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Estratégia de Links (2) – Entre a Teoria e a Prática, o que dizem os testes

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Autor: Alex Oliveira | Data: 12/12/2007 |


Mas, recapitulando, para que você precisa de links mesmo?

Para começar, vejamos o que diz a wikipedia sobre a World Wide Web:

The World Wide Web (commonly shortened to the Web) is a system of interlinked, hypertext documents accessed via the Internet“.

Na versão em português:

A World Wide Web (que significa “rede de alcance mundial”, em inglês; também conhecida como Web e WWW) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet“.

Em português menos acadêmico, um conjunto de documentos interligados uns aos outros através de hiperlinks (ou, abreviadamente, “links” = “ligações”, “conexões”).

Em miúdos, POR DEFINIÇÃO, seu site só “está na web” se participar da malha de links da web.

Uma preocupação constante de todo webmaster deve ser aumentar quantitativa e qualitativamente essa participação, o que se chama de “popularidade de links” (link popularity).

A corrente de pensamento dominante entre os profissionais de SEO/SEM define a qualidade dos links como uma função dos seguintes termos:

1 – PageRank do site em que se encontra seu link: quanto maior, teoricamente melhor.
2 – O grau em que o conteúdo dos sites são relacionados: links em sites de conteúdo relacionados seriam mais valiosos do que em sites não relacionados.
3 – Texto de âncora e, finalmente, o que considero mais polêmico:
4 – Número de links na página que contém o seu link: teoricamente, quanto menor esse número, mais valioso seria o link.

O que conduziria à conclusão de que links que apontam para seu site vindos de sites com baixo Page-Rank, baixa audiência e não relacionados ao seu tema não valeriam praticamente coisa alguma.

Isso é o que diz o senso comum. Entretanto, a cada dia, meus testes encontram evidências que, se não colocam em xeque, pelo menos me obrigam a relativizar essas verdades geralmente aceitas.

Na página das Ferramentas Google para Webmasters, você encontra inúmeras estatísticas sobre o seu site, sendo que uma das adições mais recentes e úteis é a relação completa de links externos encontrados para o seu site.

Para o meu site principal, o gehspace.com, o Google Bot encontra, nesta data, 11244 links externos para diferentes páginas. Entretanto, se você digitar “link:www.gehspace.com” no Google, ele vai encontrar apenas 95 links!

A brincadeira fica mais interessante quando se utiliza o SEOQuake para verificar em tempo real o Page-Rank dos links encontrados pelo grande G:

(1) Boa parte da lista de links apresentada é composta por páginas internas do próprio site;
(2) Grande parte dos links de sites externos vêm de páginas com Page-Rank baixo;
(3) A esmagadora maioria dos links em páginas de sites relacionados e com alto Page-Rank não aparece na lista;
(4) Um dos links em página de maior page-rank ponderado pelo Google é o de um site que oferece cálculos de hipotecas, pelo que pude entender. A página em questão tem várias dezenas de links para outros sites.

O mais curioso (e engraçado) é verificar quais são os sites cujo conteúdo o Google considera “relacionados” ao gehspace.com. (A sintaxe para essa pesquisa é related:endereço). Sinceramente, só uma avaliação vinda de um robô poderia considerar o Gehspace.com “relacionado” ao site do PSOL (nada contra nem a favor esse partido político, ou qualquer outro).

Se essas observações não invalidam a teoria geralmente aceita sobre a estratégia de links, pelo menos mostram que a análise do caso individual é mais importante do que a teoria geral. Em um próximo post, apresentarei alguns fatores que, segundo meus testes, parecem explicar melhor essas distorções aparentes.

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