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Branding é fator chave para microempresas canadenses

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 17/07/2013 |

Pesquisa conduzida pela American Express junto a 529 empresas com 2 a 100 funcionários revela que os micro e pequenos empresários do Canadá estão focalizando os seus esforços em diferenciar suas marcas das concorrentes como forma de enfrentar as perspectivas econômicas adversas. Ao acompanhar os resultados da pesquisa, o leitor perceberá que as percepções e decisões dos pequenos e microempreendedores canadenses são análogas  às dos seus semelhantes no Brasil, sendo possível desenvolver insights diretamente aplicáveis ao seu modelo de negócios.

O investimento em sua marca é o único capaz de produzir crescimento nas receitas de sua empresa.

O investimento em sua marca é o único capaz de produzir crescimento nas receitas de sua empresa.

Veja a seguir os principais resultados:

  • 93% dos pequenos e microempresários canadenses consideram que hoje é mais importante do que nunca possuir uma marca que os diferencie dos concorrentes.
  • 86% preferem não terceirizar sua política de branding (gestão de marcas), sendo que 29% preferem fazer tudo pessoalmente.
  • 84% consideram que a gestão de suas marcas é importante para o sucesso geral das suas empresas.
  • 73% monitoram constantemente a percepção de suas marcas.
  • 71% dizem que a experiência com a marca é a parte mais importante do seu processo de gestão de marcas.
  • 60% dependem das ações dos funcionários para comunicar os valores de sua marca aos clientes, sendo que 45% acreditam na eficácia dessa estratégia.
  • 52% usam um website como veículo de sua política de gestão de marca.
  • 51% consideram que a gestão da marca (branding) é um fator crítico para atrair novos negócios.
  • 36% se dizem interessados em expandir suas marcas, mas não sabem por onde começar.
  • 32% tentam alavancar a consciência de sua marcas através da participação em eventos.

Consequências para as empresas brasileiras

O quadro descrito pelos dados que apresentamos cai como uma luva na situação de boa parte das empresas brasileiras. Vejamos, para começar, o diagnóstico de Athena Varmazis, vice-presidente e gerente-geral de Serviços a Pequenos Negócios da American Express Canadá:

É surpreendente ver que a maioria dos pequenos empresários não está investindo na contratação de recursos terceirizados necessários para ajudá-los a desenvolver e refinar suas marcas, embora estejam muito dispostos a investir em outras áreas, como contabilidade, serviços jurídicos e folha de pagamento. O branding desempenha um papel significativo no sucesso geral de suas empresas e não deveria ser abordado pelos empresários como um assunto de menor importância.

De fato, o marketing, incluindo nesse campo sua política de gestão de marcas, deve ser tratado na empresa com o mesmo profissionalismo reservado ao pagamento de impostos e à gestão de problemas trabalhistas, duas áreas em que o olho vigilante do governo não permite que o empresário deixe cair a segundo plano. O problema começa quando essas funções meramente burocráticas que, em última análise, representam apenas custos, começam a consumir todo o tempo, a atenção e os recursos da empresa.

Quando a preocupação com os custos consome todo o tempo disponível na agenda do empresário, a que horas ele começa a se ocupar com as tarefas que efetivamente geram lucro?

Será necessário, ainda, em pleno 2013, lembrar o ensinamento elementar de Peter Drucker sobre a relação entre marketing e receitas? Vamos conferir:

Uma empresa comercial tem duas – e apenas duas – funções básicas: marketing e inovação. Marketing e inovação produzem resultados, todo o resto são custos

Essa é uma realidade que parece escapar ao micro e pequeno empresário, aqui ou no Canadá.

Produção, gestão, finanças, RH, TI, operações, jurídico, contabilidade, pense em uma área de sua empresa que não seja o marketing e você perceberá que a função que essas áreas desempenham, embora essenciais à saúde de sua empresa, de fato representam saídas de dinheiro, sem nenhuma responsabilidade direta pela geração da receitas que irão financiá-las.

Sem marketing, não existe dinheiro para estratégia, finanças, RH, produção, TI, advogados, contadores.

O marketing existe para captar clientes. O marketing existe para abordar pessoas com dinheiro e convencê-las a escolher comprar os produtos de sua empresa.

Nenhuma outra área de sua empresa, por mais importante que seja, chama para si essa responsabilidade, a responsabilidade de convencer os compradores a comprar de você.

Deste modo, o amadorismo em marketing é tão prejudicial à saúde de sua empresa quanto o amadorismo em Contabilidade ou em Direito Trabalhista.

Você contrataria um advogado amador para defender sua empresa na Justiça?

Você deixaria a cargo de um jovem inexperiente a gestão dos impostos, faturamento, contas a pagar e a receber?

Loucura, você dirá.

Sim, uma loucura tão grande quanto tentar resolver pessoalmente todas as questões ligadas ao marketing de sua empresa, incluindo aí o marketing online, com todas as suas variantes: email marketing, blog marketing, marketing em mídias sociais, marketing de conteúdo, search engine marketing…

A pequena empresa que pretende deixar de ser pequena precisa começar o processo com o pé direito, profissionalizando todo o seu processo de marketing, com especial atenção aos seus aspectos online, social e móvel.

Contrate especialistas, pessoas que se dedicam a estudar esses assuntos em profundidade há anos e divulgam regularmente os resultados de seus estudos e pesquisas. Contrate uma empresa que fundamenta suas recomendações em uma base científica, sem achismos ou coelhos na cartola.

Contrate Géssica Hellmann & Cia para profissionalizar o seu marketing. Basta entrar em contato pelo formulário a seguir ou clicando no botão “Fale já!”, disponível no lado esquerdo de todas as páginas deste site.







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