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Loja online no Facebook: onde está a oportunidade?

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 23/02/2012 |

F-Commerce - Imagem por Géssica Hellmann

F-Commerce – Imagem por Géssica Hellmann

Facebook Commerce ou F-Commerce: grandes empresas deixando o barco

O artigo-bomba no site da Bloomberg informa em tom apocalíptico o fechamento de importantes lojas online desenvolvidas para o Facebook como as da J.C. Penney, GAP, Nordstrom e Gamestop. Mas basta ler atentamente as informações do artigo para observar a existência de uma excelente  oportunidade de negócios que pode provocar importantes mudanças no comportamento do comprador online e premiar com excelentes resultados as empresas que decidirem explorá-la.

É certo que o chamado f-commerce, quando implementado por uma única empresa que já tenha um bem resolvido site de e-commerce acaba se tornando redundante. Também é preciso entender que o Facebook não é visto hoje pelos seus usuários como um ambiente primariamente voltado para compras. Como observou um analista da Forrester Research, “vender no Facebook é como tentar vender coisas para as pessoas enquanto elas estão batendo papo com os amigos em um bar”.

A oportunidade do Facebook Commerce: da loja de rua ao centro comercial

No entanto, parece evidente que o f-commerce representa um forte atrativo para empresas de porte menor, que não tenham ainda um site de e-commerce. É muito mais simples e mais barato implementar uma loja no Facebook do que desenvolver um sistema de e-commerce a partir do zero. É justamente essa característica que abre uma grande oportunidade de negócios para todas as partes envolvidas.

Do que se trata, exatamente? Vamos fazer uma analogia com o comércio offline. A grandes lojas mencionadas na reportagem da Bloomberg quiseram obter em prazo curtíssimo – seis meses! – um retorno expressivo em vendas em um ambiente em que as pessoas não estão, pelo menos a princípio, com a atenção orientada especificamente para a compra. Assim, elas agiram como se abrissem suas grandes lojas em meio a uma grande e movimentada avenida sem uma feição comercial óbvia, sem grande quantidade de outras lojas que estimulasse as pessoas a visitar essa avenida com a intenção específica de comprar.

Do mesmo modo que uma andorinha não faz verão, um punhado de lojas isoladas não faz um bairro comercial.

Assim, a grande oportunidade do f-commerce não é para a “loja de rua” isolada, mas para as “galerias comerciais” e “shopping centers”!

A chave do f-commerce é integrar esforços para mudar hábitos

Basicamente, é preciso ir além do esforço isolado do lojista individual. É preciso que o Facebook e os desenvolvedores interessados promovam o desenvolvimento de tecnologia capaz de integrar diversas lojas de segmentos variados em um único ambiente de consumo, para que cada vez mais pessoas se sintam estimuladas a deslocar-se até esse ambiente para fazer compras. Desta forma, o marketing de cada pequena loja individual reforçará o marketing do conjunto.

A atratividade desse tipo de ambiente aumentará proporcionalmente quando lojas âncoras de grande porte resolverem aderir a esses ambientes – justamente, lojas de empresas como as citadas na reportagem da Bloomberg.

Em resumo, quando queremos ter sucesso no marketing online, devemos nos perguntar que hábitos dos consumidores precisarão ser alterados. Desta forma, poderemos desenvolver fórmulas para aproveitar oportunidades que são verdadeiras ideias para vencer.

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