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Black-Hat SEO (otimização de sites): Vantagem que vem fácil, vai fácil…

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Autor: Alex Oliveira | Data: 29/12/2007 |


Parece incrível mas, um ano atrás, “ninguém” havia ouvido falar em SEO. De um ano para cá, “todo mundo” virou especialista em SEO.

A febre do “primeiro lugar no google” tomou conta da web brasileira, e todo mundo quer aprender algum “truque” para conseguir primeiros lugares em páginas de resultados.

Logicamente, ninguém quer pagar o preço que vale o serviço. É nesse momento que surgem os mágicos, tirando coelhos da cartola por 300 reais… Ou menos.

Também logicamente, quem cobra tão barato está cortando custos onde não deve… E é aí que começa o problema.

As técnicas que vou apresentar a seguir representam tudo o que você NÃO DEVE fazer em seu site.

Você pode conseguir posicionamento na primeira página, e até em primeiro lugar com essas técnicas? Claro que pode. Por quanto tempo? Deus sabe!

Ou, melhor, seus concorrentes sabem. Se você usa uma tática anti-ética para passar à frente de seus concorrentes, você acha mesmo que eles não vão botar a boca no trombone assim que descobrirem?

Se seus concorrentes não sabem onde fica o trombone, vão achar neste post deste site, logo a seguir:
Onde denunciar sites que usam técnicas de SEO Black-Hat?

No Google:
http://www.google.com.br/contact/spamreport.html

No Yahoo!:
http://help.yahoo.com/l/us/yahoo/search/spam_abuse.html [URL não mais disponível em 09/12/2012]

No Bing:
https://feedback.discoverbing.com/default.aspx?mkt=pt-br&productkey=bingweb&brand=&&scrx=0

Basta uma denúncia bem fundamentada nesses formulários para que seu website desapareça do mapa.

Vamos ver, portanto, quais são as técnicas de SEO que você não deve permitir em seu site. Se o seu consultor de SEO usar uma dessas práticas sem seu conhecimento, demita-o assim que descobrir.

1 – “Keyword stuffing“: significa encher sua página com repetições intermináveis das palavras-chaves. Em geral, você estará bem servido com palavras-chaves no título da página (title tag), descrição (tag description), títulos e subtítulos de conteúdo (tags h1 a h6), e uma ocorrência em negrito no corpo do texto, de preferência no início do primeiro parágrafo. No resto do texto, deixe a palavra ocorrer naturalmente. Se puder inserir naturalmente sua palavra-chave e variações ao longo do texto e ao final do último parágrafo, não fará mal nenhum.

2 – Texto e Links Ocultos (“Hidden Text and Links”): como o “keyword stuffing” tende a deixar o texto ilegível ou, no mínimo, insuportavelmente chato para seres humanos (Imagine um texto imaginário com todas as imagináveis variações da palavra imaginação e você terá uma imagem clara do que é “keyword stuffing”), os webmasters costumam esconder esse texto horroroso publicando-o em fonte de mesma cor do plano de fundo. Variações sobre o mesmo tema incluem textos em cor “quase” idêntica ao do plano-de-fundo (ilegível pela maioria das pessoas), em tamanhos de fonte extremamente pequenas, links escondidos em arquivos de “imagem” em formato 1×1 pixel, entre outras artimanhas.

3 – Páginas de entrada (Doorway Pages): uma página inicial, ou de introdução, com uma bela animação em flash para entreter o usuário e um bocado de texto e links ocultos constituem casos elegantes de páginas de entrada. Na maior parte dos casos, a página tem contéudo zero, ou quase nulo, e sua função é única e exclusivamente promover uma palavra ou conjunto de palavras junto aos usuários, na esperança de atrair visitas e, diante da ausência de conteúdo, esses visitantes acabem clicando em um link para o site principal ou em algum dos anúncios da página.

4 – Camuflagem (Cloaking): é um termo que descreve um conjunto muito amplo de técnicas de programação que possibilitam que os sites apresentem um conteúdo para os usuários e outro bem diferente para os robôs de busca. Muitas táticas de camuflagem são legítimas, como por exemplo, as páginas de conteúdo exclusivo para usuários cadastrados. Mas, quando seu objetivo é enganar o robô de busca e, conseqüentemente, o usuário, você se sujeita a penalidades.

5 – Páginas de redirecionamento (Redirects). Como as páginas de entrada normalmente têm conteúdo zero, muitos spammers transformam-nas em páginas de redirecionamento, para que o usuário não perceba a trapaça.

6 – Conteúdo duplicado. Consiste em criar clones da mesma página em diversos endereços diferentes.

7 – Interlinks. Consiste em comprar dúzias de domínios diferentes e tratá-los como sites diferentes, cuidando para que todos contenham links para os outros sites. Nos casos mais elegantes, acrescentam-se pequenas variações nos textos para evitar acusações óbvias de conteúdo duplicado.

Nos próprios formulários de denúncia, você encontrará outros exemplos de técnica black-hat que podem causar a exclusão de sua página dos índices dos buscadores. Evite a tentação de usar essas técnicas e aposte na consistência de seu negócio web ao longo tempo.

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