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Como redigir textos promocionais convincentes para seu site – Parte 1 – Regras básicas de estilo para começar

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Autor: Alex Oliveira | Data: 10/01/2009 |


(Outros artigos da série: Como redigir textos promocionais convincentes para seu site – Parte 2 – Tamanho, benefícios, estrutura, Parte 3 – Sal, Pimenta e outros opcionais e Parte Final – Recursos para expandir sua criatividade)

O segredo da otimização de sites é o texto

Não há dúvida de que, se SEO tem algum segredo, esse segredo é o texto. O Google lê palavras no código-fonte de seu site, as pessoas digitam palavras em suas pesquisas Google e os resultados dessas pesquisas contêm, apenas e simplesmente, palavras.

Diante desse fato óbvio, chega a ser espantoso o número de websites que pretendem vender alguma coisa usando a menor quantidade possível de palavras em seu conteúdo… E, mais ainda, alimentando a pretensão de “rankear” no Google!

Você vende usando palavras

Nossos testes mostram que um site com grande número de palavras em suas páginas não precisa sequer de meta-tags, urls ou títulos otimizados para obter rankings em enorme número de buscas. Essas técnicas são refinamentos posteriores à adição de textos em suas páginas e não deveriam constituir o centro da atividade de SEO. O texto é a chave, não só de seus rankings, mas principalmente de suas vendas.

Se isso parece estranho, pense melhor. O que você faz quando você vai vender o seu produto a um cliente? Você usa palavras, certo? Vendedores são conhecidos por falar sem parar e, por mais que as pessoas digam que eles são “chatos”, o fato é que os vendedores mais bem sucedidos são justamente os mais falantes.

A web é para quem sabe e gosta de ler

É certo que a web é uma mídia primordialmente de leitura, então, você precisa “falar” usando texto, embora o vídeo e o áudio possam ajudar. Mesmo as pessoas que só interessam por sites de vídeos ou games só são capazes de encontrar os vídeos que procuram porque são capazes e estão dispostas a ler.

Quem não sabe ler, não sabe usar computador e não tem a menor esperança de usar a web. Por outro lado, pense nas pessoas que não gostam de ler e só usam a web para entrar em sites de vídeos e games: elas realmente são seus clientes potenciais? Aliás, quantas dessas pessoas efetivamente compram alguma coisa – qualquer coisa – na web? Será que vale a pena planejar seu site comercial somente para visitantes que nunca compram nada?

Não lute contra a maré: navegue com ela!

Esses argumentos já foram apresentados neste blog várias vezes. Se não forem suficientes para convencê-lo de que seu site precisa de textos, boa sorte, pode abandonar a leitura e procurar outro site.

Mas se você não é do tipo que gosta de entrar em debate contra o óbvio – em vez disso, se você é do tipo que procura aceitar a realidade como ela é e gosta de aproveitar as oportunidades que a realidade apresenta, você certamente vai aproveitar as técnicas de redação que vou apresentar neste e nos próximos artigos para incrementar seu site, conquistar os rankings que deseja no Google e, claro, vender mais.

Antes que alguém venha me chamar de guru

Desnecessário dizer que minha intenção neste artigo não é redigir “a Bíblia” da redação persuasiva, estabelecendo um conjunto de regras imutáveis ou esgotando o tema. Vou me ater a um conjunto de técnicas consagradas, testadas e aprovadas na prática, ao estilo “siga por aqui que você não tem como errar”.

É possível obter sucesso usando outras técnicas? Sim. É possível violar todas as técnicas e ainda assim obter sucesso? Sim. Mas se você seguir todas as técnicas recomendadas é garantido que você vai obter resultados melhores do que os que vem obtendo com o pouco ou nenhum texto de seu site atual? Definitivamente, sim!

Então, vamos lá!

Converse com seu cliente

Um bom texto persuasivo é, antes de tudo, uma conversa com seu cliente. Assim, o seu texto não deve ser parecido demais com uma obra literária, mas reproduzir a naturalidade de uma conversa face-a-face.

Tente visualizar o cliente em pé à sua frente. Talvez ajude pensar nos clientes reais com quem você conversa pessoalmente ou pelo telefone e tente reproduzir o tom que você usa durante essas conversas.

É claro que um texto persuasivo não é uma conversa real: você não será ouvido, mas lido. Assim, o bom senso manda não abusar de técnicas que normalmente usamos em conversas pessoais, como piadas, gírias, jogos de palavras, trocadilhos.

Na verdade, o que você realmente precisa fazer é “afrouxar a gravata” do seu texto – pode deixar em casa o “prezado senhor” e o “vossa senhoria”. Mas não vista o seu texto com uma camiseta furada e chinelos velhos.

Seja obsessivo com a gramática

Entre a oralidade e a gramática, prefira as duas. Em raras ocasiões, você deverá ignorar a gramática para preservar o tom oral de seu texto. Esses casos normalmente acontecem quando a forma gramatical não é a mais usada na linguagem corrente, como acontece com as benditas mesóclises (Exemplo: “Este produto, descrevê-lo-ei em poucas palavras…”).

No geral, porém, os erros de gramática, especialmente os erros de ortografia, servem apenas para desviar a atenção do seu leitor. Quando você está falando com um cliente, a última coisa que você quer é que ele desvie a atenção do que você está dizendo!

Portanto, revise seu texto. Depois, revise-o novamente antes de pedir a pelo menos mais duas pessoas que o revisem para você!

Quando em dúvida, simplifique

Frases longas são mais difíceis de compreender do que frases mais curtas. Palavras curtas são mais facilmente compreendidas do que palavras compridas. Use palavras simples, que você tenha certeza que seu leitor conhece.

Lembre-se: seu cliente não tem a obrigação de saber qual a gíria que você usa na sua empresa para se referir aos problemas dele. Escreva usando frases e parágrafos curtos. Se for absolutamente necessário usar palavras complicadas para explicar seu produto – na maior parte das vezes, não é! – defina essas palavras em seu texto, acrescente notas e links para um glossário, faça de tudo para tornar seu texto compreensível por qualquer pessoa com razoável grau de instrução mas que não seja especialista no seu mercado.

Explique-se!

Seja didático! O texto é o melhor lugar para explicar os motivos por trás de tudo que você quer que o cliente faça. Explique porque ele precisa de seu produto, porque seu produto é melhor do que o do concorrente, porque seu preço é incomparável, porque ele precisa comprar de você agora e não deixar para depois.

Explique tudo de várias formas diferentes: use números e gráficos, use imagens e fotos, faça comparações, demonstre como aquele detalhe aparentemente insignificante faz toda a diferença.

Assegure-se de que o próprio cliente seja capaz de explicar para os colegas, amigos, vizinhos e para o chefe dele porque comprou o produto de você!

Fuja da ambigüidade. Não deixe margem para que o cliente entenda errado o que você quis que ele entendesse. Portanto, não tenha medo de explicar e explicar novamente: explique-se!

Ainda não acabou!

Essas são as regras básicas para começar. Agora, você pode pegar esse conjunto de regrinhas e começar a se divertir, visitando sites – a começar pelo seu próprio! – e vendo quantos, efetivamente, seguem essas regras básicas de bom senso já no próprio estilo dos textos. O que você mais vê por aí são textos curtos demais, enrolados, repletos de erros de gramática, que não dialogam com o cliente nem com ninguém. Comece a reescrever alguns desses textos com base nos conceitos que você aprendeu aqui e aguarde o próximo artigo, em que abordaremos com mais detalhes as técnicas de redação persuasiva para web.

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