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Consumidores querem mais conteúdo e menos publicidade

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Autor: Géssica Hellmann | Data: 02/05/2013 |


Estudo conduzido pela InsightsOne junto a mais de 2.100 consumidores americanos com 18 anos ou mais investigou sua atitude em relação à publicidade online e constatou que a paciência do consumidor com publicidade intrusiva está cada vez mais reduzida. Segundo o estudo, para 87% das pessoas está menor o número mínimo de exposições a publicidade incômoda necessário para que elas passem a ignorar a empresa. Veja a seguir alguns dos dados mais importantes dessa pesquisa e, no final, as consequências para as empresas brasileiras.

O que fazem os consumidores quando ficam irritados com a publicidade? Fonte: InsightOne (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

O que fazem os consumidores quando ficam irritados com a publicidade? Fonte: InsightOne (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • 44% não suportam mais do que 3 e-mails (SPAM) ou anúncios indesejados antes de começar a ignorar completamente a empresa. Para 43%, bastam dois e, para 23%, basta um e-mail ou anúncio indesejado para produzir esse efeito.
  • 91% dizem já terem visto um anúncio indesejado. Veja a seguir o percentual de pessoas que afirmam já ter sido incomodadas por cada categoria de anúncio:
    1. Anúncios de TV: 60%
    2. Email spam/anúncios em barras laterais: 55%
    3. Spam de anúncios em websites: 52%
    4. Mala direta pelo correio /Anúncios nas mídias sociais: 37%
  • 88% se dizem “inundados” por anúncios e spam.
  • 91% dizem tomar providências quando se sentem incomodados por um anúncio.
    1. 60% cancelam as assinaturas de e-mail
    2. 45% simplesmente ignoram as futuras comunicações da empresa.
    3. 36% deixam de visitar o website
    4. 26% começam a acreditar que a empresa anunciante não respeita o seu tempo
    5. 14% param de usar o produto anunciado
    6. 13% boicotam completamente a empresa anunciante
    7. 9% contam o caso aos amigos
    8. 5% respondem com raiva
    9. 4% descontam a raiva golpeando o computador ou o celular.
  • Confira as categorias de anúncios mais consideradas mais irritantes:
    1. Anúncios pop-up irrelevantes / Golpes envolvendo falsos prêmios de loteria: 70%
    2. Anúncios de produtos para aumentar a masculinidade: 66%
    3. Emails de líderes africanos falecidos que deixaram dinheiro: 64%
    4. Anúncios de produtos e serviços de que não necessitam: 58%
    5. Produtos para aumentar a feminilidade: 54%
  • 83% dizem que anúncios irrelevantes interrompem ou, de alguma forma, prejudicam atividades diárias importantes:
    1. Navegação web: 51%
    2. Compras online: 37%
    3. Trabalho: 20%
    4. Sexo: 19%
    5. Sono: 13%

Waqar Hasan, CEO da Insights One, faz uma valiosa avaliação dos resultados dessa pesquisa:

“Os consumidores americanos estão cansados de empresas parecem não respeitar ou entender suas necessidades. Os resultados deste estudo mostra que os consumidores têm realmente um limite quanto ao que podem suportar e este problema muito real pode ter um impacto negativo sobre as receitas da empresa se ela não fizer nada a respeito disso. Embora os resultados do estudo possam parecer surpreendentes, eles indicam um problema real na vida americana. As pessoas estão cansadas de ver anúncios e receber mensagens que não sejam relevantes para elas como indivíduos”.

Consequências para as empresas brasileiras

Como sempre, os resultados deste estudo provavelmente revelariam números diferentes caso tivesse sido realizado no Brasil. Mas quem, honestamente, pode dizer que nunca se irritou com algum tipo de publicidade invasiva ou inconveniente?

É inegável que os brasileiros estão cada vez mais conscientes de seu poder como consumidores e, com isso, vêm se tornando mais exigentes a cada ano, recorrendo às mídias sociais para pesquisar empresas e produtos, a sites de apoio ao consumidor como o Reclame Aqui, pesquisando avaliações de consumidores sobre empresas, marcas, produtos, e websites.

Por outro lado, muitos anunciantes brasileiros ainda acham que é um excelente negócio comprar listas com milhares de endereços de e-mail e entupi-las com dúzias de mensagens diariamente, sem nenhum critério de adequação ou relevância. Outros, ainda acreditam fielmente na eficiência de táticas como o aluguel de carros de som, perturbando a população com poluição sonora sem sentido.

Assim, é uma simples questão bom senso entender que o estado de espírito do consumidor brasileiro certamente não é muito diverso do americano. A publicidade é uma ferramenta de marketing essencial, indispensável ao sucesso de qualquer empresa, tendo sido elevada, entre nós, ao status de “alma do negócio”.

Entretanto, como toda ferramenta, é preciso ser empunhada por mãos profissionais treinadas e hábeis, com amplo conhecimento sobre os objetivos que ela pode realizar e como ela deve ser usada para realizá-los. Somente assim, sua empresa poderá colher os frutos de uma comunicação adequada, eficiente e admirada pelos seus consumidores.

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