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Comunicação de marketing: formulando mensagens para vender através do seu site

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Autor: Alex Oliveira | Data: 23/03/2010 |


Qualquer pessoa que se interesse em saber mais sobre marketing não levará muito tempo para se deparar com o velho – mas ainda imensamente útil! – conceito dos “4P”. Os “4P” formam o conjunto básico das atribuições específicas do profissional de marketing, isto é, as “funções de marketing”. A esse conjunto de funções marketing chamamos “composto de marketing” ou “marketing mix”.

Como você já deve saber, os elementos do composto de marketing são chamados de “4P” porque as palavras que designam esses elementos, em inglês, começam com a letra “p”: product, price, place, promotion. Não há problemas de tradução com os elementos product (produto) e price (preço). Já quanto aos demais, modernamente prefere-se traduzir “place” por “distribuição” e “promotion” por “comunicação”.

Neste artigo, queremos chamar sua atenção para o elemento “comunicação” de sua estratégia de marketing, porque é o elemento-chave negligenciado pela maioria das empresas que querem vender na internet.

Sem comunicação, não há vendas, porque vender é um ato de comunicação.

Não deveria ser necessário insistir muito neste ponto, mas vale um exemplo prático. Imagine-se entrando em uma loja em que os produtos estão em prateleiras atrás de um balcão – ou seja, você não pode sequer examinar as embalagens – e um balconista muito ocupado falando ao telefone recusa-se a falar com você. Você está com pressa, tenta ao menos perguntar ao balconista se a loja tem em estoque o produto que você deseja, mas o balconista continua se recusando a estabelecer comunicação com você.

Esse exemplo caricato, mas longe de irreal, deixa claro que a venda só ocorre quando a comunicação flui entre as partes.

Só há vendas quando há comunicação – afinal, vender é um ato de comunicação!

Embora essa seja uma verdade óbvia por qualquer ângulo que você decida examiná-la, chega a ser estarrecedora a quantidade de empresas que deixam a comunicação em segundo plano, que abordam o problema da comunicação como um detalhe a ser tratado depois que outros problemas estejam resolvidos.

Vou dar mais um exemplo típico – e real – mas você mesmo pode encontrar, em sua própria experiência, dezenas de casos semelhantes.

Durante 14 anos trabalhei em um mesmo endereço, passando sempre pela mesma rua. Um dia, notei um discreto painel luminoso sobre a placa de uma das ruas transversais, indicando a existência de uma academia de ginástica naquele local. Pensei no assunto e achei que talvez fosse uma boa ideia praticar uma atividade física após o expediente. Assim, resolvi conferir a tal academia.

Chegando ao local, fiquei boquiaberto com as instalações. Um casarão antigo fora inteiramente reformado para abrigar todos os tipos mais modernos de atividade física. Havia inclusive uma piscina semi-olímpica aquecida no segundo andar do casarão para a prática de natação, hidroginástica e hidroterapia. Confesso que não sou capaz de estimar o custo da construção daquela piscina, muito menos o custo total da reforma, mas estou certo de que foi muito dinheiro.

Após a visita às instalações, de volta à secretaria, comecei a conversar sobre os horários. Para minha surpresa, todos os horários estavam disponíveis. Na verdade, indagando mais um pouco e conversando com professores e algumas pessoas da administração, descobri que a academia estava às moscas, com um número de alunos muito inferior ao necessário para sequer cobrir os custos de manutenção daquela imensa estrutura.

– Mas vocês não investem em publicidade? – perguntei, cada vez mais atônito

A resposta foi “sim” –  e  mostraram-me os panfletinhos em papel jornal que distribuíam nas portarias dos edifícios próximos, sem mencionar o luminoso que já estava na esquina há vários meses antes de chamar minha atenção.

Com uma estrutura física daquele tamanho, essa era toda a comunicação de marketing que eles praticavam: panfletinhos em papel jornal e um luminoso na esquina.

É um caso triste, mas é um caso típico. O empresário investe uma fortuna nas instalações, nos produtos, na tecnologia. Gasta um tempo imenso tratando de problemas contábeis, jurídicos e administrativos de toda sorte.

Quando chega na hora de fazer o que é necessário para vender – COMUNICAÇÃO! – quer resolver tudo em cinco minutos, gastando o mínimo possível e poupando centavos.

De fato, se a administração dessa academia tivesse construído instalações mais simples, pela metade do custo, e investido a outra metade do dinheiro em ações eficientes de comunicação, certamente teria obtido um sucesso estrondoso.

A opção por investir pesadamente numa estrutura física somente para depois escondê-la por trás de panfletinhos baratos em papel de jornal foi a verdadeira causa do fechamento dessa academia, poucos meses depois de minha visita.

Não cometa o erro de esconder seu negócio sob um website que não é melhor do que um panfleto. Comece por incluir no seu plano de negócios um orçamento específico para comunicação com um valor compatível com o tamanho de seu investimento total e não ceda à tentação de avançar sobre esse dinheiro para incluir mais um luxo ou ainda mais um atrativo dispendioso em seu produto.

Lembre-se: um produto simples fortemente promovido através de uma poderosa estratégia de comunicação sempre venderá mais do que um produto sofisticado com ações fracas, isoladas ou espasmódicas de comunicação.

Caso precise de ajuda nessa tarefa,  você pode contratar nossos serviços de consultoria em comunicação, em que cuidaremos de todos os aspectos de sua comunicação online, incluindo a necessária consultoria para estabelecer o seu orçamento anual. Basta preencher o formulário a seguir e entrar em contato!







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