Géssica Hellmann & Alex Oliveira

Missão: Registramos neste blog nossas pesquisas e nosso pensamento profissional sobre produção e marketing de conteúdo.



Siga-nos!

   Perfil no Google Plus Feeds RSS


Gostou? Divulgue!

Você tem um blog e gostou de nosso conteúdo? Adicione um botãozinho para nós em seu blogroll. Basta copiar o código a seguir!

O resultado será:
Pesquisa - Redação - Projetos Editoriais



Direitos Autorais

O conteúdo deste blog é protegido por direitos autorais. Se você quiser reproduzir na web qualquer conteúdo originalmente publicado aqui, lembre-se de atribuir a autoria a Géssica Hellmann & Cia. Ltda e incluir um link direto para página de onde copiou o conteúdo.
Licença Creative Commons

Licença Creative Commons
Para mais detalhes, consulte nossa página sobre Direitos Autorais

Protegido contra plágio

Protected by Copyscape Online Plagiarism Test


Fatores de sucesso de uma campanha de vídeo marketing

Arquivos: , ,

Autor: Géssica Hellmann | Data: 18/02/2013 |


Pesquisa global conduzida em 2012 pela Conviva a partir da análise de 22,6 bilhões de exibições de vídeo via “streaming”, cobrindo a audiência de 150 entre os principais sites de vídeo online em mais 190 países, expôs os principais fatores de sucesso de uma campanha de marketing de conteúdo através do vídeo marketing. Confira a seguir os principais resultados.

Fatores de impacto sobre as exibições de vídeo em 2012 - Fonte: Conviva (janeiro de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Fatores de impacto sobre as exibições de vídeo em 2012 – Fonte: Conviva (janeiro de 2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Má qualidade de vídeo causa prejuízo bilionário. Em 2012, as marcas mais atuantes no vídeo marketing deixaram de faturar 2,16 bilhões de dólares americanos devido à má qualidade da transmissão de vídeo. Até 2017, estima-se que o prejuízo acumulado chegará a 20 bilhões de dólares.
  • O público não tem paciência para esperar o “buffer”. A paciência do espectador de vídeo online está cada vez mais curta. Em 2011, um acréscimo de 1% no tempo de parada para recarregar o “buffer” resultava em uma perda de 3 minutos na audiência de conteúdos de longa duração. Em 2012, essa perda subiu para 8 minutos. Por outro lado, os espectadores que nunca têm de esperar pelo “buffer” assistem 226% mais vídeos do que os demais.
  • O vídeo tem que começar imediatamente. O tempo máximo que os espectadores online estão dispostos a esperar pelo início de um vídeo é 2 segundos. A partir desse tempo, o número de pessoas que desistem de assistir ao vídeo aumenta 140% no caso transmissão ao vivo e 400% no caso vídeo sob demanda.
  • A qualidade da imagem é decisiva. Espectadores que recebem vídeos com maior resolução (“bitrate”) assistem vídeos por um  tempo 25% maior.
  • 3 problemas de grande impacto. 63% das exibições de vídeo sofreram o impacto da baixa resolução, 39,3% tiveram problemas com recarregamentos de buffers e 4% falharam na tentativa iniciar o vídeo.
  • Os sites vencedores reduzem o buffer e o tempo de início e aumentam a qualidade da imagem. A taxa de falhas para iniciar o vídeo nos sites vencedores é de 0,02%. O bitrate médio é de 2516kbps e a taxa de paradas para recarregar buffers é de 0,05%.
  • Tempo perdido é dinheiro perdido… E vice-versa. Em 2012, o tempo perdido em paradas para recarregar buffers somou 124,8 bilhões de minutos, ao custo de 2,16 bilhões de dólares. Por outro lado, a melhoria na qualidade pode aumentar as receitas em até 20% para o provedor de vídeo ao vivo.
  • A receita dos vencedores. Os sites vencedores são os que se adotam uma política em trẽs frentes:
    1 – Monitoramento e mensuração contínua da experiência do espectador, em tempo real.
    2. Ajuste dinâmico do fluxo (stream), permitindo decidir a qualidade em tempo real baseada em uma otimização multi-bitrate e multi-CDN (=Content Delivery Network=Rede de Distribuição de Conteúdo).
    3. Mapeamento da qualidade da rede baseada em dados locais e globais para identificar congestionamentos e implementar ajustes preventivos no streaming.

A conclusão desses dados é que o vídeo marketing, embora seja uma ferramenta poderosa, exige investimento em qualidade. Quanto mais os grandes provedores de conteúdo investem na qualidade da produção e da transmissão de seus vídeos, menos o público se dispõe a aceitar iniciativas amadorísticas, baseadas na improvisação de pessoal não qualificado com equipamento de má qualidade. Além disso, a infraestrutura para transmitir o conteúdo de vídeo deve garantir que as três variáveis cruciais identificadas pela Conviva estejam otimizadas para o máximo desempenho.

Precisa de ajuda? Entre em contato!







Artigos relacionados

Os comentários estão fechados.