% das fashionistas e 64% das compradoras sociais consultam blogs ou fóruns antes de tomar uma decisão de compra.
  • Pinterest. Cerca de metade das fashionistas e das compradoras sociais procuram inspiração no Pinterest, que influencia 27% das decisões de compra das fashionistas relativas a roupas para ocasiões especiais, joalheria e roupas para uso informal (casual wear).
  • Instagram. 42% das mulheres no grupo entre 18 e 29 anos são influenciadas pelo Instagram na decisão de compra em pelo menos uma categoria de produtos de moda.
  • Twitter. Embora 75% das compradoras sociais e 66% das fashionistas mantenham perfis no Twitter, esta mídia não exerce influência significativa sobre os padrões de compra dessas consumidoras.

Consequências para as empresas brasileiras

O estudo é bastante claro quanto à estratégia a ser adotada pelas marcas de moda. Em primeiro lugar, é preciso estar presente de verdade nas redes sociais, com uma sólida base de conteúdo informativo para atrair as consumidoras fashionistas e compradoras sociais. Uma abordagem ao estilo “meninas, vejam só que lindo” tende a resultar ineficiente por soar artificial e não se dirigir especificamente às necessidades de informação dessas consumidoras.

Numa abordagem por mídia, o Facebook surge como uma importante fonte de informação sobre as consumidoras, o local perfeito para reunir informações de inteligência: detectar preferências, tendências, comportamentos, necessidades.

Os blogs e fóruns, duas mídias que, segundo nossas observações, têm sido muito mal utilizadas pelas empresas brasileiras, representam o local ideal para conhecer e influenciar as líderes de opinião em seu mercado através da participação direta da empresa em comentários e discussões.

Já as mídias visuais, como Pinterest e Instagram, devem ser usadas intensamente, já que a moda é uma indústria visual por natureza. Assim, a produção e compartilhamento incessante de conteúdo visual nessas mídias assume importância estratégica.

Se a sua empresa atua no mercado da moda e pretende vencer nas mídias sociais, entre em contato pelo formulário a seguir para conhecer nossas ideias e estratégias.







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